O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas divinas e perfeitas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, MISÓGINO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
Divindade, pai, mãe, filho em um...Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais lhe ofendemos, à sua família, parentes e ancestrais em pensamentos, palavras, atos e ações do início da nossa criação até o presente, nós pedimos seu perdão... Deixe isto limPar, purificar, libertar, cortar todas as recordações, bloqueios, energias e vibrações negativas e transmute estas energias indesejáveis em pura luz... Assim está feito.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

SANTO ARGUMENTO RELIGIOSO

Convenhamos que há uma grande diferença entre a morte lenta na escravidão possível e a na busca da liberdade.
O preço é viver como escravo cego, surdo e mudo ao que é de direito a todos os seres humanos sem favor de banqueiro ou governante algum ou morrer como Espártaco e seu povo, já cansados de “pão e circo”, arrastando os grilhões e presos às galés em troca da “vida ajoelhada” de apenas continuar respirando o fétido e insalubre ar das senzalas.

A Nova Ordem Mundial escravagista e seus banqueiros da qual agora vê-se que a China faz parte, há milênios usam esse “santo argumento religioso” do inferno da tortura até a morte nas cruzes aos desobedientes, e administram para seu próprio benefício este purgatório em que vivemos a que condenaram à humanidade.
 

Os políticos estão aí para prestar-lhes este serviço porco de barganhar um prato de farinha com água para  os povos nas portas das suas casas grandes. 
O resto; é novela estupefaciente de televisão para manter as mentes em estado de pastosa “alegre” estupidez.
 

Aos "loucos" que se propõem abrir as cadeias para livrar seus semelhantes e mostrar o mundo novo possível resta no mínimo a execração, a forca e o esquartejamento de um Tiradentes exposto ao público como exemplo ou o rabo entre as pernas assistindo copa do mundo, olimpíadas, eleições fajutas e conchavadas e o extermínio genocida televisivo ao vivo (preparatório para o estado de exceção) de marginalizados insurgentes nas favelas do Rio de Janeiro e mundo afora. 

As barricadas que dividem São Paulo  por Michelle Amaral da Silva última modificação 2009-10-20 16:01

Protestos expõem insatisfação das periferias em face às diversas formas de violência a que são submetidas
Protestos expõem insatisfação das periferias em face às diversas formas de violência a que são submetidas

O helicóptero sobrevoa e flagra as chamas que tomam conta de pneus, entulhos e até de um ônibus em uma avenida interditada. O estampido dos tiros e das bombas se mistura ao barulho de sirenes histéricas de viaturas. Muito corre-corre. A cena descrita narra mais um confronto entre policiais e moradores em uma favela de São Paulo.

Só neste ano, foram pelo menos dez grandes protestos em diversas regiões de periferia da capital paulista, que resultaram em enfrentamentos com a polícia e um saldo de destruição de casas e pertences familiares, pessoas presas e feridas.

Orquestradas, ou não, para coincidirem com os programas policialescos dos finais de tarde, o fato é que essas manifestações parecem expressar a revolta dos moradores contra as tantas formas de exclusão e violência de que são testemunhas diárias.

O caso de Heliópolis

A manifestação mais recente aconteceu em Heliópolis, na zona sul de São Paulo, a maior favela paulistana, com cerca de 100 mil habitantes. Na noite de 31 de agosto, a estudante Ana Cristina Macedo foi assassinada enquanto voltava do curso supletivo, alvejada por um tiro que partiu de um guarda civil metropolitano de São Caetano do Sul, no ABC paulista, que perseguia um grupo suspeito de roubar um carro.

Baleada no momento em que tentava se esconder atrás do carro, Ana Cristina só foi socorrida pelos guardas civis, segundo os moradores, depois da autorização de um policial militar que chegou ao local. Segundo relatos, os guardas teriam segurado a estudante pelos braços e pernas e jogado seu corpo dentro da viatura. A jovem ainda chegou com vida ao hospital, falecendo em seguida.

Sob gritos de "assassinos", os moradores atiraram pedras contra policiais e contra o veículo que foi motivo da suposta troca de tiros. Os manifestantes também montaram barricadas com pneus e pedaços de madeira, além de terem incendiado e apedrejado carros e ônibus. Com apoio do Grupo de Operações Especiais (GOE) e do Grupo de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra), a polícia lançou bombas de efeito moral e tiros de borracha para conter o protesto.

Intensificação

Para a urbanista e relatora especial da Organização das Nações Unidas para o Direito à Moradia Adequada, Raquel Rolnik, "a intensificação dos confrontos tem a ver, de um lado, com a retomada de investimentos em infraestrutura e urbanização, em grande escala, afetando as comunidades e, por outro, com uma atitude mais truculenta, menos negociadora, por parte da prefeitura e governo do Estado na relação com os moradores", argumenta.

Opinião semelhante tem o integrante da União dos Movimentos de Moradia (UMM) Benedito Roberto Barbosa, que atribui o aumento dos protestos à interferência agressiva do poder público nas comunidades, atingidas de forma crescente por grandes intervenções urbanas. "As obras chegam e não levam em conta que aí tem uma comunidade", pontua.

Como exemplo, Barbosa cita o projeto de ampliação da Marginal do Tietê, cujas obras devem remover cinco favelas do entorno, na zona norte. Revoltados, os moradores da Favela do Sapo, localizada na Água Branca, organizaram um protesto contra uma ordem de despejo emitida para 450 famílias e contra a inserção de apenas as cem famílias mais antigas da comunidade em programas habitacionais. Para o restante, foi oferecido apenas o chamado "cheque-despejo", com valores entre 1,5 mil e 8 mil reais.

A mesma situação foi vivenciada pelos moradores de Paraisópolis, na zona sul, onde dezenas de famílias foram despejadas e tiveram suas casas demolidas para dar espaço a obras de "revitalização" da favela. Sem direito à indenização, foi oferecido o financiamento de um novo imóvel e, para as famílias que não tivessem renda suficiente, um "cheque-despejo" de cinco mil reais, um cômodo em um albergue ou uma passagem de retorno para suas cidades de origem.

Esse tipo de política, para Barbosa, traz consequencias negativas não apenas para os moradores, mas para todo o conjunto da sociedade. "A Prefeitura chega com uma proposta de oferecer uma indenização pífia para as famílias, porque isso nem é indenização, é uma vergonha. Então as pessoas vão morar nas margens dos rios e dos mananciais, aumentando os problemas ambientais da cidade", explica.

Raquel Rolnik também critica as medidas, que evidenciam falta de vontade política para solucionar as questões habitacionais. "As desapropriações e despejos forçados não resolvem o problema da falta de moradia. O exemplo do 'cheque-despejo', da prefeitura de São Paulo, é um caso emblemático no qual o poder público empurra o problema com a barriga, sem desenvolver estratégias adequadas para mitigar suas raízes", analisa.

Além destes casos, Barbosa alerta para outras obras que devem ser a causa de mais tensionamentos. Uma delas é a construção de um parque linear na zona leste, como compensação ambiental para a ampliação da Marginal do Tietê, que pretende desalojar cerca de 12 mil famílias dos bairros de São Miguel Paulista e Itaim Paulista.

Na zona sul, a construção de um túnel de 4,5 quilômetros que ligará a Avenida Jornalista Roberto Marinho à Rodovia dos Imigrantes será responsável pelo despejo de aproximadamente oito mil famílias. "É um confronto anunciado, vai ter conflito", prevê Barbosa, que atenta também para a relação entre a força do mercado imobiliário e o discurso repressivo que estigmatiza os moradores. "Como tem amplo apoio do setor imobiliário, a Prefeitura remove as famílias e ainda diz isso, que [quando ocorrem manifestações] todos são bandidos", completa.

Violência policial

A violência policial sistemática nas comunidades também funciona como um catalisador de tensões nas periferias. Para o coordenador auxiliar do Núcleo Especial de Cidadania e Direitos Humanos da Defensoria Pública do Estado de São Paulo Antonio Maffezoli Leite, os conflitos são o resultado final do descontentamento da população de áreas pobres com o tratamento recebido pelas forças de segurança do Estado.

“Pegando o último caso de Heliópolis, em que há perseguição de um suposto bandido que viria de São Caetano, com tiroteio. Fato que jamais aconteceria em um bairro rico. O Rio de Janeiro tem vários casos recentes. Isso acaba só demonstrando uma forma que já é histórica das polícias não só de São Paulo, de como elas veem e tratam os moradores de comunidades carentes" analisa.

As ações da polícia na periferia, de acordo com o Maffezoli, refletem a maneira como a sociedade, em geral, encara seus pobres. "A sociedade brasileira, com esse sistema de desigualdade social, acaba segregando uma grande parcela dela para os guetos, e essas pessoas não são vistas como iguais a todas as outras. As forças de segurança, quando têm que intervir em qualquer coisa, simples ocorrências do cotidiano, acabam usando uma força totalmente desproporcional e uma atuação sem controle", critica.

O defensor público aponta, ainda, que a falta de investigações para abusos policiais e a impunidade, na imensa maioria dos casos, contribuem para a agitação da comunidade. "Normalmente, em casos que envolvem excessos policiais, as investigações são extremamente superficiais e acabam não chegando em lugar nenhum. É exceção que uma armação e um excesso feitos pela polícia acabem sendo desvendado", assegura.

Para o integrante da União de Movimentos de Moradia, é preciso estar atento à repressão nas favelas, na medida em que são graves e crescentes as denúncias sobre abusos policiais. "Acompanhamos com preocupação por causa da violência da polícia, é um desrespeito com as pessoas. A periferia de São Paulo hoje está sitiada, qualquer coisa é motivo para a polícia entrar e matar as pessoas", afirma.

Integração

Para Raquel Rolnik, o fim dos conflitos só cessarão com o fim da separação entre favela e cidade, possibilitada por uma série de medidas que regularizem as comunidades que hoje estão isoladas e sem acesso pleno a serviços públicos. "[Isso] envolve, necessariamente, as ruas estarem no cadastro da prefeitura; o caminhão de lixo da prefeitura entrar no local; todos receberem o carnê do IPTU, mesmo que seja isento do pagamento; regras de uso e ocupação do solo, sobre onde pode haver casas ou comércio etc", explica a urbanista.

Simultaneamente , Maffezoli indica a necessidade de aproximação entre moradores e policiais, a fim de destruir estereótipos. "A polícia comunitária é um pouco isso. O policial está inserido naquele contexto, ele conhece todo mundo, se envolve com aquilo e não é uma força inimiga, uma força externa que chega em um determinado local em algum momento do conflito, vendo aquelas pessoas como inimigas", argumenta.

Veja mapa dos conflitos em 2009:




Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

A JUVENTUDE E AS NOVAS TECNOLOGIAS NAS MÃOS CONSPIRADORAS DA NOVA ORDEM MUNDIAL ESCRAVAGISTA.



A campanha de Obama como "modelo"

 "A Aliança de Movimentos Juvenis (AYM) é a resposta a essa necessidade. Começou com uma reunião em dezembro de 2008, na qual o Departamento de Estado se associou com MTV, Google, YouTube, Facebook, Howcast, AT&T, JetBlue, GenNext, Access360Media e a Faculdade de Direito de Columbia University para reconhecer e convocar aos movimentos do século XXI e dialogar com eles por internet, por primeira vez na história".

 Durante a primeira cúpula da AYM, participaram membros da organização opositora venezuelana Súmate (financiada pela NED e pela USAID) e os criadores colombianos das marchas "Não mais Chávez" e "Um milhão de vozes contra as FARC". Os principais painelistas eram três assessores da campanha de Barack Obama para a presidência, incluídos Joe Rospars, diretor de Novos Meios da campanha; Scott Goldstein, diretor em linha de Obama para a América; e Sam Graham-Felson, diretor de blogging para a campanha Obama 2008. Também participaram Sherif Mansour, de Freedom House; Shaarik Zafar, assessor do Departamento de Segurança Interior dos Estados Unidos (Homeland Security) e oito altos funcionários do Departamento de Estado, juntamente com representantes de diferentes multinacionais da comunicação e das novas tecnologias.

 Os criadores da exitosa campanha "supertecnológica" de Obama se juntaram com as agências de Washington para desenhar a estratégia perfeita. Combinaram duas novas forças na política -a juventude e as novas tecnologias-. Era uma combinação capaz de alcançar o que durante vários anos havia sido uma dificuldade para a CIA: a mudança de regime em países não subordinados aos interesses dos Estados Unidos sem que aparecesse a mão de Washington.

 O movimento estudantil "mãos brancas", na Venezuela, financiado e formado pelas agências estadunidenses; os protestos anticomunistas na Moldávia; as manifestações contra o governo iraniano e os últimos protestos virtuais contra o presidente Chávez são exemplos dessa nova estratégia. As novas tecnologias -Twitter, Facebook, YouTube e outras- são as principais armas e os meios tradicionais, como a CNN e seus afiliados ajudam a exagerar o impacto real desses movimentos, promovendo matrizes de opinião falsas e distorcidas sobre sua importância e legitimidade.

 A Aliança de Movimentos Juvenis é outro capítulo a mais nos planos de desestabilização contra países soberanos anti-imperialistas que rechaçam a dominação imperial. 

A dupla moral de Washington reafirma esse fato. 

Enquanto que o Departamento de Estado promove, financia e patrocina a formação de jovens de outros países no uso das novas tecnologias para desestabilizar seus governos, o uso do Twitter e do Facebook para convocar protestos contra as políticas de Washington dentro dos Estados Unidos é criminalizado. Isso ficou demonstrado há três semanas quando cidadãos estadunidenses foram presos por utilizar o Twitter para informar aos manifestantes contra a Cúpula G20, em Pittsburg, sobre as ações repressivas da polícia.


*Advogada venezuelano-estadunidense
 Traduzido e publicado por Adital.
Eva Golinger *

CPI: MST pode e a Vale não pode?


outubro 22nd, 2009 às 9:50
 TIJOLAÇO.COM
Anete, filha de sem-terra, na foto de Sebastião Salgado, e Agnelli, o bem sucedido. A lei vale para a ela e não vale para a Vale?


Ontem, o Congresso deu número legal para a instalação da CPI que se propõe a investigar supostos repasses de recursos públicos para o Movimento dos Sem-Terra. Você, leitor, já sabe o que há por detrás disso. Não que os repasses não devam existir e seu uso deva ser fiscalizado, como o de quaisquer outros. 

E os excessos ou eventuais crimes cometidos por sem-terras, da mesma forma que deveriam ter sido punidos os responsáveis pelo massacre de Eldorado de Carajás, onde 19 trabalhadores rurais foram brutalmente assassinados. Morte de seres humanos que, até agora, dez anos depois, estão impunes, sem que se veja nenhum furor midiático contra isso.


Bom, vou procurar cada um dos signatários desta CPI e perguntar: se o senhor quer zelar para que não haja desvio de dinheiro público de suas finalidades, gostaria de ter sua assinatura para investigarmos para onde está indo o dinheiro público colocado à disposição da Vale. Sou capaz de apostar que, se somarmos todos os recursos de que possam acusar o MST de mau uso, nem chega na sola do chinelo dos créditos do BNDES concedidos à empresa, incrivelmente controlada pelo Bradesco, que só tem 9% do seu capital.


Os nossos amigos da imprensa, sempre tão indignados, perderam o interesse na Vale, depois que o sr. Agnelli disse que vai seguir o que o Governo quer. Ninguém questionou a afirmação que ele fez - um escárnio à inteligência das pessoas - de que suas ligações com o Brtadesco eram “meramente afetivas”, depois de sair direto de 20 anos no bancão e ir direto para a presidência da Vale.

Assim é o “todos são iguais perante a lei” no Brasil. O Sr. Agnelli pode mandar meter não um, mas centenas de tratores abrirem rombos imensos no nosso território, em áreas desapropriadas pelo Estado para que possa haver a mineração. Nada demais. Um provocador infiltrado ou um insensato derruba - e isso é uma atitude que deve ser punida, sim - alguns pés de laranja em terra pública, adquirida irregularmente por uma empresa (multinacional) de agronegócio e isso é motivo de comoção nacional.

Nós, deputados, juramos uma Constituição que diz que os brasileiros são iguais. Só o que queremos é que uma empresa que explora concessões públicas milionárias, que tem como maiores acionistas entes ligados ao Estado e sujeitos à fiscalização do Tribunal de Contas e que recebe enormes créditos beneficiados do Estado seja investigada como pretendem investigar o MST.
Brizola Neto
SINTO MUITO ME PERDOE TE AMO SOU GRATO

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

O RIO DE JANEIRO CONTINUA LINDO


O Rio de Janeiro continua lindo. O que o enfeia é esta conspiração permanente da Nova Ordem Mundial escravagista.
A ilustração é uma singela coletânea de imagens que ilustraram  publicações ao longo do ano neste blogue.
É quase um "quebra-cabeças", um mapa olhado através de um "microscópio". 
Experimente montar este aparente caos visual , junte os pontos, conecte as pistas.

Há muito mais entre o céu e a terra do que supõem nossa vã credulidade na santa honestidade dos “especialistas”, das "autoridades competentes" e a “lisura” emanada da comandância do mundo encastelada no alto da pirâmide que nos oprime e explora administrando a controlada escassez de tudo para seu perene benefício. Inclusive a desconstrução da "civilização" quando de seu interesse como é o momento criado e gerido pela nova ordem mundial escravagista para fins de redução da população e EXTERMÍNIO DA "MISÈRIA" que eles criam e nutrem. Quanto mais barbárie melhor.


Esta é a (velha) Nova Ordem Mundial. A indústria da morte lhes pertence, criam os bandidos e os mocinhos que lhes garantem seu incalculável faturamento. A mídia golpista também de sua propriedade, insufla as massas para aceitarem como suas a trágica cumplicidade genocida.


Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato!

sábado, 17 de outubro de 2009

Como os conspiradores mantêm as suas garras no mundo

Direto do Livre Pensador 


"Como é que os conspiradores mantêm as suas garras no mundo, e, mais especificamente, as mãos no pescoço dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha? Uma das perguntas que mais se faz é: “Como é que uma entidade pode saber o tempo todo o que está acontecendo, e como é que exercita esse controle?” Neste livro tentarei responder a estas e outras perguntas. A única maneira de conseguirmos compreender a realidade do êxito adquirido pelos conspiradores é mencionando e falando de algumas sociedades secretas, organizações de fachada, órgãos governamentais, bancos, companhias de seguros, multinacionais, a indústria petrolífera e as centenas de milhares de entidades e fundações cujos altos administradores compõem o Comitê dos 300 – o órgão que na verdade controla o mundo e o tem feito há pelo menos 100 anos.
Visto que já existem dezenas de livros escritos sobre o Conselho das Relações Exteriores (CFR, segundo a sigla em Inglês) e os Trilaterais, vamos passar diretamente ao Clube de Roma e à Fundação Marshall da Alemanha. Foi uma revelação para algumas pessoas que o Clube de Roma e os seus patrocinadores usando o nome da Fundação Germânica Marshall, eram dois corpos altamente organizados da conspiração operando sob a fachada da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), e que a maioria dos executivos do Clube de Roma eram provenientes da OTAN. O Clube de Roma formulou tudo o que a OTAN estipulou como diretrizes e, através das atividades do membro do Comitê dos 300, Lord Carrington, conseguiu dividir a OTAN em duas facções: um poder político (ala da esquerda) e a sua antiga aliança militar.
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