O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Todas as utopias humanitárias são táticas dentro da estratégia escravista. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando nossas existências é a nossa única saída... Ninguém virá nos salvar... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. VOCÊ É, uma alma. Nós somos os deuses pelos quais temos esperado. Mantenhamo-nos na vibração do afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa "mensageiro amigo", em tupi guarani.

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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

TUDO O QUE AS RELIGIÕES ODEIAM QUE VOCÊ SAIBA



O DIA: Por que o brasileiro tem tanta dificuldade em ser autêntico quando o assunto é polêmico?

MC: Isso é um pouco complexo. Acho que a beleza do Brasil, porque para mim a beleza do Brasil é que o brasileiro tem uma identidade, uma cultura, uma subjetividade muito mais fluida, muito mais cruzada que outros países. Então, essa beleza do Brasil, que tem uma identidade mais flexível, mais multipla, mais fluída do que em outros países, cria no brasileiro um outro problema: é como se a beleza da liberdade que cria identidade a identidade múltipla, fluida, pode apavorar um pouco. Pode desejar uma única identidade clara, certa, única, homogênea.

E tudo isso pode criar um tipo de insegurança pela qual, se questiona: “Será que a identidade da Sheila é verdadeira?” Mas também será que minha identidade é verdadeira? Quem sou eu? Porque eu não a identidade, como, sei lá, na Europa, vamos dizer assim. Mas isso não é verdade. Isso é uma fantasia, porque o Brasil é muito mais na frente da Europa na questão da identidade.

LEIA TODA ENTREVISTA AQUI
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