O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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sábado, 4 de dezembro de 2010

Turista paulista faz 'tour' no Complexo do Alemão / no sabadão da escravidão



Haverá algo pior do que uma alma pequena e miserável com dinheiro?  
Isto é o que se pode chamar de miséria miserável, o verdadeiro "cloaca news" direto do mundo cão a que chegamos... Imaginem o que vem por aí...  

De muito pouco serviria uma postagem como esta aos cegados pela midiocracia de propósitos genocídas da belicosa escravagista nova ordem mundial. 
Então lembrei que muitos jovens e velhos amigos passam por aqui, e, muitos pela primeira vez. Em consideração deixo meu indignado registro para esta reflexão do sábadão da escravidão. O texto para reflexão nem é tão novo, nem tão velho que não mereça ser lido e relido, inda mais que a foto abaixo o ilustra providencialmente.

Durante muitas décadas o brasileiro escravismo pseudo democrático alimentou esta lucrativa serpente da miséria, das drogas e das guerras, para colher agora (e sempre) o fruto genocída do fratricídio com o qual vai enfim, aos autistas submissos MIDIOTIZADOS que restarem e com sua ALEGRE aquiescência, chipar e senzalar. Não sei o que farão com os "inúteis soldados" perambulando sem emprego por aí.

Nada é por acaso, e, estejam certos de que existem muito mais coisas entre o céu e a Terra do que supõe nossa vã filosofia e o que a NASA publica. Avançam suas “patinhas de gato” enquanto a “casa grande”, com seus INTOCÁVEIS banqueiros, ganhando sempre, MILENARMENTE, de ambas as partes, da própria casa grande e das suas abjetas senzalas. Estão acima da lei, de qualquer uma lei que não lhes favoreça.

Tudo muito bem arquitetado POR ELES e encoberto pela midiocracia de sua propriedade.  

Pesquise mais e conecte os pontos “…duas vertentes, o interior, DONDE SE BUSCARIA QUE A PRÓPRIA SOCIEDADE DEMANDE MAIS “SEGURANÇA” SEM SE IMPORTAR A ORIGEM DA AJUDA; E AO EXTERIOR, ONDE OS PAÍSES CONSIDEREM QUE A INTERVENÇÃO SERIA “HUMANITÁRIA”, DIANTE DOS BANDOS DE CRIMINOSOS QUE SUPERARAM O ESTADO”

http://www.youtube.com/watch?v=Toma8qFg2R0&feature=player_embedded#!
Conecte os pontos… 
Lembrai-vos sempre das “ajudas humanitárias” ao intencionalmente arrasado Haití.

 Turista paulista faz 'tour' no Complexo do Alemão

04 de dezembro de 2010 08h27 atualizado às 09h17

Comentários
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Priscilla pegou um táxi no Centro e foi para as regiões de acesso ao Complexo do Alemão. Foto: Eduardo Nadar/O Dia Priscilla pegou um táxi no Centro e foi para as regiões de acesso ao Complexo do Alemão
Foto: Eduardo Nadar/O Dia


Com uma câmera digital na mão, a paulista Priscilla Tonasso, 26 anos, inaugurou ontem o turismo no Complexo do Alemão. Fascinada pelo Caveirão, ela pegou um táxi, no Centro, e aproveitou a tarde para tirar fotos ao lado dos blindados da Polícia Militar e do Exército, estacionados em pontos estratégicos nos acessos à comunidade.
"Isso é aqui é da hora, meu! Em São Paulo, não se fala em outra coisa que não seja a ocupação do Alemão! Estava louca para registrar esse momento", disse empolgada. Ela integra a comunidade 'Fãs do Caveirão', no Orkut. "Vou postar essas fotos (colocar na Internet). Com certeza, vão bombar entre nós, admiradores", festejou.
Gerente de agência bancária em São Paulo, Priscilla veio ao Rio participar do treinamento de pessoal. "É a segunda vez, esta semana, que venho aqui. Na primeira vez não deu para vir até a zona norte, mas aproveitei o tempo livre para guardar essa lembrança que ficará na cabeceira da minha cama", explica.
Empolgada com as imagens, a bancária pensou em subir no alto do morro, mas foi desencorajada pelo taxista. "Na próxima vez vou até o alto, onde fica o teleférico", garantiu ela, que esteve nas imediações do 16º BPM e em mais quatro acessos da favela.
Priscilla leva na bagagem exemplares de jornais cariocas para mostrar a seus colegas de trabalho. "É legal ver que o território que pertencia ao tráfico agora voltou para a comunidade", completou.
Violência no Rio
O Complexo do Alemão está ocupado pelas forças de segurança desde o dia 28 de novembro. A tomada do local aconteceu praticamente sem resistência numa ação conjunta da Polícia Militar, Civil, Federal e Forças Armadas. A polícia investiga uma possível fuga de traficantes pela tubulação de esgoto do Alemão antes dos policiais subirem o morro. Na quinta, 25 de novembro, a polícia assumiu o comando da Vila Cruzeiro, na Penha. Ambos dominados, até então, pela facção criminosa Comando Vermelho. As ações foram uma resposta do Estado a uma série de ataques, que começou na tarde do dia 21 de novembro. Em uma semana, pelo menos 39 pessoas morreram e mais de 180 veículos foram incendiados por criminosos nas ruas do Rio de Janeiro.
CONECTE COM ESTES OUTROS PONTOS 


 
SINTO MUITO ME PERDOE TE AMO SOU GRATO

2 comentários:

  1. ALDO

    Bom dia

    A questão do tráfico de drogas, e sua relação unha e carne com a elite endinheirada que lhe sustenta, e, ao mesmo tempo brada pelo "fim da violência e o extermínio dos traficantes", merece um "estudo", quem sabe teses de doutorado, mestrado e outras publicações dos sábios.

    A moça da foto é fã do "caveirão", coitada. Ela admira uma máquina de matar traficantes/criminosos da ralé, sem dúvida que, armados e drogados, perigosos e autores das ações de ponta que aterrorizam a população. Mas, o "caveirão", não invade coberturas, não "adentra" condomínios de luxo, e não atropela se não, sub chefes da organização criminosa. A moça é pobre de espírito, é subinformada, só conhece uma parte da história, a que interessa aos donos do "negócio' que seja informada.

    A ocupação do "alemão" foi sem dúvida um golpe no tráfico, fez cair o número de roubos e assaltos por toda a cidade. Quem escravizava a população local foi preso, morto ou escorraçado, alguns pagaram para fugir. Estejamos atentos agora, para que, os novos donos da área, não a transformem em um novo tipo de "senzala".

    Livres só seremos, quando aprendermos a ler o que não está escrito.

    Grande abraço

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  2. Caro BOND, é sempre muito especial e honrosa sua presença lúcida. Este assunto é pra lá de uma tragédia anunciada. É pior; é uma tragédia dolosamente planejada. Sinto muito, sou grato.

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Todos são bem vindos, estamos aqui para compartilhar experiências que nos iluminem, mas, por força de impertinentes baixas vibrações planetárias sou obrigado a moderar os comentários. Para bons comentadores este pingo é letra. Sintam-se em casa. E muito grato pela lúcida carinhosa presença. Venham sempre que lembrarem, se gostarem divulguem, compartilhemos nossas descobertas.Sinto muito, me perdoe, vos amo, sou grato. A faxina é infinita.

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