"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
“Todos os que me ouvem ousariam concordar comigo, se o medo não lhes fechasse a boca”.


Caros amigos,
este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante faxina espiritual.
2012 continua no 2013, 14, 15, ...; acabando-se sem ter recomeçado...
Nosso mundo é o que supomos conhecer. O que você não sabe não existe.
Todo este debate ressoante (por enquanto) só é possível graças a esta Bendita Internet.
A terceira guerra mundial vai acelerada...
Retiremos os antolhos. Ninguém virá nos salvar... Estamos todos vigiados, não há segredos.
Pensar é, desde sempre, conspiração.

Perceber, compreender e faxinar os programas "jogos de memórias escravagistas" que estão milenarmente sabotando nossas existências é a nossa única saída...
TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, PEDÓFILO, ANTROPOFÁGICO, CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA.
SÃO DIABÓLICOS.
Nada, religião alguma, lei alguma, substituirá a responsabilidade 100% dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós.
Nunca desliguemos nossos detectores de mentiras. Mestre não é o que ensina, é o que não perde a capacidade de compreender...
Estão nos empurrando para a genocida aterradora Guantánamo planetária.
Preparemo-nos para o INIMAGINÁVEL...
O Divino em todos nós é o amor incondicional, não julga nem pune, é o perdão, não guarda mágoas, é a paz, ama incondicionalmente.
Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao amor incondicional.
Você não tem, você É, uma alma. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal e intransferível.
Mantenhamo-nos na vibração do amor, todos os espíritos, corações e mentes estão interconectados.

"Você não pode ensinar a um homem qualquer coisa, você só pode ajudá-lo a descobri-la em si mesmo." - Galileo Galilei.

TODOS SÃO BEM-VINDOS.


Compartilhemos

Share |

sábado, 30 de maio de 2009

A VERDADE SOBRE HDTV - O CONTROLE DA MENTE ATRAVÉS DO "SOM DO SILENCIO"



TV HD Digital - Controle da mente pelo som do silêncio

12 janeiroUm Ott verdadeiro, PhD, ND
Notas do editor

Este é um ensaio extremamente oportuno e importante uma visão geral sobre a tecnologia secreta da tecnoligia de pscotrônicos do Pentágono conhecido como o som silencioso o Spectrum (SSSS) tem sido intensamente usado desde 1990. Eu encontrei primeiramente sobre o uso desta tecnologia do Al Bielek em um vídeo de 1992, feito com Vladimir Terziski.

"Esta tecnologia foi usada contra as tropas Iraquianas em ataques contra as fortificações e bunkers subterrâneos profundos no Kuwait e Iraq, na primeira guerra de golfo em janeiro de 1991.
Os efeitos físicos, emocionais, e psicológicos desta tecnologia eram tão severos que as centenas, das milhares de tropas Iraqianas, se renderam em massa sem disparar mesmo um único tiro contra às forças conduzidas pela coalizão dos E.U.

"Os números relatados nas notícias eram desconcertantes: 75.000 inicialmente e então outras 125.000 tropas (ou mais) Iraqianas sairam de seus bunkers profundos do deserto acenando as bandeiras brancas e caindo em seus joelhos diante das tropas dos E.U. e beijaram literalmente seus captores beijando suas botas e suas mãos e agradecendo aquela oportunidade.

Por que veteranos de oito anos da guerra oriental com Irã, 1980-1988 se comportam desta maneira? Simples. Foram sujeitados a uma alta tecnologia extremamente incompreensível que os reduziu de repente ao nível de crianças dóceis e sentiram-se gratos ainda por sobreviverem àquela experiência torturante.


"Esta tecnologia está a ponto de ser usada, embora em uma forma mais sutil, tênue contra os cidadãos americanos em uma operação altamente classificada e secreta para o controle e manipular da população inteira em conformidade com nossos novos senhores feudais da nova ordem do mundial. Esta tecnologia utilizará uma combinação de transmissores de HAARP, de torres de GWEN, de torres do telefone celulares de microonda, e da tevê a cabo e de uso obrigatório como as caixas de conversores de definição digital de fácil aquisição e que entrarão em sua casa através TV via satélite, tevês com HD ou que aqueles como caixas digitais do conversor que o governo está tão ansioso para lhe ajudar obter e financiar a maior parte do custo em seu interesse.

Mas por que o governo está tão ansioso para ajudar à experiência americana dos cidadãos para usufruir da televisão de alta definição? Isso faz sentido para você? Desde que o governo ficou tão interessado em entretenimento visual de alta qualidade que o congresso passou sem debate a exigência de que a conversão para HD ocorra 17 de fevereiro de 2009 e então subsidiou aproximadamente 90% do custo associado.
 
Supondo haver 200 milhões de aparelhos regulares de televisão na América para serem convertidos em HD, então esses $40 no subsídio do governo pelos 200.000.000 são $8 bilhões de dólares.
"Por que o governo estaria tão ansioso para gastar 8 bilhões de dólares com seus cidadãos para melhorar a nitidez de uma imagem de tevê? Só um ganho muito maior com a tecnologia de HD é a única e razão genuína para gastar tantos dólares dos impostos na conversão de HD?

Pode querer ler esta atualização AQUI.

Digital TV - Mind Control by the Sound of Silence
12 Jan

A True Ott, PhD, ND
Editor?s Note

This is an extremely timely and important essay It overviews a secret Pentagon psychotronics technology known as Silent Sound Spread Spectrum (SSSS) that has been fully operational since the early 1990s. I first found out about the use of this technology from Al Bielek in a 1992 video he made with Vladimir Terziski. This technology was used against battle-hardened Iraqi troops fortified in deep underground bunkers in Kuwait and Iraq in the first Gulf War in January of 1991.

The physical, emotional, and psychological effects of this technology were so severe that hundreds of thousands of Iraqi troops surrendered en masse without firing even a single shot against US led coalition forces.

The numbers reported in the news were staggering: 75,000 and then another 125,000 (or more) Iraqi troops would come out of their deep desert bunkers waving white flags and falling to their knees before approaching US troops and literally kiss their captor?s boots or hands if given the opportunity.

Why would eight year veterans of Middle Eastern warfare (with Iran 1980-1988) behave this way? Simple. They were subjected to a technology that was so extreme and incomprehensible that they were suddenly reduced to the level of compliant children and felt grateful to still be alive in the wake of their mind-wrenching experience.

This technology is about to be used, albeit in a more subtle fashion, against American citizens in a highly classified and covert operation to mind control and manipulate the entire population into ?compliance? with our New World order overlords The technology will utilize a combination of HAARP transmitters, GWEN towers, microwave cell phone towers, and the soon-to-be-mandatory High Definition Digital TV that will enter your home via: a) cable, b) satellite, c) HD TVs, or d) those oh-so-easy-to-obtain ?digital converter boxes? that the government is so anxious to help you obtain and underwrite most of the cost on your behalf.

But why is the government so anxious to help American citizens experience a clearer and more highly defined television picture? Does that make sense to you? Since when is the government so concerned about the visual quality of our televised entertainment that congress would pass an undebated statutory proclamation which mandated that the HD conversion take place on Feb 17, 2009 and and then subsidze about 90% of the associated cost?

I?m only guessing, but if there are 200 million ?regular? televisions in America to be converted into HD, then that $40 in government subsidy per TV × 200,000,000 = $8 billion Why is the government so anxious to spend 8 billion dollars on her citizens to improve the clarity of a TV picture? Or is the recently touted ?additional bandwidth? cover story that supposedly is to be gained with the HD technology the only and genuine reason for spending so much taxpayer dollars on HD conversion?

The second service that this author performs is to ?out? two of our more deceptive CIA/Pentagon ?assets? masquerading under the rubric of natural health advocates Their names are Rima Laibow and her husband, ?former? Major General Albert Stubblebine If your e-mail Inbox has been filling with warnings and articles in recent months about the coming Codex regulations and the ?wonderful? job that Rima and her retired Army husband have been doing to try and stem the tide, then you know who I?m talking about.

Folks, is it time to wake up yet? Or should we just resume our slumber and wait for them to take us away in those spiffy Gunderson cattle cars that Phil Schneider warned us about in 1995 (you know, the ones with the built in shackles and manacles)?
Ken Adachi, EducateYourself.org

Paul Simon, whose family was part of the military-industrialist complex, was very likely a product of the early 1960s military experimentation in Silent Sound mind control, which is clearly what the lyrics of ?The Sound of Silence? convey to those ?in the know?.
Sources:

sexta-feira, 29 de maio de 2009

VIBRANDO POSITIVO Entrevista com Al McAllister


VIBRANDO POSITIVO Entrevista com Al McAllister


Ihaleakala Hew Len é um terapeuta havaiano cujos relatos indicam ter curado um pavilhão completo de pacientes criminais mentalmente doentes sem sequer ver nenhum deles. O psicólogo estudava a ficha do presidiário e logo olhava dentro de si mesmo para reconhecer esse aspecto. Na medida em que ele melhorava, o paciente melhorava. A técnica usada por Len é chamada de Ho’oponopono, processo de auto-cura criado por uma tribo havaiana, a dos kahunas, baseado na conexão com a Energia Divina por meio da simples repetição de uma sequência de quatro frases – “Sinto muito”, “Perdoe-me”, “Te amo”, “Sou grato”. A premissa é de que problemas causadores de desequilíbrio e enfermidades são recordações de memórias negativas que se repetem no subconsciente. Referência no assunto, Dr. Len encantou no mundo inteiro pessoas como o artista plástico Alexandre McAllister, um gaúcho de 55 anos que se tornou um dos principais divulgadores do Ho’oponopono no Brasil. Ele é responsável por duas páginas na internet nas quais divulga os processos da técnica havaiana conforme ensinados pelo Dr. Len e administra um fórum virtual com mais de 600 inscritos. Nesta entrevista exclusiva ao JORNALZEN, McAllister conta como conheceu o Ho’oponopono e por que resolveu se dedicar a difundi-lo.

JORNALZEN – O sr. é artista plástico. Como foi sua trajetória em relação ao método Ho’oponopono?
Alexander McAllister – Conheci o processo do Ho’oponopono através de duas entrevistas com o Dr. Ihaleakala Hew Len em um programa de rádio na internet e com entrevistas do Dr. Joe Vitale, nas quais ele começou a abordar de seu aprendizado e experiências com o Dr. Len. Em julho de 2007 ele lançou o livro Zero Limits [ainda sem versão em português]*, escrito com o Dr. Len, que me arrebatou com a simplicidade e eficácia da técnica. Com a prática e as mudanças que estava presenciando em mim, e que mudavam tudo em minha volta, quis fazer algo para compartilhar, apresentar o Ho’oponopono para mais pessoas aqui no Brasil. Preparei um cartaz, com as frases do Ho’oponopono sobrepostas ą imagem de uma pintura de um belo girassol, e passei a vender pela internet. A partir daí, não parei mais. Veio o fórum, as sessões, e estou engajado cada vez mais. O interessante é que, por não ter viajado aos Estados Unidos nestes dois anos de Ho’oponopono, ainda não conheci o Dr. Len pessoalmente, embora me comunique com ele constantemente. Sou muito grato por sua orientação, principalmente no início, o que me facilitou compreender as sutilezas do processo de “limpeza de memórias”.

JORNALZEN – Fale-nos sobre a essência da filosofia dessa prática.
Al McAllister – Ho’oponopono significa “endireitar o caminho” ou colocar no prumo. Por isso, não considero uma filosofia, pois transcende o intelecto. Não há padrões comparativos de uma infra-estrutura de “escola de conhecimento”. É mais o assumir a responsabilidade pela vida e aprender a vive-la como Revelação. Por ser algo muito pessoal, foge da regimentação e limitações de grupos, conceitos e crenças.

JORNALZEN – Como a prática do ho’oponopono pode ajudar as pessoas no seu dia-à dia?
Al McAllister – Justamente por poder libertar as pessoas de seus padrões limitantes, mostrando que há uma escolha sendo feita a todo o momento. Com o Ho’oponopono, aprende-se a fazer essa escolha conscientemente. A escolha é pelo que se chama de “limpeza de memórias”, as crenças, condicionamentos e “programas” assimilados desde a infância – incluem-se até as crenças e condicionamentos culturais, da formação familiar, das memórias ancestrais de povo, país e religião. Neutralizando-se esses “programas”, a pessoa passa a expressar sua verdadeira essência, seu eu verdadeiro, com menos interferência dos “filtros” limitantes.

JORNALZEN – As quatro frases usadas no processo de limpeza encerram em si um profundo significado de amor incondicional. Gostaria que comentasse a respeito.
Al McAllister – “Te amo” abrange tudo no Ho’oponopono. Primeiro, a pessoa aprende a se perdoar, pelos julgamentos de si e do próximo. Com isso, ela começa a se amar, se reconcilia com o aspecto mais profundo e íntimo do seu ser, o que lhe proporciona o acesso ao lugar onde a paz reina e orienta: o amor incondicional. Tudo através dessas pequenas e singelas frases. Não há como o intelecto/ego entender isso. É a verdadeira transcendência.

JORNALZEN – O que o sr. poderia nos dizer a respeito do que temos visto em noticiários, sobre tanta violência doméstica, contra crianças, redes de pedofilia? Valores sociais invertidos e quase se tornando corriqueiros.
Al McAllister – Esses cenários são expressões desses “programas”. O sofrimento, a dor é real, mas isso é conseqüência da nossa falta de atenção em permitir que esses padrões de pensamento fiquem se repetindo em nós. Pedindo a limpeza dos sentimentos que temos ao saber desses eventos, procede-se a cura em nós – o que pode refletir no mundo “lá fora”. Portanto, não lido com opiniões sobre isso ou aquilo. É o ego que precisa de validação de opiniões, que sente a necessidade de “tomar partido” ou de “fazer alguma coisa”. Não, eu limpo em mim o que está me fazendo presenciar, sentir o mundo dessa maneira.

JORNALZEN – Como o sr. analisa a proposta de nosso jornal, que, diferentemente da maioria, não mostra os fatos citados acima?
Al McAllister – Justamente, o JORNALZEN oferece ao leitor essa opção, de notícia positiva e informação que acrescenta algo de valor ą vida da pessoa. Para que se entulhar de notícia de desgraça e desesperança, o que alimenta e amplia o foco nos padrões de sofrimento, insuficiência e negatividade?

JORNALZEN – Que mensagem gostaria de deixar para os nossos leitores?
Al McAllister – Sou grato pela oportunidade de poder relatar um pouco da minha experiência com o Ho’oponopono. É importante essa divulgação, principalmente através de um jornal tão bem procurado pelas pessoas que querem um mundo melhor para todos. Aos leitores que quiserem se aprofundar mais a respeito do Ho’oponopono, temos muitos materiais e recursos gratuitos nos sites www.hooponopono.forumativo.com e www.hooponopono.com.br.

Campinas – São Paulo: http://www.jornalzen.com.br/
Maio de 2009

*O Livro Zero Limits acabou de ser lançado pela Editora Roca (Lena).

quarta-feira, 27 de maio de 2009

A CHUVA NO NORDESTE E A OFENSIVA DO HAARP COMO ARMA DE GUERRA PARA A MODIFICAÇÃO DO TEMPO. (ATUALIZADO 2013)

"Desconversa é o que não falta vejam só:

Mudança climática já causa 315 mil mortes por ano, diz estudo



"O relatório pede especial atenção às 500 milhões de pessoas consideradas extremamente vulneráveis, por viverem em países pobres propensos a secas, inundações, tempestades, elevação do nível dos mares e desertificação."

NÃO PONHAM MAIS ESTA NA CONTA DO DIVINO CRIADOR, DEUS NÃO TEM NADA COM ISSO!

A mídia corporativa a serviço da NEW WORLD ORDER ou NOVA ORDEM MUNDIAL, JAMAIS NOTICIARÁ A OFENSIVA DO HAARP COMO ARMA DE GUERRA PARA A MODIFICAÇÃO DO TEMPO.

verifiquem as datas nas imagens captadas do site TEMPOAGORA "http://tempoagora.uol.com.br/mapas.html/ são a comprovação de que a natureza está sendo modificada PELA MÃO DO HOMEM por esta ARMA invisível em toda a mídia.

É a destruição de uma população e seu território que normalmente fazem com bombardeios explosivos, agora feito pela modificação controlada do tempo através do HAARP instalado já em vários países sob comando da NOVA ORDEM MUNDIAL capitaneada pelos Estados Unidos da América do Norte e Inglaterra.

Vejam a permanência dessa imagem acima ao longo deste semestre e meses anteriores, pesquisem na internet que a NEW WORLD ORDER QUER CALAR, sobre HAARP e CHEMTRAILS e tirem suas conclusões.
DISSE-ME SEU ZÉ: DEUS NÃO TEM NADA A HAVER COM ISTO... DEUS NÃO É TERRORISTA.
 

terça-feira, 26 de maio de 2009

MEMÓRIAS QUE COMPARTILHAMOS - VII



Terça-feira, 26 de Maio de 2009

O antigo silêncio dos influenciáveis

Qual a lógica que explica o silêncio de "formadores de opinião" sobre determinados temas e um entusiasmo frenético sobre outros? Uma denúncia feita pela revista Carta Capital, em 2004, e o silêncio com que foi recebida pela maioria dos meios de comunicação, pode ajudar a responder essa pergunta.

Nada como folhear revistas e jornais antigos para constatarmos a eterna briga do jornalismo de mercado com fatos que incomodam seus interesses e os dos eternos aliados no campo político. No momento em que tucanos e demos voltam à ofensiva, através de uma CPI que vai bem além da dimensão eleitoreira, adentrando o terreno do entreguismo puro e simples, convém recordar como eram tratadas questões estratégicas nos dois governos de Fernando Henrique Cardoso. Ainda mais quando sabemos que o verdadeiro alvo é o marco regulatório do pré-sal, em um eventual retorno do consórcio neoliberal ao poder.

Voltemos no tempo, mais precisamente a março de 2004. Como reagiria a opinião pública de uma nação soberana se tomasse conhecimento, por meio de conceituada publicação jornalística, que sua Polícia Federal foi comprada por serviços de inteligência de um país estrangeiro? Que as instituições republicanas são inteiramente controladas por redes de espionagem, e setores expressivos da imprensa local cooptados para produzir uma imagem favorável aos interesses da potência controladora?

Seria impossível conter o terremoto político advindo de tais revelações, salvo se um isolamento acústico fosse imediatamente construído por aqueles que elaboram a agenda da opinião pública. E é nesse ponto, no silêncio consensual do complexo midiático, que reside a atualidade deste pequeno artigo.

Reportagem de capa da edição de Carta Capital, com data de 19/3/2004 ,trouxe à tona um personagem que poderia ter saído das páginas de qualquer romance de John Le Carré. Versão tão patética quanto real do "espião que sabia demais", o português naturalizado americano Carlos Costa chefiou o FBI no Brasil de 1999 a outubro de 2003. Na época, em entrevista ao jornalista Bob Fernandes, ele foi categórico:

"Os Estados Unidos compraram a Polícia Federal. Há um antigo ditado, e ele é real: quem paga dá as ordens, mesmo que indiretamente".

Não descartando a possibilidade de alguma agência americana ter grampeado o Palácio da Alvorada e o Itamaraty, Costa disse que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), ao pedir equipamentos e recursos ao mundo todo, "se prostitui".

Não menos contundente foi sua afirmação segundo a qual uma das mais importantes funções da embaixada americana no país era manipular a imprensa brasileira. Usando, eufemisticamente o verbo influenciar, o ex-agente não poderia ter sido mais claro:

"Detectamos jornalistas que sejam pró-América e os convidamos a ir aos Estados Unidos com todas as despesas pagas. Essa não era minha área, mas começa assim. Influenciar é mudar o pensamento contrário aos nossos interesses".

E qual seria o modus operandi? Mais uma vez, Carlos Costa foi direto: "Seja lá o que for necessário. Se é comprar, é comprar, há várias maneiras. Mas deixa isso pra lá".

Eis o cenário da realidade brasileira no reinado de Fernando Henrique Cardoso. Agindo com total desenvoltura, uma profusão de siglas tais como a US Customs, DEA, NAS, CIA e FBI faziam de nossa legislação letra morta e tornavam o conceito de soberania nacional, numa perspectiva otimista, uma hipótese a ser permanentemente verificada. Tínhamos, enfim, polícias compradas e submetidas a comandos externos, uma Abin supostamente controlada e formadores de opinião "influenciados". O quadro se tornava mais dramático quando o monitoramento de setores estratégicos do governo era apresentado como rotina.

O que chamou a atenção, há cinco anos, foi a ausência de repercussão da matéria de Carta Capital no Congresso e, acima de tudo, em outros veículos jornalísticos. Por conta de episódios de gravidade bem menor, o conservadorismo põe-se a falar em crise de governo, perda de capacidade administrativa e riscos à coesão social. Clama-se pela instalação de Comissões Parlamentares de Inquérito e o alarido udenista se reflete nos editoriais das empresas que abrigam aqueles a quem Costa chama de "os influenciáveis".

A título de exemplo, por que a denúncia da revista dirigida por Mino Carta não provocou, à época, a mesma comoção que o destempero do então ministro José Dirceu em entrevista ao jornalista Merval Pereira, de O Globo?

Desde sua publicação, o espaço concedido à reportagem de Bob Fernandes foi praticamente inexistente. Uma ou outra nota, até o abafamento total. Qual terá sido o motivo do silêncio reinante nas redações dos principais jornais e revistas do eixo Rio-São Paulo quando o assunto é a ingerência imperialista na política brasileira?

Há nove anos, Carta Capital sistematicamente denuncia o aparelhamento do Estado por agências americanas. Para ser mais preciso, vem historiando um processo que se inicia em 12/4/1995, quando é assinado o Acordo para Combate ao Narcotráfico, e se estende aos dias de hoje, com a DEA efetuando pagamentos a policiais brasileiros.

Na edição de 3/3/1999, a revista já apresentava a CIA controlando o antigo Centro de Dados Operacionais (CDO). À época, Fernando Henrique Cardoso teve grampeada uma conversa com o então chefe do Cerimonial da Presidência da República, embaixador Júlio César Gomes dos Santos.

A que devemos o silêncio dos "influenciáveis?" Traria a matéria denúncias graves sem a verificação adequada? Ausência de fundamentação empírica que indicasse sensacionalismo ingênuo ou petição conspiracionista? Não, CartaCapital tem feito um belo trabalho investigativo. Na edição de 2004, à riqueza de detalhes somam-se fotos que documentam a desenvoltura de Carlos Costa nos salões do poder.

Seria conseqüência da lógica concorrencial das empresas jornalísticas, ignorar os fatos noticiados por veículos rivais? Ante a magnitude do assunto, era pouco plausível uma argumentação de cunho puramente mercantil. O mais sensato seria aprofundar a matéria, focalizando atores políticos relevantes, diretamente envolvidos na questão, tais como militares e estrategistas.

Estaríamos, então, nos deparando com um fenômeno hierárquico presente no interior do campo jornalístico? A existência de um veículo, e apenas um, que pautaria os demais? A história recente da imprensa brasileira impossibilita tal conjectura. Diferentes publicações puxaram o fio da meada de assuntos relevantes e foram seguidas pelas demais. Basta lembrar que o impeachment de Collor começou nas páginas da revista Veja e os principais escândalos do governo FHC foram inicialmente noticiados pela Folha de S.Paulo.

Talvez o desdobramento mais importante da matéria de capa da revista dirigida por Mino Carta tenha sido a ausência de desdobramentos. O silêncio gritante do resto da mídia realçou ainda mais as palavras do agente Carlos Costa, quando define a ação dos serviços secretos sobre os seus diletos profissionais de redação: "Influenciar é mudar o pensamento contrário aos nossos interesses".

Talvez isso nos ajude a entender o arrazoado de certos colunistas em defesa da CPI da Petrobrás, talvez compreendamos com mais facilidade os princípios que norteiam articulistas zelosos na defesa da política externa que privilegiava os objetivos de grandes conglomerados. Quem sabe, nesse prosaico episódio, redescoberto no folhear de um exemplar antigo da melhor publicação brasileira, esteja desnudada a política editorial de várias publicações.

Alguém pode retrucar que a argumentação desenvolvida no parágrafo acima é simplificadora. Certamente. Mas, enquanto os "influenciáveis" não romperem seu pacto de silêncio, qualquer teoria conspiratória terá relevância analítica. Ou repetindo a sabedoria do senso comum: "Quem cala, consente". Just do it.

É bom relembrar quando uma nova batalha se avizinha.

*Gilson Caroni Filho é professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro, colunista da Carta Maior e colaborador do Observatório da Imprensa.

Fonte: Carta Maior



SINTO MUITO ME PERDOE TE AMO SOU GRATO

sexta-feira, 22 de maio de 2009

JÁ A VENDA



DEPOIMENTOS DE QUEM JÁ LEU

Sinto muito. Me perdoa.Te amo.Sou grata! Terminei de ler seu Livro.Aprendi muito e futuramente pretendo reler várias vezes, assim como faço com o E-book do AL! Obrigada por compartilhar suas experiências.

Aloha Aldo !
Lindo seu livro !
Não tem como ñ se comover c ele.
Muitas emoções...lágrimas e sorrisos, tristezas e alegrias...
É limpeza em cima de limpeza, memórias compartilhadas q vão se transformando em pura luz.....
Minha criança gostou muito da parte do Natal e do Papai Noel ...rs....
Te amo Sou grata !

Leiam o livro , é ótimo !!!
É um grande ensinamento de vida através do Ho'oponopono.
Nesse livro , contando algumas passagens de sua vida, Aldo nos mostra q em limpeza permanente , conseguiu superar tristezas e dificuldades e transformar "memórias ancestrais" em pura Luz !!!
Te amo Sou grata

12 mai

Aldo, Adquiri o livro e já estou degustando. Maravilhoso.

Te amo, sou grata. Na paz do eu.

Li o livro assim que saiu e recomendo a todos que leiam. O Aldo relata suas experiências com a prática do processo e faz comentários ao e-book que certamente ajudarão aos recentemente chegados. Parabéns pelo trabalho, meu amigo, e.... Limpeza incessante!

Eu li e recomendo Te amo, sou grata!!!


MINHA TRAJETÓRIA EM HO'OPONOPONO, SINTO MUITO, ME PERDOE, TE AMO, SOU GRATO!

terça-feira, 19 de maio de 2009

"Vivência O Prtal - Ho'oponopono


Com AL Mcallister

Belo Horizonte, dias 20 e 21 de Junho, Hotel Sol. Vagas limitadas, reserve seu lugar com Luiza Gonçalves luizavirginia@hotmail.com

domingo, 17 de maio de 2009

A direita vem aí, faminta


Os problemas não estão lá fora, estão aqui dentro, em cada um de nós.
NO TEXTO ABAIXO CITADO, excepcional visão do cenário em que nos encontramos como atores repetindo memórias e programações ancestrais, podemos compreender melhor como temos sido 100% irresponsáveis por não assumirmos as escolhas que experienciamos em nossas vidas.
Não temos sido e precisamos, já, cada um de nós, reassumir 100% de responsabilidade sobre a condução de nossas escolhas nesta vida.
"Os problemas" somos nós.
Os políticos estão lá onde nós os pusemos delegando a eles irresponsavelmente a condução de nossas vidas, porque acreditamos nesta ficção que é a "liberdade de escolha", neste sistema mundial montado e gerido por eles, os mesmos "de sempre", que hoje rotulam, esta arapuca, de NOVA (VELHÍSSIMA) ORDEM MUNDIAL.
Fundamental reproduzirmos esta brilhante análise do lúcido JORNALISTA LUIZ CARLOS AZENHA EM VIOMUNDO, para uma profunda, urgente e serena reflexão EM LIMPEZA, em cada um de nós dessas programações e memórias repetentes que nos colocam a mercê dos homens que nos desgovernam e aos quais entregamos irresponsavelmente nossas existências.
"Os tempos são chegados!" A hora é o agora, em limpeza incessante! Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato!
(SAIBA O SIGNIFICADO DESTAS QUATRO FRASES)

"A direita vem aí, faminta.

Atualizado em 17 de maio de 2009 às 17:09 | Publicado em 17 de maio de 2009 às 14:50

por Luiz Carlos Azenha

Ninguém é "de direita" no Brasil. Ninguém assume ser de direita. Mas ela existe, se esconde sob diversos disfarces e representa uma aliança entre grandes interesses econômicos internacionais e grandes interesses econômicos nacionais subordinados àqueles. O tal pacto de elites. Elas fazem concessões pontuais para preservar o essencial: o controle da terra, do subsolo e dos recursos naturais.

O presidente Lula não representou um rompimento com isso. Ele costurou alianças em direção ao centro para garantir a "governabilidade". Hoje o agronegócio manda na agricultura e no meio ambiente, os banqueiros controlam o Banco Central e os recursos naturais do Brasil estão entregues a interesses privados -- da Vale do Rio Doce aos parceiros estrangeiros da Petrobras.

Num quadro de escassez, expresso na crise econômica internacional, a disputa pelo controle dos recursos -- e de como gastá-los -- deve se acirrar em todo o mundo. No Brasil não é diferente. Essa disputa passa pelas eleições de 2010.

Lula, no poder, se comportou como um sindicalista pragmático. Preferiu os acordos de bastidores às ruas. Não trabalhou para estimular, organizar ou vitaminar movimentos políticos de sustentação às propostas de seu governo. Não trabalhou para aprofundar a democracia, isto é, para engajar politicamente os que ascenderam economicamente graças às políticas sociais de seu governo. O que explica a vitória de Gilberto Kassab em bolsões de classe média baixa em São Paulo: eleitores beneficiados por programas do governo federal, despolitizados, gravitaram para o candidato com o melhor marketing televisivo.

Já contei aqui sobre o comício final de Marta Suplicy, que teve a presença de Lula: um belíssimo cenário para gravar a propaganda mas nenhuma vibração popular. Vitória completa da forma sobre o conteúdo, do marketing sobre a política.

Agora, às vésperas de 2010, Lula costura de novo para o centro. O governador José Serra faz o mesmo. Serra limou Yeda Crucius de sua coalizão. A Veja já fez duas reportagens seguidas prevendo a hecatombe da tucana gaúcha. O PSDB já deve ter fechado acordo com José Fogaça, do PMDB, para apoiá-lo como candidato a governador em 2012, em troca de apoio no ano que vem.

Os aliados conservadores de Lula são José Sarney e Michel Temer, o que explica o furor midiático em relação à "farra das passagens". Se ambos fossem aliados de Serra o Congresso não estaria "em crise", nem mereceria tamanha cobertura do eixo midiático Veja-Globo-Folha.

A Folha Online anuncia um acordo entre Serra e o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, pelo qual este seria vice na chapa tucana. Com isso o governador paulista reduz ainda mais a margem de manobra de Lula no PMDB e deixa o presidente da República no colo do trio Sarney-Temer-Renan.

Os acordos acima citados reforçam a posição de Serra no Sul e no Sudeste. Mais ainda se considerarmos que a crise econômica internacional está longe de acabar, que teremos um crescimento interno reduzido este ano e apenas razoável em 2010.

Em entrevista à CartaCapital, Dilma Rousseff disse: "A eleição do Lula, do Evo, da Michelle, da Cristina, do Hugo Chávez, marcam um processo de democratização muito comprometido com os povos dos paises nos quais ocorre".

A diferença é que, no Brasil, o "processo de democratização" foi superficial, não-orgânico e, hoje, depende da sobrevivência política do símbolo dele, Lula. Diante do quadro que descrevi, fiquem de olho: devem aumentar os pedidos para um terceiro mandato ou para que o presidente saia de vice na chapa de Dilma Rousseff.

Quantos bilhões de dólares vale o pré-sal? Quantos bilhões de dólares valem os minérios no subsolo brasileiro? A direita, que nunca chegou a perder o controle da riqueza, vem aí faminta por privatizar cada centavo desses bens públicos, para tomar de volta mesmo as migalhas que Lula distribuiu.


VEJA TAMBÉM OUTRA MANIPULAÇÃO EM CURSO DA NOVA ORDEM MUNDIAL EM

http://tuliovianna.wordpress.com/2009/05/17/o-que-ha-de-errado-com-o-projeto-azeredo/


sexta-feira, 8 de maio de 2009

O PORTAL NO RIO DE JANEIRO


Esteja presente no dia 16 de Maio, você estará fazendo parte de uma vivência fundamental no nosso propósito de firmar o Ho'oponopono da Identidade Própria, e o processo O Portal, no Rio de Janeiro. Aqui é o ponto de partida para o desenvolvimento desse trabalho para o resto do Brasil, é preciso dizer mais? Façam suas inscrições no lbaumfeld@gmail.com , não deixem para a última hora.



http://portalquantum.com/

Assunto: Vivência "O Portal" e Objetivos do Ho'oponopono
Palestrantes: Al McAllister, Zenilde Teles,
Aldo Luiz de Paula Fonseca, Godofredo Florito Vianna e Myrian Marino Martins Soares.
Dia: 16/05/2009
Horário: De 10 às 17:00 horas
Investimento: R$140,00
Inscrições:
1- Na Secretaria da Casa de Padre Pio
2- Atraves do e-mail: lbaumfeld@gmail.com
3- Atraves de depósitos identificados nas contas:
UNIBANCO Agência: 1049 Conta: 102868-3
BRADESCO Agência: 2730 Conta: 7160-9

terça-feira, 5 de maio de 2009

A CRISE É UMA INSTITUIÇÃO!


Quando a crise entrará finalmente em crise?
Cresci ouvindo minha mãe dizer que nunca saímos da crise, dizia que era menina e já ouvia esta estória de “a culpa é da crise”. Crise; entre outras é o "estado de dúvidas e incertezas."
Uma instituição cíclica sempre muito bem conservada.
Há ainda hoje quem acredita que cartão de crédito é um bem naturalmente necessário, não lava a cabeça quando fica regrada, cobre espelhos e guarda tesouras em situação de tempestade, acha que os "chips" salvarão nossas vidas dos terroristas alienígenas, que o mal está na gordura, que vacinas e diagnósticos são remédios.
Paradigmas não nos fazem falta, mas não nos faltarão, pois fazem parte do arsenal de ilusões com que nos aterrorizam.
E não há nada lá fora, mas é imenso o vazio dentro de nós do que é virtuoso e valoroso para todos. Há, e sempre houve, o mundo novo e próspero disponível para todos.
Esse mundo está mantido totalmente encoberto pelo poder ubíquo que nos domina com sua mídia lucrativa e nos aparta opressivamente. Memórias lixo em programações coletivas ancestrais... Muito, muito cansativo tudo isso...
Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato!

sexta-feira, 1 de maio de 2009

DIRETO DO PISTAS DO CAMINHO



A manipulação genética como arma biológica
Quinta-feira, 30 de Abril de 2009


http://www.youtube.com/watch?v=XFAUk7peE2E&eurl=http%3A%2F%2Fpistasdocaminho.blogspot.com%2F2009%2F04%2Fmanipulacao-genetica-como-arma.html&feature=player_embedded
"Pessoal, a coisa parece extremamente grave e por isso coloco no dia de hoje mais um post , além do já colocado sobre a fraude chamada Obama, envolvendo a questão da chamada gripe dos porcos, que fede mais que chiqueiro, porque cheira a illuminati neo-nazi. Abstraiam o rótulo fácil de teoria da conspiração e olhem para os fatos.

O que você vai fazer se o seu filho (a), marido/esposa, pais, amigos morrerem por causa de uma porcaria que eles fabricaram? Gandhi lançou a desobediência civil. Temos um enorme poder na mão e não usamos. Podemos lançar a desobediência consumista e financeira e televisiva. Podemos parar de consumir os supérfluos, coisas desnecessárias que compramos, podemos retirar nosso dinheiro do banco, podemos desligar a tv. Estamos conectados em rede e podemos hoje propagar essa idéia pelo mundo... Podemos falir o sistema sem nenhuma luta ou arma, que não a inteligência e a organização. Pensem. Como fazer isso? Como disseminar essa idéia-ação?"


SINTO MUITO, ME PERDOE, TE AMO, SOU GRATO! LIMPEMOS INCESSANTEMENTE TODO ESTE LIXO QUE DERRAMAM SOBRE NÓS DIA E NOITE! SEJAMOS 100% RESPONSÁVEIS POR NOSSAS PRÓPRIAS VIDAS.
Related Posts with Thumbnails