O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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segunda-feira, 14 de maio de 2012

ESPECULANDO O 4º REICH DO LABIRINTO DO NADA


"A megaprodução Os Vingadores, que reúne os principais personagens da Marvel Comics,  já pode ser considerada um projeto singular em Hollywood.(a foto veio daqui)
Há quem não compreenda o óbvio. Isto pode ser obviável. Obviamente.
O 4º Reich. Mas o que tem isto a haver com o invisibilizado labirinto do nada em questão? Obviedade, suponho.
Nada disso. Alguém um dia destes me perguntou o que é 4º Reich. Ninguém pode reconhecer o que não conhece.
A batalha é pelo domínio da Terra.
Deu para perceber o 4º REICH embutido neste propósito?
Não? Conspiranóico? Eu?
Assim como as palavras são os fatos, e as coisas resultantes das manobras solertes daqueles que administram zelosamente tudo o que não podemos reconhecer porque não nos deixam conhecer.
Perceber não é conhecer. Entre gerações há sempre uma reforma ortográfica. Por que? A verdade precisa ser conhecida. Quem não le, mal fala, mal ouve e mal ve.  As crianças vão a escola e não aprendem nada porque não conhecem as palavras e seus significados. O professor é uma esfinge. 
Conhecer é poder. A ignorância é a fábrica de escravos. "Eles" sabem isto muito bem, por isso construíram o "vítreo labirinto do nada" em que vagamos milenarmente.
O problema não está no analfabetismo. O maior problema é não reconhecermos nas palavras que usamos, ouvimos e não escrevemos, o conhecimento do seus significados. Assim também se dá com as imagens e sons neste cataclismo audiovisual.
Os "economistas", por exemplo, nem todos, usam de jargão para diminuir-nos à estupidez perante sua desimportancia.
Obviedade?
Não. Cassinos...  Mais conhecidos na intimidade por casas bancárias, são a parte fundamental de toda casa grande gerindo suas imensuráveis senzalas.
Tudo nela, a casa grande, gira em torno da abstrata ganância com os dados viciados dos economistas que ajudam a sustenta-la com sua criptografada administração.
Para nós, os que sustentam a pirâmide, é o velho e simples: deve, haver, mas não há... Um tal de Fernando Color de Melo no século passado, um tipo de faraó, logo depois de "eleito", da noite para o dia  deixou todo o seu povo com um "simples" cinquenta reais no bolso furado. Rapou a banca. Quem não os tinha pouco se importou, como de costume.
Administram a escassez planejada de tudo enquanto você se debate agoniado no atoleiro do nada a haver. Tudo isto dentro da legalidade perímetral do eternamente invisibilizado labirinto do nada.
Manter-nos ocupados com falsas premissas para falsos silogismos. 
Resultado: assim como você não compreendeu bem o texto até aqui por causa das palavras que você não conhece, ou não costuma usar, também não compreende o que lhe dão para alimentar o espírito e o corpo através de imagens e sons espetacularmente bem engenhados para mante-lo ocupado neste labirinto do nada em que milenarmente confinam nossa existência.
Consumimos deste modo, horas preciosas do nosso auto conhecimento a respeito da nossa ignorada divina perfeição.
Atentos ao fictício terror ao mundo exterior com seu fabuloso terrorismo dos profissionais a serviço dos da casa grande, vivemos em estado permanente de catatonia como se fosse este o estado natural de ser e viver.
O volume de besteira com que entulham desde a infância nossos cérebros divinos e perfeitos é assustador, o terrível terror.
Resumindo o lero lero:
vejam ao trabalho que se deu alguém calculando detalhadamente os prejuízos das batalhas dos vingadores pelo domínio da Terra.
Em tempo. O sistema se alimenta do lixo que produz. Vingadores são aquele lixo americano do norte, inventado para você, que não é americano do norte, sentir-se absolutamente diminuído em sua "frágil" existência de sub tudo. Sub-urbano, sub-nutrido, sub-desenvolvido, sub-reptício, e, principalmente, sub-humano absolutamente escravo da ignorância de sua divina perfeição.
Vejamos então a espetacular importância do nada de nada no vazio do labirinto do nada em que chafurdamos.

"Xi! Batalhas em “Os Vingadores” gerariam prejuízos de US$ 160 bi
MAIS: Homem de Ferro é preferido dos fãs de "Os Vingadores"
Por FAMOSIDADES
RIO DE JANEIRO - O filme “Os Vingadores” está em cartaz nos cinemas e conta com várias cenas entre os heróis e vilões. A batalha é pelo domínio da Terra.
A empresa Kinetic Analysis, conhecida por analisar os custos econômico de desastres, calculou em US$ 160 bilhões (cerca de R$ 310 bilhões) os danos causados pelos embates no filme. A informação é do site “The Hollywood Reporter”.
Para se ter uma idéia, o valor seria maior que os atentados como o 11 de setembro de 2001 (US$ 83 bilhões, cerca de R$ 160 bilhões) ou o tsunami do Japão, em 2011 (US$ 122 bilhões, aproximandamente R$ 230 bilhões).
Apesar do número alto, um suposto gasto com os desastres de "Os Vingadores" não seria um dos maiores na história do cinema. Em comparação com outros filmes, como “Independence Day”, esse valor seria menor.
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Haja amor incondicional e perdão para prosseguirmos, sem expectativas, em paz e cheios de certeza que a ressoante imortal energia infinita, divina e perfeita de nossas amorosas almas, é o nosso maior tesouro.
Sou grato.


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