O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

MISTÉRIOS DA HUMANIDADE

Esta é a primeira vez em nossa história que uma mulher ousa tal inconveniência. Daí os fratricidas indecorosos factóides e falsas biografias em planificada obscena guerra midiática e internética difamando UMA possível MULHER NA PRESIDÊNCIA DO PAÍS. Inadmissível.
Justo entre nós onde uma mulher (qualquer mulher) dona de SUA FEMININA AUTONOMIA é muito mal vista e coisa inaceitávelmente absurda, intolerável nessa cultura machista de pra lá de "religiosos' 500 anos.

Nesse Brasil onde, por "tradição" escravista, nossas mulheres são bem vistas como necessárias utilidades domésticas, e já que a nossa roça está em extinção pelas mãos da sempre encoberta assassina monsanto, sobram televisionadas melancias, peras, samambaias entre outras xepas na miséria ociosa  da "profunda intelectualidade estupidificante" das midiocráticas novelas; ou em programas de culinária do açúcar sem fim.
E por "real" tradição nas "tarefas de automática mulher repetidora", sem pensar no que diz e repetindo de mãe para filha os mesmos paradigmas, as mesmas crendices e programações de dependência e subserviência ao que os homens (seus proprietários) e (principalmente) as outras mulheres no controlador refrão; "o que vão dizer de mim?". São elas as polícias e as carcereiras de si mesmas.

Nesses tempos de manipulações e pseudo liberdade onde as mulheres são melhores quando vistas em obscenos funks televisivos, coristas de faustão e capas de revistas eróticas, cinicamente tratadas pelos homens de forma torpe em nome da moral e dos bons costumes das SUAS famílias, ordem, pátria, senzalas e propriedade; vale entender melhor como O PODER DA CASA GRANDE MANIPULA CORAÇÕES E MENTES para seus fins inconfessos de enriquecimento e dominação perene deste estado de miséria metal, espiritual e física em que nos encontramos inevitavelmente senzalados milenarmente. 

E nesta hora em que o Brasil está na fronteira tênue entre a sonhada e possível autonomia e a definitiva escravidão não vai haver meio termo nem caminho do meio. Lembremo-nos que para a enganadora e truculenta serrista corja escravista o melhor escravo é o idiota que se acha liberto coonestando com seu voto esses mesmos serras ditadores em peles de democratas que secularmente nos escravizam. E nada melhor para o  dominador do que uma mulher sempre aterrorizada, submissa e dominada para garantir-lhe a incapacidade dela criar e educar seus filhos para a liberdade, a autonomia, a solidariedade, o respeito, o amor incondicional a si próprio e ao semelhante.

E há quem ainda se sinta seguro do "fogo do inferno" com tudo isso. Quanta ingenuidade. O inferno é e tem sido esse massacre mental e espiritual aqui e agora, cotidianamente, é a administração dessa miséria humana na abjeta escassez controlada  de tudo (pelos intocáveis banqueiros), e ainda, antes de sermos supliciados, pagarmos escorchantes impostos por tudo isso.

Iludidos pela ditatorial midiocracia, não vemos o poder escravista no alto da pirâmide da casa grande que nos oprime com açúcar e sem afeto criando os problemas fratricidas que nós não temos para apresentar as soluções religiosas, políticas e bélicas que não precisaríamos.
  A humanidade  está numa prisão, iludida e cada dia mais sub e desnutrida DE TUDO. 

Adoecemos (mortalmente) acorrentados aos pés da deusa TV sem poder olhar para o mundo real de plena saúde, beleza, amor e perfeição em que fomos criados para a felicidade infinita.  
São as necessidades escravagistas deles (inconfessas) e não as nossas (confessas) que nos mantém involuntariamente "auto" aprisionados em nossa ingênua ignorância e sob seu controle.


A propaganda cumpre seu eficientíssimo papel de lavadeira cerebral. Vejamos este exemplo...

Avro Manhattan e o INDEX da Igreja de Roma. “The Vatican Billions”
(...) "Antes de iniciar este trabalho, pretendo deixar bem claro que a “Deusa” à qual me refiro não é, de modo algum, a santa mãe de Jesus na carne, Maria de Nazaré, mas uma deusa pagã criada pela mente corrupta da hierarquia romana. O escritor e pesquisador britânico, Avro Manhattan, escreveu 20 livros sobre o Vaticano, os quais foram confiscados pelo INDEX da Igreja de Roma. Dificilmente se pode conseguir um livro do Avro, a não ser em alguma editora corajosa, ou pela Internet. Avro viajou milhares de quilômetros colhendo informações sobre os malfeitos dessa Igreja, principalmente nos países dominados pelo catolicismo. Ele esteve algum tempo no Brasil.

Corajoso e fiel aos seus princípios de expor os erros da Igreja fundada pelo Imperador Constantino, no início do século IV da Era Cristã, Avro foi perseguido, teve de fugir do seu país e faleceu em 1990, nos Estados Unidos.

Em seu livro “The Vatican Billions”, concluído em 1983 e publicado anos mais tarde pela Chick Publications, Avro diz que a fortuna da Igreja Católica, já nos anos de 1973, ultrapassava os 500 milhões de dólares, somente nos Estados Unidos. A riqueza da Igreja principiou a crescer no século 19, depois da aparição das diversas “Nossas Senhoras”, todas elas engendradas pelos Jesuítas. O povo tem acreditado piamente nessas aparições e multidões têm afluído aos “Santuários” edificados com o fito de atrair os tolos, enquanto o dinheiro vai caindo generosamente nos cofres do Vaticano.

No século 16, para evitar que a Reforma chegasse à América do Sul, a “Senhora” apareceu em Guadalupe, México, em dezembro de 1531, a um índio de 57 anos, chamado Juan Diego, o qual era dado ao uso de coca. A lenda é tão floreada que se alguém não conhece bem a Palavra de Deus cai logo nesse conto do vigário. A “Senhora de Guadalupe” tornou-se, com o passar dos anos, a Padroeira das Américas. No século 19 as aparições mais conhecidas foram a de Lourdes e da Salete. Elas aconteceram a tempo de preparar o lançamento do Dogma da Infalibilidade Papal e, junto com o alcance do objetivo desejado, têm carreado milhões em dólares e ouro para os cofres do Vaticano. O grande inventor dessas duas aparições foi o famigerado Pio IX, que, segundo alguns escritores católicos, era megalomaníaco e tinha crises de loucura à noite, quando vagava pelos corredores sombrios do Vaticano, gritando; “Eu sou o caminho, a verdade e a vida...”

Sempre que a Igreja de Roma deseja neutralizar um país ou governo inimigo, apela para a sua “Senhora”. Esta aparece e logo a Igreja consegue tudo que deseja nos campos político e financeiro. Logo depois das “Senhoras” de Lourdes e da Salete, começaram a acontecer novas aparições. Tendo visto o resultado satisfatório destas, a Igreja começou a engendrar novas “descidas do céu”, em vários outros países.

Mais uma “Senhora” apareceu na França, a “Virgem da Medalha Milagrosa”, cuja moeda cunhada renderia lucros contínuos e incalculáveis à “santa madre”. Quanto à vidente, Irmã Catarina, foi canonizada por Pio XII, em 1947 pelo lucro fabuloso que rendeu à igreja. Durante a I Guerra Mundial a “Senhora” apareceu, sob os auspícios de Benedito XV, com o objetivo político de ganhar essa guerra para o Vaticano e seus aliados. De maio a outubro de 1917, anunciando o término da guerra, ela apareceu seis vezes a três crianças analfabetas em Fátima: Lúcia, Francisco e Jacinta, sendo que o destino da vidente mais velha, Lúcia, foi ser internada num convento, pelo resto da vida, sem o direito de comunicação com pessoa alguma, a não ser com o seu confessor jesuíta. As outras duas crianças morreram de pneumonia e desidratação por terem sido obrigadas a jejuar e se abster de água, “a fim de agradar a Senhora”. Naturalmente a hierarquia da Igreja temia que, ao crescer, essas duas crianças pudessem contar a verdade sobre a aparição. Agora, para compensar o “holocausto infantil” praticado, a Igreja acabou de beatificá-las, como se isso pudesse restituir-lhes a vida. Fez com elas o mesmo que havia feito com Joana D’Arc: primeiro matou e depois canonizou, a fim de ficar de bem com o mundo.

O local escolhido para a aparição da “Senhora” foi uma desolada localidade em Portugal. Fátima fora escolhida por ser uma cidadezinha montanhosa, com quase cem por cento de analfabetos, a qual tem o nome da filha de Maomé, o que daria, futuramente, à Igreja a chance de captar as boas graças dos maometanos. Uma das aparições foi acompanhada de um fenômeno um tanto estranho:

O sol empalideceu, girou três vezes ao redor de si mesmo, como se tivesse rodas... E no final dessas convulsivas evoluções, ele pareceu saltar fora de sua órbita e se adiantar na direção das pessoas, num curso em zig-zag, parando e regressando à sua posição normal.

O fenômeno teria sido visto por uma grande multidão, que se apinhava junto às três crianças e “durou doze minutos”. O fato de dois milhões de pessoas no mundo inteiro jamais terem notado o sol se agitando, rodopiando e pulando fora de sua órbita não preocupava a Igreja Católica. Pelo contrário, foi dito às massas ignaras e supersticiosas, dominadas por hipnose coletiva, que acreditassem nesse frevo carnavalesco solar como prova da autenticidade da presença da Virgem e, é claro, de suas mensagens proféticas, as quais se cumpririam à risca.

Conheça toda esta história aqui

Um outro exemplo de como asseclas se comportam servindo às forças desagregadoras manipuladas pelos escravistas. 

 



O Segredo dos Carros Usados

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