O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas divinas e perfeitas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, MISÓGINO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
Divindade, pai, mãe, filho em um...Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais lhe ofendemos, à sua família, parentes e ancestrais em pensamentos, palavras, atos e ações do início da nossa criação até o presente, nós pedimos seu perdão... Deixe isto limPar, purificar, libertar, cortar todas as recordações, bloqueios, energias e vibrações negativas e transmute estas energias indesejáveis em pura luz... Assim está feito.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

PARA CONTROLE DA REGIÃO E SEUS RECURSOS


Fidel: Bases dos EUA são para controlar recursos da região

O líder e ex-presidente de Cuba Fidel Castro disse nesta segunda-feira, 10, que os argumentos utilizados para o estabelecimento de sete bases militares dos EUA na Colômbia é um insulto à inteligência e assegurou que o verdadeiro objetivo dos americanos é o controle dos recursos econômicos, o domínio dos mercados e a luta contra as mudanças sociais. Segundo seu novo artigo, as instalações poderão ser usadas para agredir outros países latino-americanos.

"A história não perdoará os que cometem essa deslealdade contra seus povos, nem os que utilizam como pretexto o exercício da soberania para cooperar com a presença das tropas ianques", disse o ex-presidente em seu artigo, divulgado pela imprensa oficial de Cuba.

"A que soberania se referem? À conquista de Bolívar, Sucre, San Martín, O'Higgins, Morelos, Juárez, Tiradentes, Martí? Nenhum deles jamais aceitaria tão repudiáveis argumentos para justifica a concessão de bases militares às Forças Armadas dos EUA", acrescentou.

Castro também adverte que "seria uma grande tragédia" se Washington utilizar as bases colombianas "para provocar um conflito armado entre os povos irmãos".

Segundo o líder, "as forças armadas ianques poderiam promover uma guerra suja como fizeram na Nicarágua e até empregar soldados de outros países treinados por eles para atacar algum país, mas dificilmente o povo combativo, valente e patriótico da Colômbia se deixe levar pela guerra contra um povo irmão como o da Venezuela".

"Se enganam os imperialistas que subestimam igualmente aos demais povos da América Latina. Nenhum deles estará de acordo com as bases militares ianques, nenhum deixará de ser solidário com qualquer povo latino-americano agredido pelo imperialismo", acrescenta.

Por outro lado, Castro nega a ideia de que o acordo se justifique pela luta contra o narcotráfico e disse que "o império não livra a luta contra as drogas dentro de suas fronteiras". "A luta contra as drogas é um pretexto para estabelecer essas bases militares em todo o hemisfério. Desde quando os navios da Quarta Frota e os aviões modernos servem para combater as drogas?", pergunta o ex-presidente, que completa 83 anos no próximo dia 13.

Ele afirma ainda que, em Cuba, o combate ao narcotráfico acontece sem a necessidade de nenhuma ajuda estadunidense. "Como consequência da guerra iniciada pelo narcotráfico, na qual o México envolveu 36 mil soldados, quase 4 mil mexicanos foram mortos em 2009", argumenta o cubano.

Com EFE

Texto: / Postado em 12/08/2009 ás 06:05
SINTO MUITO ME PERDOE TE AMO SOU GRATO

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

MAIS DO MESMO...


Você cala a sua boca! Nós bombardearemos quem nós quisermos! Você está conosco ou está com os terroristas!


Seg, 17 Ago, 03h39

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, chamou a guerra do Afeganistão de uma "guerra de necessidade" para defender os EUA contra outro possível assalto de terroristas que em 2001 lançaram os atentados contra Washington e Nova York. Obama disse que manterá a pressão militar norte-americana na Ásia Central, ao mesmo tempo em que eliminará gastos da defesa considerados um desperdício.


Obama ressaltou sua visão em discurso na Convenção de Veteranos em Guerras Estrangeiras, evento que aconteceu hoje em Phoenix, no Arizona. Ele disse que a guerra no Afeganistão "não é uma guerra de escolha" mas é "fundamental para a defesa do nosso povo". Os terroristas islamitas que maquinaram os ataques de 11 de setembro de 2001 contra Nova York e Washington "estão conspirando para fazer isso de novo" com a ajuda de aliados extremistas no Afeganistão e no Paquistão, disse Obama na conferência.

Ele reiterou que a campanha dos EUA no Afeganistão não será fácil ou rápida e ressaltou que só colocará soldados em perigo quando for totalmente necessário. Obama também afirmou que deu aos militares uma missão clara e os equipamentos e meios para cumpri-la. Obama iniciou uma revisão do orçamento militar que inspecionará como a cúpula militar faz negócios com a indústria bélica. As informações são da Dow Jones.


"Vivemos tempos extraordinários. Caixões embrulhados em bandeiras, com soldados de 18 anos mortos numa invasão fracassada, ilegal e vingativa, desfilam ao longo da uma avenida de Wiltshire. A vitória no Afeganistão está próxima, diz o sardónico Gordon Brown. No programa Newsnight da BBC, o heróico polícia militar afegão, Malalai Joya, no seu inglês limitado, tenta contar ao público britânico que o seu povo está a ser reduzido a pedaços em seu nome: 140 aldeãos, na maioria crianças, na província de Farah. Para eles não há desfile. Não têm nomes nem rostos. A escamoteação do sofrimento das vítimas coloniais da Grã-Bretanha e da América é um artigo de fé dos meios de comunicação, uma tradição tão entranhada que não necessita de instruções.

A diferença hoje é que a maioria do povo britânico já não se deixa enganar. Os leitores fanáticos de jornais podem dizer "A determinação dos britânicos está a ser posta à prova" como se a Luftwaffe estivesse de novo no horizonte, mas as suas próprias sondagens (BBC/ITN) mostram que o descontentamento popular com as guerras no Afeganistão e no Iraque é mais profundo nas comunidades em que se recrutam adolescentes para ali combaterem. O problema com o público britânico, diz um major reformado do exército no Channel 4 News, é que precisa "de ser formado e educado". Claro que precisa, escreveu Bertolt Brecht em A Solução, explicando que o povo…
Perdera a confiança do governo
E só à custa de trabalhos redobrados
A poderia recuperar. Não seria mais fácil
Então que o governo
Dissolvesse o povo
E elegesse outro?

(mais) por John Pilger


sinto muito me perdoe te amo sou grato

domingo, 16 de agosto de 2009

GENERAL CUSTER, O BOM E VELHO BÚFALO BILL...


Meu caro Azenha sou grato.
O que, ou ao que veio General Búfalo Bill, mensageiro da New World Order, oferecendo armas pelo pré-sal? O império nos odeia e despreza e não tem pressa...
E é bom que se diga que não são judeus e sim sionistas anglo-americanos descendentes dos fundadores escravagistas pregadores da democracia e igualdade entre os homens.
Possuidores do maior arsenal de destruição em massa do planeta avançam sobre suas terras "prometidas" (todo o planeta), com o famoso e sempre azeitado "low talk and a big steak.”
Sete bases e a 4ª frota é só o começo...
Os métodos são inimagináveis e inconfessáveis desde o tempo em que a Terra azul não era redonda.
Mais de quatrocentos campos de concentração estão já construídos nos U.S.A. pelo F.E.M.A., por quê? Para quem? Oprimem e mentem ao seu próprio povo quanto mais aos desprezíveis alienígenas; é uma questão de “eugenia” diriam os Kissingers e Rockfellers do alto de suas eternas governâncias... Clintons e Obamas são marionetes...
Enquanto isso, fazendo parte do “velho” plano, deles, prossegue a pantomima do processo "democrático" brasileiro substituindo seis por meia dúzia do mesmo servilismo há 45 anos.

É impressionante ver como se deixam iludir em debates inócuos os “eleitores”, absortos com as programações e memórias surradíssimas de propostas de campanha e lutas partidárias onde a ideologia é sempre o mais do mesmo desde 1500.
Absortos pelo PIG, tentáculo da mesma N.W.O., haja vista a semelhança dos PiGs do mundo, prosegue o ilusório participar do processo pela massa ocupada com seu pão e circo, não podendo enxergar um palmo adiante. É aquele quadro dos cegos guiando cegos, do Brughel.
Aonde foi parar um pingo de lucidez, se havia, depois de Lula apresentar um programa de campanha e eleito pela massa crédula, simplesmente ler a carta aos brasileiro desdizendo-se... Taí o resultado desses anos de "nhenhenhem" sem projeto para o Brasil e com cereja no alto do sorvete derretendo. PSDBESTAS do apocalíse e o DEMO morrem de rir em suas possilgas. ARENAs E MDBs, como ciosos cães de guarda, jamais largaram o filé mingon que a N.W.O. quer degustar nos próximos séculos.
Quem conseguir sobreviver aos próximos três anos verá.
Muitos comentaristas fugiram ao assunto, ainda não caiu a ficha,lamento...

Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato!

PORQUE ONTEM FOI SÁBADO...

Morrnah Simeona

Como todo conhecimento, a Sabedoria Huna evoluiu e incorporou mudanças.
Entre outras coisas, isso vale para a tradicional técnica de resolução de conflitos Ho’oponopono.

A venerada kahuna Morrnah Simeona, que lecionou na Universidade de Havaí, concentrou-se nos conflitos interiores das pessoas. Colocou o foco no papel relevante do subconsciente e seu contato – através do Supraconsciente – com a Divindade.

Acima dos três níveis da mente – subconsciente (unihipili), consciente (uhane) e Supraconsciente (Aumakua) – reafirmou a presença e a ação da Divindade na condução de uma vida harmoniosa. Enquanto à vontade, ao ego e ao longamente enaltecido consciente era retirado seu papel de controlador.

Revolução? Não, evolução em direção a uma psicologia espiritual diferente. Antes de falecer em 1982, Morrnah deu cursos e apresentou sua psicologia nas Nações Unidas. A fundação por ela criada está hoje a cargo de Ihaleakala Hew Len, Ph.D., formado em psicologia pela Universidade de Iowa.

O ponto de partida é a constatação que nosso subconsciente está sobrecarregado por memórias repetitivas, um processo que segundo Morrnah já começou muitas gerações atrás e causa os problemas pessoais atuais. Limpar – e transmutar - tais memórias é uma tarefa que o consciente pode pedir à Divindade, a fim de voltar ao ‘estado zero´ou ‘vazio’ do subconsciente.

É próprio do subconsciente que esse ‘vazio’ pode ser ocupado seja por memórias ou por inspiração. Paralelamente à nova visão do subconsciente, há uma reavaliação da mente consciente. O Dr. Len o diz assim: “Sua mente consciente tenta entender tudo. Mas ela somente percebe 15 bites de informação enquanto há 15 milhões de bites circulando em cada instante. Sua mente consciente não tem nem idéia do que realmente está acontecendo”. (mais)


"Divino Criador, pai, mãe, filho em um.
Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais lhe ofendemos,à sua família, parentes e ancestrais em pensamentos, palavras, atos e ações, do início da nossa criação até o presente, nós pedimos seu perdão. Deixe isto limpar, purificar, liberar,cortar todas as recordações, bloqueios, energias e vibrações negativas e transmute estas energias indesejáveis em pura luz. E assim está feito."
Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.

Petição de Morrnah Simeona criadora do Ho'oponopono da Identidade Própria àquela força que chamam de CHI, Ti, Orgone, Deus, o quantum quântico que nos sustem e às estrelas no infinito em expansão onde tudo está ligado a tudo. Somos emissores e receptores de freqüências de ondas,pense sempre nisso quando estiver pensando...

sábado, 15 de agosto de 2009

Universidade de Nova York na oficina do Teatro do Oprimido


REFLEXÕES PARA SÁBADO DIRETO DO FAZENDO MEDIA
Universidade de Nova York na oficina do Teatro do Oprimido
Por Eduardo Sá, 15.08.2009

Parece uma aula, mas muito divertida. Essa foi a primeira impressão que tive na apresentação de uma oficina com alunas norteamericanas, que vieram à sede do Centro de Teatro do Oprimido (CTO), no Rio, para aprender o método desenvolvido por Augusto Boal. As encenações, no dia 11 de agosto, encerraram uma semana de aprendizado junto aos curingas (artistas multiplicadores) Geo Britto e Bárbara Santos.

É o quarto ano consecutivo que o CTO recebe uma turma da New York University (NYU), que cursa a disciplina Theather of the Oppressed (Teatro do Oprimido) da Steinhardt School of Culture, Education and Human Developmente (Escola de Cultura, Educação e desenvolvimento Humano). Segundo Philip Taylor, diretor de teatro e professor responsável pelo projeto, essa relação se estabeleceu há 30 anos quando um pós-graduando da NYU conheceu o Boal numa atividade em Paris que, posteriormente, levaria o teatrólogo brasileiro à Nova York para dar um curso e estender seu modelo teatral pelo país afora.

A turma de 27 pessoas da NYU, composta por alunos de teatro, artes e drama-terapia, é em sua maioria de norteamericanas de Nova York, Los Angeles, Yale, Havaí, Houston e San Diego, mas conta também com a participação de pessoas da África do Sul, México e Inglaterra. Lauren Sutherland, estudante norteamericana, de 23 anos, ao relatar sua vivência na oficina, afirmou que “é um tipo de teatro muito difícil por ser político, mas a experiência foi ótima. Pena que só tivemos uma semana, o que torna tudo muito corrido, pois normalmente essas técnicas são ensinadas ao longo de seis meses”. Ela elogiou o Teatro-Fórum, uma forma própria e interativa de fazer teatro criada pelo CTO, que ainda não conhecia.

O professor, Philip Taylor, destacou que o Teatro do Oprimido é estudado “porque se trata de ajudar a comunidade, ajudar as pessoas nos seus problemas locais” e a escolha de vir ao Rio com os seus alunos se deu “pelo fato de ser o local de origem do Teatro do Oprimido”. As apresentações e projetos do TO têm um caráter pedagógico, induzindo as pessoas ao questionamento e à conscientização, visa transformar a sociedade a partir de iniciativas locais dentro de um contexto de intervenção política, daí o depoimento do professor.

Na apresentação pública, com entrada franca, os alunos da NYU representaram as cenas criadas durante a oficina. Ocorreram três, cada uma debatendo um tema de opressão, discriminação, dentre outros aspectos do nosso cotidiano. Primeiro, foi feito uma espécie de aquecimento, junto à platéia, durante a arrumação do cenário. Depois, feita a interpretação, os atores perguntam ao público: alguém tem alguma idéia de como poderia ser diferente? De como poderia mudar a situação? Então quem apresenta a alternativa entra em cena, refaz à sua maneira a peça e as pessoas vão conversando a respeito; vários atos são realizados num mesmo enredo. Os brasileiros presentes também fizeram suas intervenções, com os curingas traduzindo ao lado. Ao final, os aplausos também são dirigidos aos expectadores.

Os temas abordados foram: discriminação racial dentro de uma sala de aula; as barreiras religiosas ou de classe nas relações sociais; e a representação de um programa de auditório, satiricamente, mas num contexto em que um soropositivo é estigmatizado em seu tratamento. No desenrolar dessas histórias, você ouve, nas palavras dos curingas, o público ou os atores, reflexões do tipo: “os dois viram a verdade, mas de maneiras diferentes” ou “… mas é uma possibilidade”. Não há pré-determinações, tampouco formatos ou uma estética única, tudo vai sendo construído através do diálogo, na troca, relativizando também com o olhar do outro, uma bela demonstração de desenvolvimento do ser enquanto humano.

Durante os dias 3 e 11 de agosto, além da apresentação foram feitas também atividades externas para os alunos acompanharem o trabalho na prática e entenderem o contexto da realidade local. Participaram, junto a dois grupos populares do TO, de atividades no Manicômio Juciário Heitor Carrilho (antigo Frei Caneca) e no Hospital Psiquiátrico Jurujuba, nos projetos GTO-Liberarte e GTO-Pirei na Cenna, respectivamente. E no dia 6 foi exibido o filme “Jana Sanskriti, um teatro em campanha”, sobre o trabalho de um grupo indiano que desenvolve o TO, seguido de debate com os diretores Sanjoy Ganguly e Sima Ganguly.

Agora todos estão capacitados a multiplicar o Teatro do Oprimido nos seus locais de trabalho, pois a filosofia e seus métodos foram adquiridos. Levaram consigo também lições, muitas delas relacionadas aos direitos humanos, no meio da diversão, pois não faltou descontração.

Uma bela limpeza de memórias compartilhadas com nosso mundo. Sinto muito me perdoe te amo sou grato!

UM SORRISO PARA UM NOVO SÁBADO!



"OS U.S.A. FOI FUNDADO POR UM GRUPO DE SENHORES ESCRAVAGISTA QUE SEMPRE NOS DISSERAM QUE OS HOMENS NASCEM TODOS IGUAIS..."



SINTO MUITO, TE AMO, ME PERDOE, SOU GRATO!

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

AOS MEUS NETOS COM CARINHO... PARTE 2


Algumas capas que fiz durante a décadas de 70 e 80


Uma limpeza particular e absolutamente necessária.

Decepcionado e saído da Escola Nacional de Belas Artes nos difíceis 1964/69, garoto, abandonei o curso sem esperanças e expectativas. Vibrando apenas o meu desejo de trabalhar em paz com as artes gráficas, uma novidade, sem abandonar a pintura, sou “inesperadamente” convidado ao exercício do meu desejo. Fizera um cartaz que visto pelo André Midani, gerente geral da Phonogram, depois Polygram, hoje Universal, desencadeou os novos fatos. A partir daí, e durante a década de 70 e meados dos anos 80 trabalhei para a indústria do disco como artista gráfico, capista e diretor de arte. Uma "viagem" estelar!

Era o bom e velho long-play com capas e contracapas impressas em dois quadrados de 31,1 x 31,1cm. Aos olhos do público dos CDs e Dvds atuais as capas de disco eram verdadeiros “outdoors”. Um espaço maior do que um médio monitor de computador, uma “telona” sem moldura...

Mais de quinze anos dentro de uma "mídia nobre” juntamente com a TV, o radio e o cinema. Assinava as “minhas” capas como Aldo Luiz sem a consciência plena de que estava fazendo História. Eu estava lá com meus três Eus, era feliz no zero e não sabia.

Éramos jovens sonhadores como penso deva ser todo jovem em busca de realizações e oportunidades para expressar nosso potencial ilimitado. Ou não?
Melhor dizer; havia um horizonte finito limitado por memórias ancestrais repetentes que não imaginava em meio a tantas excitantes novas tarefas e responsabilidades.

Escolhera viver meus sonhos, se possível sem perder a ternura jamais.

O que me surpreende e intriga neste momento 2009 olhando e limpando essas memórias, é o quanto somos manipulados pelos verdadeiros donos da mídia em proveito de seus milenares interesses particulares rarissimamente confessos e publicados.

O fascínio do contato com os “astros” e as “estrelas” da música, no meu caso, seus bastidores de fracassos e sucessos me tomavam o coração e o espírito emocionado enchendo-me o ego dividido entre o profissional colaborador e o fã admirador.

Um susto e tanto foram meus primeiros contatos com verbas, planilhas, “budgets”, custos, gastos, concorrências e cifrões enevoando as criações artísticas quando ao final do primeiro ano fui alçado ao cargo de diretor de arte. “Agora você é um patrão menino!” Estava eu às voltas “novamente” com esta memória para mim muito complicada; o bendito dinheiro. Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato!

Agora me parecia uma complicação maior, fazer arte e pensar em verba, custos, lucro, perdas, ganhos, pagamentos, fornecedores, prazos e uma montanha de outras tarefas e papeis jamais falados na escola.

Aliás, em qualquer escola aqui no Brasil, principalmente as de arte. Aqui todos nós discutimos economia e finanças. Somos todos acossados por força do sistema que nos mantém acuados com as mais reles necessidades sempre restauradas de crise em crise. Esperto isso por parte deles, concorda?

Uma questão cultural? É o que apregoam diuturnamente através da mídia. Se assim é, melhor saber que alguém programou de propósito e nós aceitamos em 100% de irresponsabilidade tal estado de desinformação. Jamais se ouviu falar na mídia televisiva ou fora da internet, por exemplo; do The Zeitgeist Movement.

“E dinheiro é energia vital, não há como negar isso. A circulação é importante para manter sua vitalidade e ele voltando para você multiplicado e abundante. Dar implica em receber, são dois lados da mesma moeda: o fluxo da Energia Universal.” Al Mcallister em “O portal”.

O dinheiro é a energia vital, pois sem ele não podemos fazer circular nossas criações, nossa manifestação divina e perfeita em nossas humanas produções sejam elas quais forem.

Um programa há ancestralmente implantado em todos nós e principalmente nos artistas, de “conflito” entre trabalho de arte, criação artística, custo, valor, preço e lucro!

“Artista não pensa nessas coisas”, “É a cigarra cantando enquanto trabalha a formiga”, “O dinheiro não trás felicidade”, “Mais vale um gosto que seis vinténs”, “Dinheiro não é tudo”, “Mais fácil um camelo passar pelo buraco da agulha do que um rico entrar no reino do céu”.

Esses são alguns dos inúmeros exemplos de programações em memórias repetentes que visam depor e indispor-nos contra o bendito dinheiro.

Abrindo e fechando torneiras.

De modo geral se paga bem a “alguns” artistas, pequenos deuses em quase todas as artes. No futebol, por exemplo, para que cumpram seu papel difundindo a escassez sem perceber ao afirmarem que a abundância e prosperidade são para “alguns sortudos” e não para toda humanidade.

Não é a toa que “alguns” recebem o título de rei ou rainha disso ou daquilo e há sempre uma tabela atualizada de milionários dessa ou daquela arte no mundo em todos os veículos midiáticos.

A grande maioria dos artistas jovens e profissionais da mídia mundo afora, responde bem ao processo de inflação do ego em programas de idolatria e acirrada competição entre todos pela fama e riqueza. É milenar esta tática. Perguntem aos gladiadores no império romano. Para os obedientes ao sistema o caminho pode encurtar. Sem esquecer que há os “contestadores”, os rebeldes sem causa que dão muito lucro também.

Aos verdadeiros contestadores do sistema, os que podem desvelar a verdade na mídia, está reservado o ridículo, o fracasso, o ostracismo, a pobreza e até a lei, ou pior. Deixa-se escapar um ou outro de talento incontestável para reforçar a idéia de que a exceção confirma a regra. É o bem aplicado truque do dualismo.

Abre-se então o outro canal de veiculação desta premissa colocando o “merecimento” ao estrelato à obediência aos preceitos estabelecidos de acordo com os interesses pecuniários do investidor como condição elogiosa para “o sucesso”.

A idéia deste “merecimento”, vendida ao público, é posta cinicamente nas mãos da divindade que premia ou castiga. Os intermediários do Deus lá e nós cá, homens auto denominados "autoridades representantes" de todos os negócios e banqueiros por detrás, dão seu jeito de corpo, lavam as mãos e se inocentam de um hipotético fracasso. E a porta para o sucesso se fecha. Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato!

A casa do divino não tem porta.

O dinheiro é bom quando tem e ruim quando falta?
O dinheiro não é bom nem mau, é uma força energética poderosíssima. Energia que faz fluir e circular o Divino de cada um em nós e entre nós. Sem ele quase nada se faz, com ele quase tudo se pode. Dependerá da quantidade e do conteúdo de memórias e recordações em nós dar a ele o bom destino que frutifique em paz e amor para o bem individual e o bem de todos.

Aqueles que detêm e controlam o fluxo do dinheiro interferem no fluxo de energia vital. Interferem na vida. Eles sabem que a abundância do Universo é inesgotável. Cônscios desta afirmação os banqueiros do mundo sabem que abrindo ou fechando a torneira do dinheiro podem, interferindo no fluxo vital, tentar dominar o mundo ao seu gosto submetendo-o às zonas de escassez ou abundancia. Mas, para que isso aconteça é importante que as massas não saibam que isso acontece e está acontecendo, e só é possível enquanto e porque elas não sabem disso.

Mas se a casa do Divino não tem portas e o celeiro Universal do Criador é infinito e em permanente expansão, então como pode haver escassez de qualquer coisa? Algo precisa ser mais bem compreendido e reavaliado por nós.

Enquanto isso não acontece, contrata-se a mídia global para não deixar que isso aconteça.

Durante muitos anos o lucro líquido ia embora para a Alemanha e Holanda, e só ficavam aqui 14% (sob protestos, 10% já seria muito) para reinvestimento alegando alguma necessidade deles para isso. Para se ter uma vaga idéia desse dado ao final de um semestre (década de 70), foram remetidos seiscentos milhões de dólares de lucro líquido para a Holanda. Vazou a informação pela primeira e última vez e nunca esqueci disso. Nessas horas ninguém infamava o bendito dinheiro.

Mas que dinheiro afinal faz essas fortunas?

É o dinheiro das massas que lotam os “circos” com ou sem pão. Nesse caso estamos dentro do setor de “serviços”; do sonhar e fazer sonhar como Alice no país das maravilhas.

Um mundo "glamouroso" quase sempre perfeito de irrealidades e fantasias. A fuga em escapismos de memórias sempre doloridas pela escassez de tudo para quase todos desde os bens materiais mais elementares até os bens do amor e do afeto principalmente.

É do setor de “serviços” o farto dinheiro do “esquizofrênico entretenimento onde rola de tudo", muito, ao qual a arte de corpo e alma, boa ou má, presta serviço às mídias em geral. (Atualmente preza-se em quase todos os veículos, nas mãos ferozes de uns poucos, o mau gosto e a miséria pensante em favor da estupidificação das massas para imposição da barbárie. E como dá dinheiro isso!)

Propaga-se aos sete ventos a idéia de que o bendito dinheiro é privilégio de alguns iluminados.

Distante de qualquer conteúdo ético ou estético, banqueiros num simples digitar de teclados em seus computadores manipulam um dinheiro virtual inexistente em circulação e publicam seus lucros cada vez maiores.

“É a grande ilusão do carnaval, a gente trabalha o ano inteiro por um momento de sonho pra fazer a fantasia de rei ou de pirata ou jardineira, pra tudo se acabar na quarta-feira. Tristeza não tem fim, felicidade sim.”

Continuarei em outra postagem. Limpemos este programa ancestral de memórias de dinheiro, sempre compartilhado, sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato!
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