O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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domingo, 14 de novembro de 2010

Estratégias de manipulação NO DOMINGÃO DA ESCRAVIDÃO


"Os conservadores (a casa grande) esperam que a investigação do genoma humano ajude a provar que a natureza, não ordens sociais desiguais, determinam quem acaba por se tornar doente e pobre. Mas os nossos genes têm-se recusado a cooperar.
"É enganoso supor que a nossa saúde e felicidade são  moldados mais pela herança genética do que pela forma como organizamos nossas sociedades. O determinismo científico não é o caminho para o progresso humano.

"No decurso dos últimos 50 anos, os progressos fulgurantes da ciência cavaram um fosso crescente entre os conhecimentos do público e aqueles possuídos e utilizados pelas escravagistas elites dirigentes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" chegou a um conhecimento avançado do ser humano, tanto física como psicologicamente. O sistema chegou a conhecer melhor o indivíduo médio do que este se conhece a si próprio. Isto significa que na maioria dos casos o sistema detém um maior controle e um maior poder sobre os indivíduos do que os próprios indivíduos. 

E por muitas outras falsas questões impostas, a elite escravagista, mantém a escassez planejada de tudo com o rigor máximo de miséria (todas) e dificuldade de desenvolvimento (todos) , a sua eufemistica (velha) nova ordem mundial garante-lhes a forçosa redução da sua população escrava mantida subdesenvolvida e subutilizada em suas senzala mundiais sem que percebamos o genocídio eugenista já e cada vez mais midiocaticamente encoberto.  Assim é que a acoberta. É a 3ª guerra mundial já em curso acelerado.

Vejamos os dados abaixo à luz dos fatos contemporâneos:


Estratégias e técnicas para a manipulação da opinião pública e da sociedade
por Sylvain Timsit


1- A estratégia da diversão
Elemento primordial do controle social, a estratégia da diversão consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e da mutações decididas pelas elites políticas e econômicas, graças a um dilúvio contínuo de distrações e informações insignificantes.

A estratégia da diversão é igualmente indispensável para impedir o público de se interessar pelos conhecimentos essenciais, nos domínios da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética.

"Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por assuntos sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar, voltado para a manjedoura com os outros animais" (extraído de "Armas silenciosas para guerras tranquilas" )

2- Criar problemas, depois oferecer soluções
Este método também é denominado "problema-reação-solução". Primeiro cria-se um problema, uma "situação" destinada a suscitar uma certa reação do público, a fim de que seja ele próprio a exigir as medidas que se deseja fazê-lo aceitar. Exemplo: deixar desenvolver-se a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público passe a reivindicar leis securitárias em detrimento da liberdade. Ou ainda: criar uma crise econômica para fazer como um mal necessário o recuo dos direitos sociais e desmantelamento dos serviços públicos. 

3- A estratégia do esbatimento
Para fazer aceitar uma medida inaceitável, basta aplicá-la progressivamente, de forma gradual, ao longo de 10 anos. Foi deste modo que condições sócio-econômicas radicalmente novas foram impostas durante os anos 1980 e 1990. Desemprego maciço, precariedade, flexibilidade, deslocalizações, salários que já não asseguram um rendimento decente, tantas mudanças que teriam provocado uma revolução se houvessem sido aplicadas brutalmente.

4- A estratégia do diferimento
Outro modo de fazer aceitar uma decisão impopular é apresentá-la como "dolorosa mas necessária", obtendo o acordo do público no presente para uma aplicação no futuro. É sempre mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro porque a dor não será sofrida de repente. A seguir, porque o público tem sempre a tendência de esperar ingenuamente que "tudo irá melhor amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Finalmente, porque isto dá tempo ao público para se habituar à idéia da mudança e aceitá-la com resignação quando chegar o momento.

Exemplo recente: a passagem ao Euro e a perda da soberania monetária e económica foram aceites pelos países europeus em 1994-95 para uma aplicação em 2001. Outro exemplo: os acordos multilaterais do FTAA (Free Trade Agreement of the Americas) que os EUA impuseram em 2001 aos países do continente americano ainda reticentes, concedendo uma aplicação diferida para 2005.

5- Dirigir-se ao público como se fossem crianças pequenas
A maior parte das publicidades destinadas ao grande público utilizam um discurso, argumentos, personagens e um tom particularmente infantilizadores, muitas vezes próximos do debilitante, como se o espectador fosse uma criança pequena ou um débil mental. Exemplo típico: a campanha da TV francesa pela passagem ao Euro ("os dias euro"). Quanto mais se procura enganar o espectador, mais se adopa um tom infantilizante. Por que?

"Se se dirige a uma pessoa como ela tivesse 12 anos de idade, então, devido à sugestibilidade, ela terá, com uma certa probabilidade, uma resposta ou uma reação tão destituída de sentido crítico como aquela de uma pessoa de 12 anos". (cf. "Armas silenciosas para guerra tranquilas" )

6- Apelar antes ao emocional do que à reflexão
Apelar ao emocional é uma técnica clássica para curtocircuitar a análise racional e, portanto, o sentido crítico dos indivíduos. Além disso, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para ali implantar idéias, desejos, medos, pulsões ou comportamentos...

7- Manter o público na ignorância e no disparate
Atuar de modo a que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para o seu controle e a sua escravidão.


"A qualidade da educação dada às classes inferiores deve ser da espécie mais pobre, de tal modo que o fosso da ignorância que isola as classes inferiores das classes superiores seja e permaneça incompreensível pelas classes inferiores". (cf. "Armas silenciosas para guerra tranquilas" )

8- Encorajar o público a comprazer-se na mediocridade

Encorajar o público a considerar natural e correto o fato de ser idiota, vulgar e inculto...

9- Substituir a revolta pela culpabilidade
Fazer crer ao indivíduo que ele é o único responsável pela sua infelicidade, devido à insuficiência da sua inteligência, das suas capacidades ou dos seus esforços. Assim, ao invés de se revoltar contra o sistema econômico, o indivíduo se auto-desvaloriza e auto-culpabiliza, o que engendra um estado depressivo que tem como um dos efeitos a inibição da ação. E sem ação, não há revolução!...

10- Conhecer os indivíduos melhor do que eles se conhecem a si próprios
No decurso dos últimos 50 anos, os progressos fulgurantes da ciência cavaram um fosso crescente entre os conhecimentos do público e aqueles possuídos e utilizados pelas elites dirigentes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" chegou a um conhecimento avançado do ser humano, tanto física como psicologicamente. O sistema chegou a conhecer melhor o indivíduo médio do que este se conhece a si próprio. Isto significa que na maioria dos casos o sistema detém um maior controle e um maior poder sobre os indivíduos do que os próprios indivíduos.



O original encontra-se em http://perso.wanadoo.fr/metasystems/Manipulations.html .

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .


5 comentários:

  1. Agora vai falar que é isso que acontece, que é isso que é! ein, a gente toma cada porrada e ainda é segregado, ou, no mínimo, sugerido que vá para o hospital psiquiátrico. Mesmo a gente sabendo alguma coisa de psicanálise, entendendo nossas frustrações... somos esquizofrênicos quando abordamos esse assunto. É difícil viu!?

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  2. Caro amigo,tem um bom livro agora a venda aqui em lisboa(não sei se saiu no Brasil)que é "Evolução Espontanea"(um dos autores é biologo)e trata de vários aspectos importantes ,entre os quais da questão do determinismo genético e de como as ultimas descobertas no campo das ciencias(biologia etc)têm desmentido a teoria malthusiana imposta à sociedade após darwin e outros ao serviço das elites,as quais após a revolução francesa ficaram sem as armas de controlo tradicionais(religião dos padres romanos)e então tiveram de procurar nas ciências(ou pseudo-ciencias)justificações para continuar a controlar o povo!
    Tenho links sobre esse livro no blog livros do bilder.

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  3. Thiago e Bilder sou grato, é muito bom ouvir vocês. Faz tempo que ouço pelas costa dizerem: "Esse cara é maluco!" Ou então o cara passa por aqui e escreve: "Já tomou seu gardenal hoje?"

    É a miséria da senzala onde o melhor escravo é o que se julga liberto. Já repararam como incentivam o "funk" e o "tecno"? Não sei se em Portugal tem isso. Mas, aqui no Brasil usam isto para "diluir" o cérebro da "garotada". Não há veículo melhor para embutir os (ainda) desconhecidos "SONS DO SILÊNCIO", a mais diabólica tecnologia de manipulação existente.

    O cara é induzido a cometer um crime que em sã consciência para ele é repugnante. Já repararam com estão "surtando" aparentemente do nada?

    Vibrem amor e exerçam o perdão, e principalmente o "auto-perdão", tenham sempre em mente que não somos isso e eles não são o que pensam que são. Esta é a porta de saída dessa manipulação abjeta.

    Muita paz e gratidão por estarem conscientes nessa existência que estamos experimentando.
    Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato.

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  4. Eu diria que os controladores se sentem tão seguros que as vezes até brincam com essas coisas: como em Matrix por exemplo, o filme original, onde se informa direitinho como as coisas funcionam e dizem explicitamente que essa função de manipulação mental é feita pela Televisão..
    Ou O Show de Truman onde somos informados que nunca saimos de uma redoma de vidro construida pela..Televisão...enfim, como é mesmo a historia do pior cego????

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  5. Pois é lesma, o pior cego é o que se acha liberto dessa escravidão com a qual colabora de bom grado e ainda se insurge "heroicamente" contra os que tentam se libertar. Muito grato pela visita.

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Todos são bem vindos, estamos aqui para compartilhar experiências que nos iluminem, mas, por força de impertinentes baixas vibrações planetárias sou obrigado a moderar os comentários. Para bons comentadores este pingo é letra. Sintam-se em casa. E muito grato pela lúcida carinhosa presença. Venham sempre que lembrarem, se gostarem divulguem, compartilhemos nossas descobertas.Sinto muito, me perdoe, vos amo, sou grato. A faxina é infinita.

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