O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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quarta-feira, 5 de março de 2014

ESTE MUNDO É UMA (admirável) PUTA ROÇA



Em 5 de março

1836 - Samuel Colt produz o primeiro modelo de revólver (calibre 34).
1933 - O Partido Nazista ganha 44 por cento dos votos nas eleições parlamentaristas na Alemanha. Grande Depressão: Presidente Franklin D. Roosevelt declara "feriado bancário", fechando todos os bancos estado-unidenses e congelando todas as transações financeiras, dando início à implementação do New Deal. (fonte)
TRECHO DE "RETORNO À ESPIRITUALIDADE"

Hidemberg Alves da Frota. Março de 2006 – revista Reformador.

Quando o ser humano finalmente aceita a reencarnação como fato da natureza a alcançar a humanidade terrestre em todas as épocas e lugares, sente-se no dever de destinar suas energias, sentimentos e pensamentos ao aceleramento de sua evolução espiritual.
Cansa-se do vazio existencial, do cotidiano angustiado e melancólico, da atenção dispersa, voltada a contemplar convenções e modismos sociais.
Cristaliza a vontade de por um basta a vícios que Traz consigo ao longo de séculos. Agora sabe que não está aqui à toa. Tem missão a executar. Seu bem estar espiritual depende disso. Quanto mais tempo desperdiçar, menos realizado será, maiores as dificuldades para cumprir a finalidade desta reencarnação e enfrentar os equívocos do passado, erros que há muito esperam correção.
Quando jovem, ouviu dos amigos que deveria se divertir, porque tinha a vida inteira pela frente. Quando amadurece á luz da Doutrina Espírita corrói-se de remorso pela mocidade materialista, caixa de ressonância para valores fúteis que o acompanham há priscas eras. Olha par atrás e vê os ensinamentos que reassimila de tempos em tempos para, depois, voltar a abandoná-los no meio do caminho, mesmo sabendo, no intimo, que eram certos. Transcorrido tanto tempo, imitando a própria teimosia, aprende a ouvir sua intuição sussurrar a sabedoria de quem já percorreu muitas sendas e passou da idade de renegar o próprio acervo de experiências acumuladas.
Outra citação

“A maioria das relações humanas consiste principalmente na interação das mentes umas com as outras, e não de seres humanos se comunicando, ficando em comunhão. Nenhuma relação pode florescer por esse caminho, e essa é a razão de tantos conflitos nas relações. Quando a mente dirige a nossa vida, o conflito, as lutas e os problemas são inevitáveis. Estar em contato com o seu corpo interior cria espaço de mente vazia, dentro do qual a relação pode florescer. (página 128 de O poder do agora de Echart Tolle)

Eles ruminam capim enquanto ruminamos memórias. E ainda nos achamos os donos do capim, do pedaço e do gado. E do mundo. Comemos uns aos outros sem a menor cerimônia... desde o pão que o banqueiro amassa até o tudo com açúcar e realçadores de sabor, a mi. Depois vamos as igrejasagradecer ao senhor.
Se correr o gado pega, se ficar o gado come. Este mundo é um matadouro com copas domundo e olimpíadas entre os "melhores" da raça. O gado humano sofre, ente tantas outras mazelas fóbicas, da mais crônica cornofobia. Tanatofobia faz parte da cultura patriarcal de arrecadação de impostos. Ai dos que tentarem ousar dizer que os reis antropófagos estão nús.

Então! Para que servirão aqueles milhões de caixões estocados e campos de concentração espalhados pelos Estados Unidos da América do Norte? O grande irmão. E as guilhotinas? Yankee. Aquele dos eternos Yes we can continuar por mais mil anos. O gado rumina o mesmo lero lero ancestral enquanto olha para a deusa TV e mastiga, mastiga, mastiga e engole o mesmo lixo sempre em nova embalagem.


Em 5 de março de 2014, cinco dias e seis meses depois, e o google, o oráculo, não atualiza minhas postagens nos "blogs rolls" dos bloggers. Continuo de olho neste olho de Órus invisibilizado pela mídia escravagista, e, estarrecido, vejo cada vez mais os outros mundos ditos livres e democráticos se digladiando entre o manobradíssimas "esquerdas" versus "direita" na mais voluntarista perfeita execução do faraônico milenar golpe do "dividir para escravizar". É o inacreditável plano escravos fields for ever and ever na canalhocracia dos que restarem desta carnificina oferecida aos deuses antropófagos da velha nova ordem mundial em estado acelerado de implantação...
Oprimindo e achincalhando as mulheres, todas, desde o berço, garantem a escravização das proles infinitamente.

Fukushima é o que mermo? Uma variedade nova de morangos? Abóboras que viram carruagens? Esses japoneses estão sempre inventando coisas... Seria mesmo o crime de lesa humanidade não fossem eles, os da casa grande, os legisladores. Canibais legislam sobre o antropofagismo eles mesmos, os próprios antropófagos. Não ruminam nem mastigam, chupam o sangue das senzalas até não sobrar nem osso. E todo ano tem criança desesperança... Lindo não? Criam-nos como ao gado. E quem não duvida é maluco mermo. GPS e chip garantem não nos transviarmos no admirável mundo novo do perene labirinto do nada cheio de câmeras e arames farpados eletrificados. 
 
Pulei "a cerca" faz uns dez anos, talvez muito mais, não sei bem, acho que já cheguei bagual neste planeta de faxinagem, pulando cercas. A roça Brasil já tem oitenta milhões de usuários da bendita internet e o google vai de face book em popa aboiando a massa... Ainda não escrevi 4º REICH nem uma vez? Pronto, tá escrito. A rural vai atolar outra vez? Arruma a mala aí que nós vai rolá na lama, otra vez. De novo? 
O futuro foi agora.
Manada. Não alimentemos aqueles que nos escravizam, abusam e nos devoram. O Brasil maravilha continuará para sempre cego, surdo e mudo, e, abuzado, fora do "mundo", com esse corpinho de 18 anos para inglês ver. Escravo. Os deuses né brasileiro. Eles né gente. Nem gado. Olho na pressão, tá frevendo; já disse o cantor Lenine. 
Hão de tapar o nosso sol com uma das suas milenares peneiras. Já leram o "noticiário" deste dia 29 de agosto de 2014? Ô corja! Cavalos de Tróia. E você ainda chama a cavalaria?

Ainda não cavou seu buraco? Está atrasado. Tá pastando? Está pensando em salvar-se no plano B? B de bomba H? Nem taí? Ligou o que se foda-se o HAARP e o mundo? A Laura pirou? Acha que podemos livrar nossa cara e ainda assistir a copa e a olimpíada gay nadando em cerveja como uma Esther Williams com bananas mirandas na cabeça? Escreveu e não leu. Baixíssimas frequencias de onda. Boa viagem. Corre com as velas e as malas de remédios dos remédios, e as mochilas flutuantes, porque Fukushima já tá vindo aí... Né Ana? Né Maria? Sou grato.
A rural vai atolar outra vez, novamente, de novo... o de já vú de matrix? Milenar velho de guerra. Arruma a mala aí porquera! Nós vai rolá na lama do chiqueiro otra vez. Se cuida aí galera. O futuro foi agora. Não diga que eu não avisei. Inté quarqué otra hora, vamo vadear, isto é, se o google deixar. Bão! Arrumamalaae! O rango e o merol. E avisa ao povo, quem puder, que eu vortei. Eu já to vendo o mar. Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato. Otra hora nós prosea mais...


2 comentários:

  1. Querido amigo Pajé!
    Acho quem nem mais as vaquinhas têm direito a uma pastagem sossegada, afinal têm de engordar rapidamente para alimentarem a fome do mundo. Elas, que ruminam o nada, continuam sem nada saber, ainda que ruminem. Assim seguem as gentes, ruminando, sem nada saber, sem sequer ruminar ideias, face às cercas postas e são tantas e tantas. Mas as igrejas continuam a crescer, travestidas de novas denominações, em que cada um agora se converte no mestre e guia da manada, porque o pastor transfigurado, assumiu novas identidades, travestiu-se de novos papéis, opera em templos virtuais, ao gosto, nivel e desejo do cliente! Mas… e o dinheiro?! Ah, o dinheiro! O dinheiro, amado participante… Aqui cabe um parêntese: (não se pode usar a palavra discípulo, essa foi banida, substituída, pois não cabe entre seres que se pretendem libertários, “evoluídos”. Ademais, o discípulo não se quer discípulo; o mestre não se diz como tal, ainda que se coloque no lugar de dizer ao outro: não, não, não, não mais é por lá! Agora é por aqui, e depois de amanhã, ensino-lhe como ir por ali... Sim, sim, sim, caro instrutor, palestrante, facilitador, ou coisa que o valha, mas, por favor, nem mestre nem pastor) Voltemos ao dinheiro: Ah, o dinheiro é apenas um investimento, um reconhecimento pela partilha do conhecimento e do templo… Ops, perdão, do tempo. Assim seguimos a ruminar no atoleiro movediço do inexistente tempo, em que o Big Brother não é somente a câmara para a qual ninguém sorri, mas são todos aqueles olhos cegos que se dizem observadores, dos outros, mas jamais de si mesmos. Sim, são eles que denunciam, pois assim o sistema ensinou: que cada um seja o polícia e o juiz do seu irmão, denunciando e condenando – uma forma de agilizar o serviço. O exercício da luta com que nos dominam. A luta como você sempre pontua: fratricida! A rural… esse nostálgico veículo que era o verdadeiro carro-de-boi nos primórdios de Brasília… A rural vai atolar? Vamos atolar? Estamos ficando ‘a-to-la-di-nhos’? De modo algum!!!! No-a-to-lei-ro-es-ta-mos-des-de-sem-pre! Mas há algo de bom no meio disso tudo? Há a alma! Bom, muito bom revê-lo, tão bem, tão remoçado, tão você. Felicidades, querido amigo. Abraços rurais, de roça, de roçado, de cajado, sem portas e sem cadeados! Para você: http://www.youtube.com/watch?v=LhoqSfFzz4Y&feature=share

    Com carinho

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  2. Ana, é difícil responder à sua mensagem comentário isento de admiração.

    "Assim seguem as gentes, ruminando, sem nada saber, sem sequer ruminar ideias, face às cercas postas e são tantas e tantas."

    A estrada é uma só para todos, mas, cada qual com seu cada um em sua rural. A caminho do mesmo destino. Nas cidades ninguém mais vê estrelas. A senzala agradece no escuro da televisão ligada (a deusa), ajoelha e obedece. Sem juízo. E sem culpados... Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato.

    Bom mesmo é rever vocês cheios de carinhos um com o outro. Dessa viagem toda ainda guardo o calor da mão da companheira. Sem medo da rima, o mais virou besteira.

    Com carinho aos dois amigos sempre no coração. Paz e Luz Infinitamente.

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Todos são bem vindos, estamos aqui para compartilhar experiências que nos iluminem, mas, por força de impertinentes baixas vibrações planetárias sou obrigado a moderar os comentários. Para bons comentadores este pingo é letra. Sintam-se em casa. E muito grato pela lúcida carinhosa presença. Venham sempre que lembrarem, se gostarem divulguem, compartilhemos nossas descobertas.Sinto muito, me perdoe, vos amo, sou grato. A faxina é infinita.

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