A "mavilhosa" casa grande e senzala, numa bem humorada genial visão de Paulo Gustavo, ilustração muito séria e descontraída do labirinto do nada em que vivemos...
quarta-feira, 9 de março de 2011
Veja como você é doutrinado para aceitar sua escravidão
Conectando 4 pontos em meio as cinzas do carnaval do resultado do lucrativo investimento do "mísero" bilhão de dólares por ano", espantosamente Michael Moore me parece uma piada...
Será que até este momento ele "ainda desconhece" os mais de 800 campos de concentração espalhados pelos USA prontos para uso (sem falar os de fora dos USA, e que nem sabemos onde estão) e os estocados milhões de caixões para tres defuntos foram financiados e construídos (entre outras barbaridades encobertas), pelos mesmos "400 norte-americanos obscenamente ricos, a maior parte dos quais foram beneficiados no ‘resgate’ de 2008, pago aos bancos, com muitos trilhões de dólares dos contribuintes, têm hoje a mesma quantidade de dinheiro, ações e propriedades que tudo que 155 milhões de norte-americanos conseguiram juntar ao longo da vida, tudo somado." ?
Algo há...
O que os dominadores mais planejaram, querem e precisam são as "revoltas". Lobos de boca bem aberta esperando o chapeuzinho...
Veja como você é manipulado, escravizado, senzalado, e religiosamente doutrinado para não ver, defender e "votar" a manutenção "democrática" do sistema escravista que te oprime e explora.
Imagina que "careta" e cheio de saúde física, mental e espiritual já não é fácil enxergar esta sofisticadíssima conspiração, urdida e sempre atualizada milenarmente; "ressaqueado" em estado de cinzas até à alma de todos os lixos alucinógenos, vai ver o quê?
A maior constatação, é que esta mesma generalizada obsolescência planejada pelos escravistas, desde há muito, já foi também estendida aos seres humanos que senzalam está aí na FARMÁFIA da "medicina oficial" com seus lucrativo$ remédio$ dos remédio$ dos remédio$ e seu$ plano$ de $aúde que não querem ver ninguém com sanidade.
Deveriam chamar-se Planos de Doenças...
2
É do Rosa dos Ventos esta informação, vejamos.
-" Os historiadores renegados de Portugal " ( 3 )
Colombo Português
Os historiadores renegados de Portugal ainda andam mais assanhados com este tema do Navegador Cristóvão Colon ou Colombo ser Português. Porquê? Eles aprenderam erradamente que este navegador nasceu em Génova e depois passaram anos a ensinar a mesma asneira.
Muitos destes historiadores renegados escrevem livros e artigos a defender a teoria que ele nasceu em Génova e alguns chegaram até a receber prémios do Governo Italiano e claro que agora não têm “cojones” para admitir que o que têm estado a ensinar aos seus alunos está errado! Nós em medicina mudamos de diagnóstico sem acanhamento nenhum, porque queremos o bem do doente, queremos curar o doente.
Não tomamos uma atitude “daqui não saio, daqui ninguém me tira”, como acontece com os historiadores! Para se fazer o diagnóstico científico da Portugalidade do Navegador Cristóvão Colon, é muito fácil se examinarmos os documentos coevos sem inventarmos fantasias baseadas na cabala ou imagens em espelho! Basta concentrarmo-nos nos seguintes dados:
(1) Duas Bulas Papais de 3 e 4 de Maio de 1493, que existem na Biblioteca do Vaticano, apresentando os seus textos totalmente escritos em latim, mas tendo o nome do Navegador escrito em português antigo ou seja: Cristofõm Colon.
(2) A Sigla do Navegador é muito simples se soubermos os significados da pontuação grega e certos termos próprios em latim e hebraico. Estas interpretações seriam um exercício fora do vulgar para todos os alunos de história.
(3) O Monograma do nome Salvador Fernandes Zarco
(4) A Bênção hebraica para o Filho Legítimo Diogo Colon
(5) O Brasão do Cristóvão Colon com as Quinas de Portugal
(6) Os 40 topónimos portugueses que o Navegador pôs a muitas ilhas das Caraíbas depois das quatro viagens que ele fez.
(7) Já se fizeram as análises do ADN em 477 homens oriundos de Espanha, do sul de França e do Norte de Itália, os quais assinaram os seus nomes testemunhando que eram descendentes directos do Navegador. Os resultados científicos provaram que NENHUM destes 477 IMPOSTORES tinha um cromossoma Y igual ao cromossoma Y do filho Fernando Colon e ao cromossoma Y do irmão Diogo Colon, (irmão do Navegador), os quais foram encontrados nos seus respectivos ossos preservados nos mausoléus na Catedral de Sevilha. Portanto já podemos concluir que baseados nos estudos científicos do ADN o Navegador Cristóvão Colon não podia ter sido italiano, nem francês, nem espanhol !!!
(continua)
NOTA: quem quiser documentar-se sobre este assunto pode ler o livro "Cristóvão Colombo Português" do autor do artigo acima e
o excelente trabalho de Mascarenhas Barreto intitulado "O Português Cristóvão Colombo Agente Secreto do Rei D. João II", publicado em 1988.
AN
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Nova Bíblia norte-americana
muda palavras como "holocausto"
Qua, 02 Mar, 09h16Por Andrew Stern
CHICAGO (Reuters Life!) - A nova edição de uma das mais populares Bíblias em inglês vai substituir termos como "espólio" e "holocausto" a fim de melhor refletir a compreensão moderna, disse um grupo católico na quarta-feira.
Cerca de 50 acadêmicos de todos os credos e uma comissão de bispos católicos trabalharam desde 1994 na atualização da Nova Bíblia Americana, a primeira revisão desde 1970, segundo a Conferência dos Bispos Católicos dos EUA.
A nova edição será lançada a partir da Quarta-Feira de Cinzas por 12 editoras. "É uma bela tradução, uma nova maneira de olhar para um velho amor", disse Mary Sperry, que supervisiona o licenciamento da Bíblia para os bispos.
As mudanças vão além das alterações de algumas palavras, e incluem novas notas para auxiliar o leitor a compreender a interpretação católica dos conceitos bíblicos, disse Sperry. O Livro dos Salmos, por exemplo, ficou com mais de 70 mil palavras, entre textos e notas.
As revisões refletem com mais precisão as traduções do hebraico antigo e as versões grega do Antigo Testamento, além da constante evolução da linguagem moderna, disse Sperry.
Por exemplo, a palavra "holocausto", que para a maioria das pessoas refere-se ao genocídio dos judeus na Segunda Guerra Mundial, foi alterada para "queima de oferendas", que esclarece a ideia original e positiva de fazer oferendas a Deus.
"Booty" -- que em inglês coloquial passou a ter conotação sexual, como nádegas -- foi alterado para "espólios de guerra"; "cereal" -- que muita gente associa a cereais matinais -- virou "grãos", para falar de trigo.
Numa passagem de Isaías 7:14 que prevê a vinda de Jesus, a expressão "a virgem" passará a ser "a jovem", tradução mais fiel do hebraico "almah."
Mas Sperry alertou que "os bispos e a Bíblia não estão sinalizando qualquer tipo de mudança na doutrina do nascimento virginal de Jesus, absolutamente nenhuma."
A nova edição retoma versões mais poéticas do Salmo 23, ao dizer: "Ando pelo vale das sombras da morte", em vez de "vale escuro." E "viverei na casa do Senhor pelos próximos anos" virou "por dias intermináveis", o que segundo Sperry carregava um significado mais profundo e esperançoso.
A atual edição da Nova Bíblia Americana vendeu mais de 1 milhão de exemplares no ano passado, principalmente nos Estados Unidos, Filipinas, Índia e África. A nova versão pode gerar uma alta nas vendas, previu Sperry.
A edição estará disponível em vários formatos: como um livro familiar de capa dura, uma brochura básica, como livro eletrônico, como aplicativo para celulares e numa versão em braile.
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8 de março de 2011 às 15:07
Michael Moore: O povo, unido, jamais será vencido
"Ao contrário do que diz o poder, que quer que vocês desistam das pensões e aposentadorias, que aceitem salários de fome, e voltem para casa em nome do futuro dos netos de vocês, os EUA não estão falidos. Longe disso. Os EUA nadam em dinheiro. O problema é que o dinheiro não chega até vocês, porque foi transferido, no maior assalto da história, dos trabalhadores e consumidores, para os bancos e portfólios dos hiper mega super ricos.
Hoje, 400 norte-americanos têm a mesma quantidade de dinheiro que metade da população dos EUA, somando-se o dinheiro de todos.
Vou repetir. 400 norte-americanos obscenamente ricos, a maior parte dos quais foram beneficiados no ‘resgate’ de 2008, pago aos bancos, com muitos trilhões de dólares dos contribuintes, têm hoje a mesma quantidade de dinheiro, ações e propriedades que tudo que 155 milhões de norte-americanos conseguiram juntar ao longo da vida, tudo somado. Se dissermos que fomos vítimas de um golpe de estado financeiro, não estamos apenas certos, mas, além disso, também sabemos, no fundo do coração, que estamos certos.
Mas não é fácil dizer isso, e sei por quê. Para nós, admitir que deixamos um pequeno grupo roubar praticamente toda a riqueza que faz andar nossa economia, é o mesmo que admitir que aceitamos, humilhados, a ideia de que, de fato, entregamos sem luta a nossa preciosa democracia à elite endinheirada. Wall Street, os bancos, os 500 da revista Fortune governam hoje essa República – e, até o mês passado, todos nós, o resto, os milhões de norte-americanos, nos sentíamos impotentes, sem saber o que fazer. (...)"1. Controlam todas as comunicações. Como são donos de praticamente todos os jornais e redes de televisão, espertamente conseguiram convencer muitos norte-americanos mais pobres a comprar a versão deles do Sonho Americano e a eleger os candidatos deles, dos ricos. O Sonho Americano, na versão dos ricos, diz que vocês também, algum dia, poderão ser ricos – aqui é a América, onde tudo pode acontecer, se você insistir e nunca desistir de tentar! Convenientemente para eles, encheram vocês com exemplos convincentes, que mostram como um menino pobre pode enriquecer, como um filho criado sem pai, no Havaí, pode ser presidente, como um rapaz que mal concluiu o ginásio pode virar cineasta de sucesso. E repetirão essas histórias mais e mais, o dia inteiro, até que vocês passem a viver como se nunca, nunca, nunca, precisassem agitar a ‘realidade’ – porque, sim, você – você, você mesmo! – pode ser rico/presidente/ganhar o Oscar, algum dia!
A mensagem é clara: continuar a viver de cabeça baixa, nariz virado p’ro trilho, não sacuda o barco, e vote no partido que protege hoje o rico que você algum dia será.
2. Inventaram um veneno que sabem que vocês jamais quererão provar. É a versão deles da mútua destruição garantida. E quando ameaçaram detonar essa arma de destruição econômica em massa, em setembro de 2008, nós nos assustamos. Quando a economia e a bolsa de valores entraram em espiral rumo ao poço, e os bancos foram apanhados numa “pirâmide Ponzi” global, Wall Street lançou sua ameaça-chantagem: Ou entregam trilhões de dólares do dinheiro dos contribuintes dos EUA, ou quebramos tudo, a economia toda, até os cacos. Entreguem a grana, ou adeus poupanças. Adeus aposentadorias. Adeus Tesouro dos EUA. Adeus empregos e casas e futuro. Foi de apavorar, mesmo, e nos borramos de medo. “Aqui, aqui! Levem tudo, todo o nosso dinheiro. Não ligamos. Até, se quiserem, imprimimos mais dinheiro, só pra vocês. Levem, levem. Mas, por favor, não nos matem. POR FAVOR!” (...)Leia todo o discurso AQUI
Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato.
terça-feira, 8 de março de 2011
Um "mísero" bilhão de dólares por ano
Talvez daí venha a milenar famosa sentença: " Pai, perdoai-os, eles não sabem o que fazem..."
http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/artigo.aspx?cp-documentid=27920585
Um "mísero" bilhão de dólares por ano é O QUE INVESTEM em propaganda para manipular você e sua infantilizada inteligência através da midiocracia vigente.
Mentem, corrompem, torturam, matam, conspiram como respiram enquanto você, escravo que se julga livre para escolher seu arbítrio, compra o que eles querem que você compre.
Fazendo com O DINHEIRO DELES, o qual você criou com seu trabalho escravo, e que você nunca tem, as coisas que não precisa para ser um ser humano livre. E você, ainda "reclama" e alegremente agradecido ao SENHOR, paga adoráveis juros sobre juros nos cartões chipados que lhe atenazam às masmorras do anestesiante "consumismo" dos adoráveis falsos brilhantes.
A guerra que você não nunca vê e desdenha é uma guerra contra você. Sempre.
É a guerra da RECICLADÍSSIMA escravagista (velhíssima) nova ordem mundial com seus INTOCÁVEIS BANQUEIROS DONOS DE TODAS AS SENZALAS, inclusive as luxuosas que recebem "benefícios" por SUA "ESPONTÂNEA" capatazia contra qualquer possibilidade de liberdade do pensamento humano e a insurgente desobediência e libertação de seus milhares de milhões milenares escravos.
Milhões de drogados, cegados, e infantilizados na alienação de SEUS CORPOS, ALMAS, CORAÇÕES E MENTES, entregam de "bom grado", sem saber que divinos e perfeitos em sua essência estão sendo aliciados para aceitar, o imposto "democraticamente", PROGRAMA CRIADOR E GERENCIADOR de suas torturadas vidas prisioneiras no labirinto do nada por uma anestesiante "over" dose de ESCAPISMO.
Direto do ECOCÍDIO
Veja também para que serve este mesmo bilhão de dólares
http://infinitoaldoluiz.blogspot.com/2011/01/john-pilger-war-you-dont-see.html
E ainda escarnecem das senzaladas "comemorando" no dia de hoje o dia internacional da "mulher".
Em breve no Brasil? Ou já está acontecendo e a midiocracia não nos mostra?Tunisia, Egypt, Libya...Canada
Bill Blair is the Chief of Police of Toronto.
In support of the G20 - you know, the gangsters who've destroyed the world financial system and beggared millions in the process - he oversaw an operation which brutalized thousands of citizens of Toronto and other parts of Canada.
While this episode has been called "the worst violation of citizen rights in Canadian history", only one police officer has been prosecuted (he was caught on video beating an unarmed man with a club) and somehow Blair who has done nothing but lie and justify his actions and those of his officers maintains his job.
Here's the entire video:
http://www.brasschecktv.com/page/1047.html
Há muito mais e não querem que saibamos...
Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato.
domingo, 6 de março de 2011
APERFEIÇOANDO O LABIRINTO DO NADA
Compreenda melhor o que chamo de seqüestro e esvaziamento da alma.O inumano VAZIO a que é submetida a humanidade.
Em PLENO "DOMINGÃO" DE FAUSTO CARNAVAL...
O Brasil é uma espécie de cereja do futuro escravista deste carnavalesco banquete antropofágico.
O SEQÜESTRO DO NOSSO LIVRE ARBÍTRIO aprimorado permanentemente PELA MATRIX, este "invisível" SISTEMA ESCRAVAGISTA que nos infantiliza às raias da demência e sempre aperfeiçoado nos mantém permanentemente prisioneiros no "vítreo" labirinto do nada.
Robóticas criaturas são os escravos ideais. "Sou "feliz"! Nada sei, nada falo, nada questiono, apenas CONSUMO E OBEDEÇO.
Felicidade é a falsa "liberdade" de apertar botões e "brincar" de ter esta emoção "made of glass" de irresponsável e encantada "autonomia" no labirinto do nada.
Ao longo de mais de 4000 anos o escravagismo vem aperfeiçoando os programas em memórias ancestrais de nos iludir e esconder o verdadeiro livre arbítrio de nossa infinita criadora essência divina e perfeita. Nossa inteligência e nossa alma foram orquestradas...
SINTO MUITO, ME PERDOE, TE AMO, SOU GRATO.
sábado, 5 de março de 2011
Kadhafi um dirigente dialogante.
Reflexão de carnaval sobre "CONLUIO".
O SISTEMA, a MATRIX, este PROGRAMA que nos mantém oprimidos no medo de tudo e prisioneiros no "labirinto do nada", é MILENARMENTE escravagista e antropofágico em sua alienígena ausência de afeto e humanidade.
Ao longo de mais de 4000 anos aperfeiçoa os programas fratricidas em memórias ancestrais de nos esconder nossa pacífica infinita criadora essência divina e perfeita.
Em 1212 a quarta cruzada, ao invés de perseguir os "infiéis", voltou-se contra o Império Bizantino. Aproveitando-se da situação política do Império Bizantino, que vivia um período de lutas dinásticas, os cavaleiros ocidentais invadiram Constantinopla e províncias bizantinas, saqueando e devastando toda a região. O papa Inocêncio III (c.1161-1216), reagiu apenas justificando que os bizantinos eram "maus cristãos".
Ano que vem 2012 completaremos mais 800 anos desde este fato prisioneiros neste fratricida labirinto do nada escravagista e antropofágico que esconde de nós nossa pacífica essência divina e perfeita. Deu para entender um pouco do que é "conluio"?
P.S.: Nova Bíblia norte-americana muda palavras como "holocausto"/ AQUI
Líbia: O que os media escondem
por Miguel Urbano Rodrigues
Transcorridas duas semanas das primeiras manifestações em Benghazi e Tripoli, a campanha de desinformação sobre a Líbia semeia a confusão no mundo.
Antes de mais uma certeza: as analogias com os acontecimentos da Tunísia e do Egipto são descabidas. Essas rebeliões contribuíram, obviamente, para despoletar os protestos nas ruas do país vizinho de ambos, mas o processo líbio apresenta características peculiares, inseparáveis da estratégia conspirativa do imperialismo e daquilo que se pode definir como a metamorfose do líder.
Muamar Kadhafi, ao contrário de Ben Ali e de Hosni Mubarak, assumiu uma posição anti-imperialista quando tomou o poder em 1969. Aboliu uma monarquia fantoche e praticou durante décadas uma politica de independência iniciada com a nacionalização do petróleo. As suas excentricidades e o fanatismo religioso não impediram uma estratégia que promoveu o desenvolvimento económico e reduziu desigualdades sociais chocantes. A Líbia aliou-se a países e movimentos que combatiam o imperialismo e o sionismo. Kadhafi fundou universidades e industrias, uma agricultura florescente surgiu das areias do deserto, centenas de milhares de cidadãos tiveram pela primeira vez direito a alojamentos dignos.
O bombardeamento de Tripoli e Benghazi em l986 pela USAF demonstrou que Reagan, na Casa Branca identificava no líder líbio um inimigo a abater. Ao país foram aplicadas sanções pesadas.
A partir da II Guerra do Golfo, Kadhafi deu uma guinada de 180 graus. Submeteu-se a exigências do FMI, privatizou dezenas de empresas e abriu o país às grandes petrolíferas internacionais. A corrupção e o nepotismo criaram raízes na Líbia.
Washington passou a ver em Kadhafi um dirigente dialogante. Foi recebido na Europa com honras especiais; assinou contratos fabulosos com os governos de Sarkozy, Berlusconi e Brown. Mas quando o aumento de preços nas grandes cidades líbias provocou uma vaga de descontentamento, o imperialismo aproveitou a oportunidade. Concluiu que chegara o momento de se livrar de Kadhafi, um líder sempre incómodo.
As rebeliões da Tunísia e do Egipto, os protestos no Bahrein e no Iémen criaram condições muito favoráveis às primeiras manifestações na Líbia.
Não foi por acaso que Benghasi surgiu como o pólo da rebelião. É na Cirenaica que operam as principais transnacionais petrolíferas; ali se localizam os terminais dos oleodutos e dos gasodutos.
A brutal repressão desencadeada por Kadhafi após os primeiros protestos populares contribuiu para que estes se ampliassem, sobretudo em Benghazi. Sabe-se hoje que nessas manifestações desempenhou um papel importante a chamada Frente Nacional para a Salvação da Líbia, organização financiada pela CIA. É esclarecedor que naquela cidade tenham surgido rapidamente nas ruas a antiga bandeira da monarquia e retratos do falecido rei Idris, o chefe tribal Senussi coroado pela Inglaterra após a expulsão dos italianos. Apareceu até um "príncipe" Senussi a dar entrevistas.
A solidariedade dos grandes media dos EUA e da União Europeia com a rebelião do povo da Líbia é, porem, obviamente hipócrita. O Wall Street Journal, porta-voz da grande Finança mundial, não hesitou em sugerir em editorial (23 de Fevereiro) que "os EUA e a Europa deveriam ajudar os líbios a derrubar o regime de Kadhafi".
Obama, na expectativa, manteve silêncio sobre a Líbia durante seis dias; no sétimo condenou a violência, pediu sanções. Seguiu-se a reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU e o esperado pacote de sanções.
Alguns dirigentes progressistas latino americanos admitiram como iminente uma intervenção militar da NATO. Tal iniciativa, perigosa e estúpida, produziria efeito negativo no mundo árabe, reforçando o sentimento anti-imperialista latente nas massas. E seria militarmente desnecessária porque o regime líbio aparentemente agoniza.
Kadhafi, ao promover uma repressão violenta, recorrendo inclusive a mercenários tchadianos (estrangeiros que nem sequer falam árabe), contribuiu para ampliar a campanha dos grandes media internacionais que projecta como heróis os organizadores da rebelião enquanto ele é apresentado como um assassino e um paranóico.
Os últimos discursos do líder líbio, irresponsáveis e agressivos, foram alias habilmente utilizados pelos media para o desacreditar e estimular a renúncia de ministros e diplomatas, distanciando Kadhafi cada vez mais do povo que durante décadas o respeitou e admirou.
Nestes dias é imprevisível o amanhã da Líbia, o terceiro produtor de petróleo da África, um país cujas riquezas são já amplamente controladas pelo imperialismo.
Antes de mais uma certeza: as analogias com os acontecimentos da Tunísia e do Egipto são descabidas. Essas rebeliões contribuíram, obviamente, para despoletar os protestos nas ruas do país vizinho de ambos, mas o processo líbio apresenta características peculiares, inseparáveis da estratégia conspirativa do imperialismo e daquilo que se pode definir como a metamorfose do líder.
Muamar Kadhafi, ao contrário de Ben Ali e de Hosni Mubarak, assumiu uma posição anti-imperialista quando tomou o poder em 1969. Aboliu uma monarquia fantoche e praticou durante décadas uma politica de independência iniciada com a nacionalização do petróleo. As suas excentricidades e o fanatismo religioso não impediram uma estratégia que promoveu o desenvolvimento económico e reduziu desigualdades sociais chocantes. A Líbia aliou-se a países e movimentos que combatiam o imperialismo e o sionismo. Kadhafi fundou universidades e industrias, uma agricultura florescente surgiu das areias do deserto, centenas de milhares de cidadãos tiveram pela primeira vez direito a alojamentos dignos.
O bombardeamento de Tripoli e Benghazi em l986 pela USAF demonstrou que Reagan, na Casa Branca identificava no líder líbio um inimigo a abater. Ao país foram aplicadas sanções pesadas.
A partir da II Guerra do Golfo, Kadhafi deu uma guinada de 180 graus. Submeteu-se a exigências do FMI, privatizou dezenas de empresas e abriu o país às grandes petrolíferas internacionais. A corrupção e o nepotismo criaram raízes na Líbia.
Washington passou a ver em Kadhafi um dirigente dialogante. Foi recebido na Europa com honras especiais; assinou contratos fabulosos com os governos de Sarkozy, Berlusconi e Brown. Mas quando o aumento de preços nas grandes cidades líbias provocou uma vaga de descontentamento, o imperialismo aproveitou a oportunidade. Concluiu que chegara o momento de se livrar de Kadhafi, um líder sempre incómodo.
As rebeliões da Tunísia e do Egipto, os protestos no Bahrein e no Iémen criaram condições muito favoráveis às primeiras manifestações na Líbia.
Não foi por acaso que Benghasi surgiu como o pólo da rebelião. É na Cirenaica que operam as principais transnacionais petrolíferas; ali se localizam os terminais dos oleodutos e dos gasodutos.
A brutal repressão desencadeada por Kadhafi após os primeiros protestos populares contribuiu para que estes se ampliassem, sobretudo em Benghazi. Sabe-se hoje que nessas manifestações desempenhou um papel importante a chamada Frente Nacional para a Salvação da Líbia, organização financiada pela CIA. É esclarecedor que naquela cidade tenham surgido rapidamente nas ruas a antiga bandeira da monarquia e retratos do falecido rei Idris, o chefe tribal Senussi coroado pela Inglaterra após a expulsão dos italianos. Apareceu até um "príncipe" Senussi a dar entrevistas.
A solidariedade dos grandes media dos EUA e da União Europeia com a rebelião do povo da Líbia é, porem, obviamente hipócrita. O Wall Street Journal, porta-voz da grande Finança mundial, não hesitou em sugerir em editorial (23 de Fevereiro) que "os EUA e a Europa deveriam ajudar os líbios a derrubar o regime de Kadhafi".
Obama, na expectativa, manteve silêncio sobre a Líbia durante seis dias; no sétimo condenou a violência, pediu sanções. Seguiu-se a reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU e o esperado pacote de sanções.
Alguns dirigentes progressistas latino americanos admitiram como iminente uma intervenção militar da NATO. Tal iniciativa, perigosa e estúpida, produziria efeito negativo no mundo árabe, reforçando o sentimento anti-imperialista latente nas massas. E seria militarmente desnecessária porque o regime líbio aparentemente agoniza.
Kadhafi, ao promover uma repressão violenta, recorrendo inclusive a mercenários tchadianos (estrangeiros que nem sequer falam árabe), contribuiu para ampliar a campanha dos grandes media internacionais que projecta como heróis os organizadores da rebelião enquanto ele é apresentado como um assassino e um paranóico.
Os últimos discursos do líder líbio, irresponsáveis e agressivos, foram alias habilmente utilizados pelos media para o desacreditar e estimular a renúncia de ministros e diplomatas, distanciando Kadhafi cada vez mais do povo que durante décadas o respeitou e admirou.
Nestes dias é imprevisível o amanhã da Líbia, o terceiro produtor de petróleo da África, um país cujas riquezas são já amplamente controladas pelo imperialismo.
Vila Nova de Gaia, 28/Fevereiro/2011
O original encontra-se em http://www.odiario.info/?p=1993
Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .
Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .
quarta-feira, 2 de março de 2011
Planejado pela MATRIX
Conecte os pontos e compreenda melhor como funciona o milenar sistema escravista da casa grande, agora avançando seu 4º Reich (reich = império ou reino) absolutamente invisibilizado pela nossa demência planejada e sustentada pela MATRIX e sua midiocracia .
Cegados de ego e ódio contra tudo e contra todos, apavorados com nossa implantada e nutrida (pseudo) incapacidade de assumirmos o controle sobre nossas próprias vidas, não vemos os cordões que nos atam aos manipuladores de nosso subconsciente.
1
1964
2
O Cruzeiro - 3 de outubro de 1964
1
1964
2
O Cruzeiro - 3 de outubro de 1964
3
2009
Testimonio de una niña palestina superviviente en Zeitún
06:09 - 2 years ago
Testimonio de una niña palestina superviviente en Zeitún - Al-Jazeera, subtitulos esp. 4
2011
O que Mcain tem com esta fajuta "revolução" no Egito e outras "revoltas" fajutas no "mundo árabe"?
5
O que mais nos escondem?
2011/12
P.S.: Os destaques no texto da Rachel de Queiroz são do infinito amanagé ré; sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato.
terça-feira, 1 de março de 2011
Demência / Alzheimer ? Saiba o que é isto
Nada é por acaso.
A matrix escravagista produz estas barbaridades...
Muitas vezes os sintomas de demência aparecem cedo, ninguém presta muito atenção.
Ninguém acredita que possa lhe acontecer antes da idade avançada.
Esquecer parece tão normal...
E cada vez mais jovens estão apresentando sintomas da doença.
É melhor se ligar nisso, prevenir sempre será melhor do que remediar.
A matrix escravagista produz estas barbaridades...
Muitas vezes os sintomas de demência aparecem cedo, ninguém presta muito atenção.
Ninguém acredita que possa lhe acontecer antes da idade avançada.
Esquecer parece tão normal...
E cada vez mais jovens estão apresentando sintomas da doença.
É melhor se ligar nisso, prevenir sempre será melhor do que remediar.
O mal de Alzheimer, doença de Alzheimer ou simplesmente Alzheimer é a forma mais comum de demência. Esta doença degenerativa, de momento, incurável e letal, foi descrita, pela primeira vez, em 1906, pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer, de quem herdou o nome. Esta doença afecta geralmente pessoas acima dos 65 anos,[1] embora esta patologia seja possível também em pessoas mais novas.
Em 2006, o número de portadores de Alzheimer diagnosticados era de cerca de 15 milhões de pessoas em todo o mundo.[2]
Cada paciente de Alzheimer sofre a doença de forma única, mas existem pontos em comum, por exemplo, o sintoma primário mais comum é a perda de memória. Muitas vezes os primeiros sintomas são confundidos com problemas de idade ou de estresse. Quando a suspeita recai sobre o Mal de Alzheimer, o paciente é submetido a uma série de testes cognitivos. Com o avançar da doença vão aparecendo novos sintomas como confusão, irritabilidade e agressividade, alterações de humor, falhas na linguagem, perda de memória a longo prazo e o paciente começa a desligar-se da realidade. As suas funções motoras começam a perder-se e o paciente acaba por morrer.
Antes de se tornar totalmente aparente o Mal de Alzheimer vai-se desenvolvendo por um período indeterminado de tempo e pode manter-se não diagnosticado durante anos. Menos de três por cento dos diagnosticados vivem mais de 40 anos depois do diagnóstico.
(fonte)
Outra fonte importante para informações
As pessoas estão se suicidando mais ultimamente...
Você é um cuidador?
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