O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

AOS MEUS NETOS COM CARINHO PARTE IV



(cont...)

A intercomunicação celular é feita eletromagneticamente.

São energias sutis.

Se este estado desarmonizador de medo persiste desvirtua a conexão com a Divindade que nos mantém em estado de divina harmonia e paz permanente, o nosso corpo físico/químico visível e o invisível se desestabilizam, os três EUS se desalinham, eletromagneticamente deteriorando nosso mar interior onde navegam nossas células; gerando o péssimo funcionamento da vida, e as conseqüências são sempre nefastas.

(Neste parágrafo anterior podemos substituir a palavra “divina” e “divindade” pela expressão campo quântico para os que preferem uma visão do mundo dita “materialista”, ainda que só vejamos 1/000 000 000 da matéria, pois o invisível que compõe a física e a química prepondera sobre o visível e perceptível humano). Para “os materialistas” que nem aceitam o quântico dentro deste conceito, proponho que pratiquem a limpeza de memórias e programações ancestrais repetentes para sair “da caixa do eu” que os trancafia.
O universo é infinito e está em expansão...


Precisamos reler o pequeno príncipe quando nos diz que só vemos bem com os olhos do coração...

Esse estado de equilíbrio ou desequilíbrio só dura enquanto os pensamentos permanecerem nesta freqüência vibracional do pensamento que estiver vigindo.
Daí a proposta de “fé”, “confiança”, “esperança”, “pensamento positivo” para alterar esse estado de desconforto de necessidade do amor incondicional.

E por que é tão difícil isso e em tantas vezes não funciona?


Simplesmente porque o medo está implantado na raiz desde a origem da nossa criação?

Não confundamos medo com o instinto de conservação.

As “autoridades dominadoras” utilizam este fenômeno como arma fundamental para seus objetivos.

Quem está em estado de medo, mal ouve, mal fala, mal vê. Não se pertence, está ao arbítrio de outrem.

E a pergunta de um milhão de dólares é: a quem interessa isso?

A quem interessa ver homens, mulheres, crianças, velhos e moços neste estado real de engendrado terror artificial em esquizofrênico e permanente afastamento da Divindade?

Deixo a critério de cada um a busca sincera desta resposta, faça sempre a si mesmo esta pergunta: A quem e com que objetivo interessa isso?...

A paz do Eu é o estado natural de todos os seres.

O fato é que: aquele que se vê em permanente estado de percepção de sua infinitude divina e perfeita igualmente aos seus semelhantes, está em harmonia com o Divino Criador e liberto da idéia de medo, seu campo de atuação é o amor em seu campo energético da infinita possibilidade.

É onde encontramos a fluência de nossa identidade própria, a paz do Eu, o permanente estar no presente, em zero, aberto às inspirações Divinas. É o campo natural da abundância de tudo o que é bom e só faz bem a si e a todos.

É esse estado de perfeição permanente que não querem que saibamos nos pertence e que existe aqui e agora e para sempre e eternamente. E que, todas as criaturas sem exceção, somos possuidores desde a concepção.
Onde você encontrar o medo encontrará um explorador.
Onde estiver o amor, lá está o Criador.

Mas afinal cadê a tal da mídia nesta história?

A humanidade está em uma prisão midiática. A cada dia que passa são inventadas e vendidas as mais variadas formas de mídias desde a velha televisão, agora digital com um HD embutido, ao mais popular dos celulares sem contar os olhos de milhões de câmeras que nos olham e nos vigiam a pseudo “privada individualidade”.

A mídia se colocou ao serviço das autoridades dominadoras para manter através da alienação em desinformação proposital um tisuname de imagens e sons de lixo midiático que nos aprisiona em um “big brother” de medo competitivo terrorista permanente.

Voltamos à pergunta que não quer calar:
A quem e para que isso que no impuseram desde criança e nos parece tão inofensivo e inócuo, é interessante?

Enquanto prisioneiros do vício da televisão com toda a propaganda de todos os meios disponíveis por eles mesmos criados não percebemos as questões físico/químicas que se opera em nosso interior nefastamente em detrimento da nossa identidade própria.

Enquanto prisioneiros do vício da televisão e seus derivados através do mar de torres de microondas e de todas as torres de transmissões de ondas eletromagnéticas que nos sufocam lentamente, todas as alterações do nosso campo eletromagnético em que existimos naturalmente são artificialmente manipuladas e alteradas.

O afastamento do silencio interior onde podemos escutar nossa Divindade é substituído por um constante e intencional ruído perturbador. Alterações de comportamento os mais variados podem ser atualmente constatados mundo a fora onde a mídia incentiva milhões de seres humanos a literalmente acorrentarem-se aos celulares inúteis brinquedos. Imprestáveis para se falar com o Divino e pedir que nos limpe dessas memórias que nos causam toda esta infelicidade.

Distúrbios afetivos causando o desprezo pela própria vida e da do semelhante são vistos sistematicamente através da mídia como se fosse essa uma natural circunstância desta época de transição onde a compulsão do ter se sobrepõe ao ser. Ora, nenhuma época é de transição, transição para onde? Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato! O Criador está no aqui e agora, eternamente no presente.

O fato é que a mídia nos mantém andando com o freio de mão puxado e insiste em dizer através das tais “autoridades” e dos tais “especialistas” que isso é natural, moderno e verdadeiro. É a moda do medo permanente. A quem interessa isso e com que propósito? Ninguém se responsabiliza pela criação da torre de babel que despreza a vida aterrorizando as massas e acostumando-as à banalização da tortura e morte.
E assim cada vez mais se lotam as igrejas, hospitais, farmácias, delegacias e tribunais; esvaziando as praças, as ruas, as escolas de todo e qualquer interesse pelo saber quem somos em nossa paz divina e perfeita unicidade.

A humanidade entrega aos outros sua mente e entrega ao outros sua responsabilidade e poder de pensar por si mesmo. Ela é consumida pelo temor, especialmente o medo do que a outra pessoa vai pensar de você – o medo de ser diferente e único. Ela procura impor seus dogmas sobre todos e nega o direito de cada um de nós de ser diferente e de ter nosso ponto de vista próprio e único. A mídia global recebe uma concessão pública e investimentos massivos para a manutenção dessa “rede de intrigas”.

(continuaremos...)

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