O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

MAIS DO MESMO...


Você cala a sua boca! Nós bombardearemos quem nós quisermos! Você está conosco ou está com os terroristas!


Seg, 17 Ago, 03h39

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, chamou a guerra do Afeganistão de uma "guerra de necessidade" para defender os EUA contra outro possível assalto de terroristas que em 2001 lançaram os atentados contra Washington e Nova York. Obama disse que manterá a pressão militar norte-americana na Ásia Central, ao mesmo tempo em que eliminará gastos da defesa considerados um desperdício.


Obama ressaltou sua visão em discurso na Convenção de Veteranos em Guerras Estrangeiras, evento que aconteceu hoje em Phoenix, no Arizona. Ele disse que a guerra no Afeganistão "não é uma guerra de escolha" mas é "fundamental para a defesa do nosso povo". Os terroristas islamitas que maquinaram os ataques de 11 de setembro de 2001 contra Nova York e Washington "estão conspirando para fazer isso de novo" com a ajuda de aliados extremistas no Afeganistão e no Paquistão, disse Obama na conferência.

Ele reiterou que a campanha dos EUA no Afeganistão não será fácil ou rápida e ressaltou que só colocará soldados em perigo quando for totalmente necessário. Obama também afirmou que deu aos militares uma missão clara e os equipamentos e meios para cumpri-la. Obama iniciou uma revisão do orçamento militar que inspecionará como a cúpula militar faz negócios com a indústria bélica. As informações são da Dow Jones.


"Vivemos tempos extraordinários. Caixões embrulhados em bandeiras, com soldados de 18 anos mortos numa invasão fracassada, ilegal e vingativa, desfilam ao longo da uma avenida de Wiltshire. A vitória no Afeganistão está próxima, diz o sardónico Gordon Brown. No programa Newsnight da BBC, o heróico polícia militar afegão, Malalai Joya, no seu inglês limitado, tenta contar ao público britânico que o seu povo está a ser reduzido a pedaços em seu nome: 140 aldeãos, na maioria crianças, na província de Farah. Para eles não há desfile. Não têm nomes nem rostos. A escamoteação do sofrimento das vítimas coloniais da Grã-Bretanha e da América é um artigo de fé dos meios de comunicação, uma tradição tão entranhada que não necessita de instruções.

A diferença hoje é que a maioria do povo britânico já não se deixa enganar. Os leitores fanáticos de jornais podem dizer "A determinação dos britânicos está a ser posta à prova" como se a Luftwaffe estivesse de novo no horizonte, mas as suas próprias sondagens (BBC/ITN) mostram que o descontentamento popular com as guerras no Afeganistão e no Iraque é mais profundo nas comunidades em que se recrutam adolescentes para ali combaterem. O problema com o público britânico, diz um major reformado do exército no Channel 4 News, é que precisa "de ser formado e educado". Claro que precisa, escreveu Bertolt Brecht em A Solução, explicando que o povo…
Perdera a confiança do governo
E só à custa de trabalhos redobrados
A poderia recuperar. Não seria mais fácil
Então que o governo
Dissolvesse o povo
E elegesse outro?

(mais) por John Pilger


sinto muito me perdoe te amo sou grato

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