terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Uma revolução começou — e será digitalizada
Por Heether Brooke*, do The Guardian
A diplomacia sempre incluiu jantares com as elites dominantes, acertos de bastidores e encontros clandestinos. Agora, na era digital, os relatos de todas estas festas e diálogos aristocráticos pode ser reunido numa enorme base de dados. Uma vez recolhidos em formato digital, é muito fácil compartilhá-los.Na verdade, é para isso que a base de dados Siprnet, de onde os segredos diplomáticos norte- americanos são vazados, foi criada. A comissão governamental criada nos EUA para avaliar a segurança nacional após o 11 de Setembro fez uma descoberta notável: não era o compartilhamento de informações que ameaçava os EUA, mas o não-compartilhamento. A falta de cooperação entre agências governamentais e a retenção de informações por burocratas desperdiçaram muitas oportunidade para bloquear os ataques contra as Torres Gêmeas. Em resposta, a comissão ordenou uma restruturação dos serviços do governo e da inteligência, para que se adaptassem à própria web. A nova prática era de colaboração e compartilhamento de informações. Mas, ao contrário de milhões de membros do governo e empresas terceirizadas, o público não tinha acesso à Siprnet.
Porém, os dados têm o hábito de se espalhar. Eles escorregam entre a segurança militar e também podem vazar pelo Wikileaks, o meio pelo qual eu obtive as informações. Eles violaram até os prazos de fechamento do Guardian e de outros jornais envolvidos na divulgação da história, quando um cópia clandestina do semanário alemão Der Spiegel acidentalmente chegou às bancas em Basle, na Suíça, domingo passado. Alguém a comprou, entendeu o que ela continha e começou a escanear as páginas, traduzindo-as do alemão para o inglês e postando no Twitter. Parece que os dados digitalizados não respeitam autoridade alguma, esteja ela no Pentágono, no Wikilieaks ou num editor de jornais.
Cada um de nós já viveu, pessoalmente, as enormes mudanças que vêm com a digitalização. Fatos ou informação que considerávamos efêmeros e privados agora são permanetes, públicos e agregáveis. Se o volume dos atuais vazamentos parece grande, pense nos 500 milhões de usuários do Facebook, ou nos milhões de registros mantidos pelo Google. Os governos mantêm nossos dados pessoais em enormes bases. Era caro obter e distribuir informação. Agora, é caro retê-la.
Mas quando os devassa de dados atinge o público, os governantes parecem não se importar muito. Nossa privacidade é disponível. Não surpreende que a reação aos novos vazamentos seja, agora, diferente. O que transformou, num sentido revolucionário, a dinâmica do poder não é a escala das revelações – mas o fato de que indivíduos podem tornar pública uma cópia de documentos do Estado. Em papel, estes vazamentos equivalem, segundo estimativas do Guardian, a 213.969 paginas A4, que teriam, empilhadas, a altura de 43 quilômetros. Algo impossível de vazar com segurança, na era do papel.
Para alguns, a novidade significa uma crise. Para outros, uma oportunidade. A tecnologia está rompendo as barreiras tradicionais de classe, poder, riqueza e geografia – e substituindo-as por um ethos de colaboração e transparência.
Um ex-embaixador dos Estados Unidos na Rússia, James Collins, disse à CNN que a revelação dos registros pelo Wikileaks “impedirá que as coisas seja feitas de forma normal e civilizada”. Muito frequentemente, “normal” e “civilizado” significa, na linguagem diplomática, fazer vistas grossas para injustiças sociais flagrantes, corrupção e abuso de poder. Depois de ler centenas de documentos, constato que muito dos “danos” que eles provocam é revelação embaraçosa e constrangedora de verdades inconvenientes. Em nome da segurança de uma base militar num dado país, nossos líderes aceitam um ditador brutal que oprime seu povo. Isso pode ser conveniente a curto prazo para os políticos, mas as consequências a longo prazo para os cidadãos do planeta podem ser catastróficas.
Os vazamentos não são o problema, apenas o sintoma. Revelam a desconexão entre aquilo que as pessoas desejam e precisam e o que realmente fazem. Quanto maior o segredo, mais prováveis os vazamentos. O caminho para superá-los é assegurar um mecanismos robustos para acesso público a informação relevante.
Graças à internet, esperamos um nível muito maior de conhecimento e participação, em muitos aspectos de nossas vidas. Mas os políticos resistem resolutamente aos novos tempos. Vêem-se como tutores de um público infantil – que não merece nem a verdade, nem o poder real que o conhecimento oferece.
Muito da revolta governamental sobre os vazamentos não tem a ver com o conteúdo do que é revelado, mas com a audácia de quem rompe o que eram fortalezas invioláveis da autoridade. No passado, confiávamos nas autoridades. Se um governante nos dissesse que algo poderia prejudicar a segurança nacional, tomávamos a afirmação como verdade. Agora,os dados crus por trás desta crença estão se tornando públicos. O que percebemos de vazamentos sobre as despesas de parlamentares, ou a cumplicidade de governos com a tortura, é que quando os políticos falam sobre uma ameaça à “segurança nacional”, referem-se frequentemente à defesa de sua própria posição ameaçada.
Estamos num momento crucial, em que alguns visionários, na vanguarda de uma era digital, enfrentam quem tenta, desesperadamente, controlar o que sabemos. O Wikileaks é o front de guerrilha, num movimento global por maior transparência e participação. Projetos como o Ushahidi usam redes sociais para criar mapas onde os cidadãos podem relatar violências e desafiar a versão oficial dos fatos. Há ativistas empenhados em liberar dados oficiais, para que as pessoas possam ver, por exemplo, os orçamentos públicos em detalhe.
Por ironia, o Departamento de Estado dos EUA foi um dos grandes incentivadores da inovação técnica, como meio para levar a democracia a países como o Irã e a China. O presidente Obama exortou regimes repressores a deixar de censurar a internet. No entanto, uma lei que tramita no Congresso permite ao Procurador-Geral em Washington criar uma “lista suja” de websites. É possível acreditar numa democracia forte apenas para assuntos externos?
Os governantes costumavam controlar os cidadãos por meio do fluxo restrito de informações. Agora, está se tornando impossível vigiar o que a sociedade lê, vê e ouve. A tecnologia permite desafiar coletivamente a autoridade. Os poderosos vigiaram por muito tempo as sociedades, para controlá-las. Agora, os cidadãos estão lançando um olhar coletivo sobre o poder.
É uma revolução, e todas as revoluções geram medos e incertezas. Caminhamos para um Novo Iluminismo da Informação? Ou a revanche daqueles quer querem manter controle a qualquer custo nos levará a um novo totalitarismo? O que ocorrer nos próximos cinco anos definirá o futuro da democracia no próximo século. Por isso, seria ótimo que os nossos líderes respondessem aos desafios de hoje com um olhar sobre o futuro.
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*Heether Brooke é jornalista, escritora e ativista pelo Direito à Informação. Nascida nos Estados Unidos, vive em Londres e colabora com o The Guardian.
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7 de dezembro de 2010 às 14:56
Assange: Fascina ver os tentáculos da elite americana corrupta
do Opera Mundi, via VermelhoO fundador do site Wikileaks, Julian Assange, falou com exclusividade ao Opera Mundi nesta segunda-feira (6). Assange não escondeu a irritação com o congelamento de sua conta bancária na Suíça e também falou de outras ações tomadas contra a organização desde o lançamento de documentos sigilosos de embaixadas dos Estados Unidos.
Assange se preparava para se apresentar à polícia britânica, o que aconteceu na manhã desta terça-feira (7) em Londres. O fundador do Wikileaks é acusado de crimes sexuais na Suécia. A denúncia não é clara, mas inclui a prática de sexo desprotegido com duas mulheres, na mesma época em que dava uma palestra em Estocolmo. Desde o dia 18 de novembro, a justiça sueca expediu mandado de prisão com o objetivo de interrogá-lo por “suspeitas razoáveis de estupro, agressão sexual e coerção”. Julian Assange deve ser ouvido ainda hoje num tribunal de Westminster, na região central de Londres, onde será decidido se ele será extraditado à Suécia.
Opera Mundi – Neste momento, quais acusações pesam sobre você?
Julian Assange — São muitas as acusações. A mais séria é que eu e o nosso pessoal praticamos espionagem contra os EUA. Isso é falso. Também a famosa alegação de “estupro” na Suécia. Ela é falsa e vai acabar se extinguindo quando os fatos reais vierem à tona, mas até lá está sendo usada para atacar nossa reputação.
Opera Mundi – Sobre essa acusação de espionagem, há algum processo judicial correndo?
Julian Assange — Não. É uma investigação formal envolvendo os diretores do FBI, da CIA e o advogado-geral norte-americano. A Austrália, meu país, também está conduzindo uma investigação do mesmo tipo — em que se junta todo o governo — e ao mesmo tempo estão asssessorando os EUA. Uma das fontes alegadas para essa investigação, Bradley Manning [militar acusado de ser a fonte do Wikileaks], está preso em confinamento solitário em uma cela na prisão no estado da Virginia, nos EUA. Ele pode pegar até 52 anos de prisão se for condenado por todas as acusações, que incluem espionagem.
Opera Mundi — Qual a diferença entre o que faz o Wikileaks e espionagem?
Julian Assange — O Wikileaks recebe material de “whistle-blowers” (pessoas que denunciam algo errado nas organizações onde trabalham) e jornalistas e os entrega ao público. Acusar de espionagem quer dizer que nós teríamos que trabalhar ativamente para adquirir o material e o repassar a um estrangeiro.
Opera Mundi — No caso da Suécia, o que as mulheres alegam?
Julian Assange — Elas dizem que houve sexo consensual. O caso chegou a ser arquivado por 12 horas quando a procuradora-geral em Estocolmo, Eva Finne, leu os depoimentos. Depois foi reaberto, após uma articulação política. Todo esse caso é bastante perturbador. Agora, eles acabaram de congelar minha conta em um banco na Suíça, nosso fundo para pagar minha defesa.
Opera Mundi — Com base em quê?
Julian Assange — Eles estão alegando que eu os coloco em risco. Mas não têm nada que sugira isso, e de qualquer forma isso é falso.
Opera Mundi — E qual é a sua opinião sobre o congelamento de transferêcias de dinheiro pela empresa PayPal, e o fato de que a Amazon retirou o site do ar? Como você vê essas ações?
Julian Assange — É fascinante ver os tentáculos da elite norte-americana corrupta. De certo modo, observar essa reação é tão importante quanto ver o material que publicamos. A Paypal e a Amazon congelaram nossas contas por razões políticas. Com o Paypal, 70 mil euros foram congelados. Com o nosso fundo de defesa, cerca de 31 mil euros.
Opera Mundi — O que eles alegam?
Julian Assange — Eles dizem que estamos fazendo “atividades ilegais”, o que é, claro, uma inverdade. Mas estão ecoando as acusações de Hillary Clinton [secretária de Estado norte-americana] sobre como publicamos documentos que podem causar transtornos aos EUA. Mesmo assim, o líder do comitê de segurança nacional no Senado disse com muito orgulho que ele havia ligado para a Amazon e exigido o fechamento no site.
Opera Mundi — O que o Wikileaks está fazendo para se defender do congelamento das doações?
Julian Assange — Nós perdemos 100 mil euros somente nesta semana como resultado do congelamento dos pagamentos. Temos outras contas em bancos – na Islândia e Suécia, por exemplo, que o público pode usar. Estão em um site. Também aceitamos cartões de crédito.
Opera Mundi: O que mais o Wikileaks está fazendo para se defender?
Julian Assange — Nós estamos contando com a diversidade e o apoio de boas pessoas. Temos mais de 350 sites pelo mundo que reproduzem nosso conteúdo. Precisamos disso mais do que nunca.
Nota do Viomundo: Nesta terça, Julian Assangue foi preso no Reino Unido.
domingo, 5 de dezembro de 2010
Conecte os pontos… Lembrai-vos das “ajudas humanitárias” ao intencionalmente arrasado Haití.
Não acredito nas boas intenções desse sistema escravista milenar, seria o paradoxo. Conspiram como respiram... E o povo midiocratizado até a alma não enxerga mais um palmo além da tela de TV. Não há melhor escravo do que aquele que se julga liberto...
Durante muitas décadas o brasileiro escravismo pseudo democrático alimentou esta lucrativa serpente da miséria, das drogas e das guerras, para colher agora (e sempre) o fruto genocída do fratricídio com o qual vai enfim, aos "cegados" AUTISTAS submissos MIDIOTIZADOS que restarem, e com sua ALEGRE aquiescência, chipar e senzalar. Não sei o que farão com os boçais "inúteis soldados" perambulando sem emprego por aí.Psicopatas encastelados no alto da pirâmide de onde nos oprimem. O campo preferencial deles É A GUERRA, em todos os sentidos que você puder imaginar para a palavra GUERRA. Avançam suas "patinhas de gato" a velhíssima nova ordem mundial, enquanto a "casa grande", com seus INTOCÁVEIS banqueiros, vai ganhando sempre de ambas as partes, da própria casa grande e das suas abjetas senzalas. Estão acima da lei, de qualquer uma lei que não lhes favoreça. Tudo muito bem arquitetado POR ELES e encoberto pela midiocracia de sua propriedade.
Aos que ainda não foram corrompidos pela propaganda do 4º Reich, pesquisem mais e conectem os pontos “…duas vertentes, o interior, DONDE SE BUSCARIA QUE A PRÓPRIA SOCIEDADE DEMANDE MAIS “SEGURANÇA” SEM SE IMPORTAR A ORIGEM DA AJUDA; E AO EXTERIOR, ONDE OS PAÍSES CONSIDEREM QUE A INTERVENÇÃO SERIA “HUMANITÁRIA”, DIANTE DOS BANDOS DE CRIMINOSOS QUE SUPERARAM O ESTADO”
http://www.youtube.com/watch?v=Toma8qFg2R0&feature=player_embedded#!
Conecte os pontos… Lembrai-vos das “ajudas humanitárias” ao intencionalmente arrasado Haití.
Relato de um morador do Alemão / no domigão da escravidão
O som no momento ainda é de tiro, talvez de calibres menores, pois aparentemente o confronto maior já cessou, se bem que eu aprendi que quando os tiros diminuem é que o perigo aumenta, porque essa é a hora que o morador da favela sai de baixo de suas camas, ou de seus abrigos de variações diversas, achando que a situação acalmou, e quando menos espera, bum! Volta o tiroteio de novo, sendo que agora os corpos estão de pé nos barracos, e o pior, despreocupados, e quando se está despreocupado é que o pior acontece, pelo menos no morro é assim, e já vi muito conhecido tomar tiro por causa dessa falsa sensação de paz. Ou seja, para se andar pelas vielas é preciso estar com o alerta ligado a todo tempo, independe do céu estar repleto de estrelas, ou infestado de balas traçantes.
Ah, perdão, nem me apresentei, é o nervosismo por causa da trilha sonora do horror. Para quem não sabe a trilha sonora do horror não consiste apenas em barulho de tiros; mixado junto aos tiros se encontram os latidos de cachorros, a gritaria (geralmente das crianças), e às vezes alguma voz gritando. Por conta desses fatores, comecei euforicamente a escrever e me esqueci de dizer quem sou, se bem que isso não tem muita importância, já que sou apenas mais um no meio da multidão favelada; igual a mim com certeza existem milhares, de mesma cor, de mesmo histórico familiar, de mesmos sonhos não realizados. Mas por questão de educação irei me apresentar mesmo assim.
Meu nome é Sebastião, é nome de velho, mas eu sou jovem, tenho 19 anos, herdei esse nome do meu finado pai, por isso os amigos e familiares me chamam de Júnior, me soa melhor, e para falar a verdade eu não tenho nenhuma cara de Sebastião, quando me chamam de Tião então, aí é que eu fico mais puto, minha mãe tem mania de me chamar assim quando faço algo que ela não gosta, mas não há nada que me tire mais do sério do que a guerra da hipocrisia, tipo essa que está rolando atualmente, e por isso resolvi escrever, não sei direito o porquê, mas como eu também não sei direito o porquê de tantas coisas, resolvi escrever assim mesmo.
Sou morador do morro do alemão, onde atualmente explodiu uma guerra, antes nunca vista no Rio, digo nunca vista, porque aparentemente dessa vez o objetivo é outro, e a causa também; afinal, por que antes de se falar em Copa no Brasil e olimpíada no Rio, nenhum Governo se preocupou em pacificar favelas? Antes o pensamento era: deixa esse povo se matar. Agora, pelo visto, a situação está um pouco diferente, pelo menos um pouco.
Nasci aqui, cresci aqui e vivo nesse morro até hoje, não sinto orgulho disso, mas também não sinto vergonha, afinal, teria eu, orgulho de quê? Vergonha de quê? É o que me resta morar aqui, é a única herança que tenho, o barraco que foi de minha avó e que hoje é uma humilde, porém aconchegante casa.
Por enquanto ainda não dá para morar no asfalto, mas não me sinto mais ou menos gente do que eles que moram lá em baixo; porém, me sinto mais digno do que alguns membros fardados que se dizem representantes do Estado, e que atualmente estão sendo aclamados como heróis por grande maioria da sociedade, aliás, nunca consegui entender direito os critérios que a sociedade em que vivo usa para escolher os seus heróis, talvez eu vá morrer sem entender.
Agora pouco fui à janela dar uma espiada no movimento do morro e pude ver alguns deles caminhando e ostentando seus armamentos e suas caras de mau, pude até ver alguns com os rostos pintados, como se tivessem preparados para uma verdadeira guerra do Vietnã, mas dessa vez os vietcongs a serem caçados não tinham cabelos lisos muito menos olhos puxados.
Pude ver no meio deles alguns conhecidos, eram poucos é verdade, já que a tropa invasora é formada em sua grande maioria por policiais de fora da área, mas os que puder reconhecer são frequentadores assíduos do morro, vira e mexe estão aqui para vender armas e até mesmo drogas que apreenderam em morros rivais, alguns eu vejo toda sexta-feira, pois é o dia que eles religiosamente comparecem ao morro para pegar a propina para que o baile funk possa rolar na paz. Eu sei disso tudo pois minha casa fica em uma área estratégica, posso dizer que moro numa linha imaginária do morro, pois a partir dali a polícia sabe que não pode subir, e desde que moro aqui poucas vezes vi eles passarem daquele local, a não ser em casos extremos, como quando morria algum repórter, e a mídia fazia pressão até encontrar o assassino, ou então agora, nessa guerra copeira e olímpica. E é por essas e outras que eu não consigo achar heroísmo nesses homens fardados que se dizem representantes do Estado, já que a maioria das armas que atualmente está sendo mostrada na TV como sendo apreendidas por eles não estaria aqui se os próprios não tivessem trazido e vendido para os próprios traficantes que agora estão caçando.
Às vezes a sociedade se pergunta quem financia todo esse caos, geralmente quem toma essa culpa é o viciado, mas eu sei bem quem é o verdadeiro financiador e quem sai lucrando com essa guerra.
Só que dessa vez está tudo diferente, os policias que antes eu via circulando no morro agora estão andando com policias federais, com militares do exército e marinha, não que eles sejam menos sujos, não que eles não fossem se vender diante de uma oferta tentadora de um traficante, mas eles não são daqui, e o momento é outro, agora o objetivo também é outro, antes eles vinham pra buscar dinheiro e fazer falsas apreensões para mostrar na TV que estavam trabalhando, e a população em sua maioria acreditava naquela cena toda, mas hoje não, hoje eles estão vindo para realmente fazer valer a presença do Estado (anos ausente), dá para perceber isso nos olhos dos soldados, dos policiais; se eu não fosse morador daqui até acreditaria que eles são realmente heróis, acho inclusive, que até eles estão se enganando achando que são heróis de alguma coisa, quando na verdade passam longe disso.
O fato deu estar criticando os policias não quer dizer que eu apóie os bandidos (estou me referindo aos traficantes), já que usar o termo bandido para discernir o policial do traficante pode ficar um tanto confuso, pelo menos para mim fica.
Criticar a polícia não consiste em um apoio ao tráfico, uma coisa não tem nada haver com a outra, já que para mim são dois imbecis lutando por nada, ou melhor, por interesses financeiros próprios que no final resulta em nada, só que por esse nada muito sangue escorre e muito inocente acaba morrendo. É a guerra do bandido X bandido, só que agora um bandido virou herói e o outro virou mais bandido ainda.
Quero estar vivo para ver esse morro realmente pacificado, pois polícia andando nas vielas e bandeira do Brasil fincada no alto do morro não quer dizer sinônimo de paz para mim. Quero estar vivo para ver o dia em que o Governo investirá pesado na educação, pois aí sim, as coisas poderão começar a mudar. Quero estar vivo para ver minha mãe poder vir dormir em casa todo dia sem se preocupar em ter que levar roupa para dormir no trabalho caso haja tiroteio no morro. Quero estar vivo para poder realmente apertar a mão de um policial e finalmente olhar dentro do olho dele e o ver como um verdadeiro e digno herói.
Por hora vou terminando este escrito, até porque a trilha sonora do horror voltou a tocar, e eu preciso me refugiar. A guerra de fato ainda não terminou, e está longe disso, sinto até pena dos que acham que agora a guerra terá realmente um fim.
Confesso que não estou com uma impressão boa, talvez por isso tenha resolvido escrever, pois apesar de estar no local mais seguro da casa, as balas estão cada vez mais ousadas, e não existe barreira para elas, talvez alguma me encontre hoje (aquela mesma que a mídia insiste em chamar de perdida), ou algum dia qualquer, sei lá; mas as minhas palavras permanecerão no papel, eternizadas enquanto o tempo não as destruir. Espero um dia poder abrir este papel para ler sobre um tempo não mais vivido, e poder finalmente escrever alegremente um texto de outro título. Esperarei ansiosamente pela chegada de meus verdadeiros heróis, e para eles terei o imenso prazer de escrever e dedicar a paz em primeira pessoa.
Rio de janeiro (purgatório da beleza e do caos) - 28/11/2010
Autor: Bruno Rico.
Ocupação no Rio: Mudança geopolítica da Cidade Maravilhosa – em todas suas facetas
sábado, 4 de dezembro de 2010
Turista paulista faz 'tour' no Complexo do Alemão / no sabadão da escravidão
Haverá algo pior do que uma alma pequena e miserável com dinheiro?
Isto é o que se pode chamar de miséria miserável, o verdadeiro "cloaca news" direto do mundo cão a que chegamos... Imaginem o que vem por aí...
De muito pouco serviria uma postagem como esta aos cegados pela midiocracia de propósitos genocídas da belicosa escravagista nova ordem mundial.
Então lembrei que muitos jovens e velhos amigos passam por aqui, e, muitos pela primeira vez. Em consideração deixo meu indignado registro para esta reflexão do sábadão da escravidão. O texto para reflexão nem é tão novo, nem tão velho que não mereça ser lido e relido, inda mais que a foto abaixo o ilustra providencialmente.
Durante muitas décadas o brasileiro escravismo pseudo democrático alimentou esta lucrativa serpente da miséria, das drogas e das guerras, para colher agora (e sempre) o fruto genocída do fratricídio com o qual vai enfim, aos autistas submissos MIDIOTIZADOS que restarem e com sua ALEGRE aquiescência, chipar e senzalar. Não sei o que farão com os "inúteis soldados" perambulando sem emprego por aí.
Nada é por acaso, e, estejam certos de que existem muito mais coisas entre o céu e a Terra do que supõe nossa vã filosofia e o que a NASA publica. Avançam suas “patinhas de gato” enquanto a “casa grande”, com seus INTOCÁVEIS banqueiros, ganhando sempre, MILENARMENTE, de ambas as partes, da própria casa grande e das suas abjetas senzalas. Estão acima da lei, de qualquer uma lei que não lhes favoreça.
Tudo muito bem arquitetado POR ELES e encoberto pela midiocracia de sua propriedade.
Pesquise mais e conecte os pontos “…duas vertentes, o interior, DONDE SE BUSCARIA QUE A PRÓPRIA SOCIEDADE DEMANDE MAIS “SEGURANÇA” SEM SE IMPORTAR A ORIGEM DA AJUDA; E AO EXTERIOR, ONDE OS PAÍSES CONSIDEREM QUE A INTERVENÇÃO SERIA “HUMANITÁRIA”, DIANTE DOS BANDOS DE CRIMINOSOS QUE SUPERARAM O ESTADO”
http://www.youtube.com/watch?v=Toma8qFg2R0&feature=player_embedded#!
Conecte os pontos…
Lembrai-vos sempre das “ajudas humanitárias” ao intencionalmente arrasado Haití.
Turista paulista faz 'tour' no Complexo do Alemão
04 de dezembro de 2010 • 08h27 • atualizado às 09h17
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CONECTE COM ESTES OUTROS PONTOS
Priscilla pegou um táxi no Centro e foi para as regiões de acesso ao Complexo do Alemão
Foto: Eduardo Nadar/O Dia
Com uma câmera digital na mão, a paulista Priscilla Tonasso, 26 anos, inaugurou ontem o turismo no Complexo do Alemão. Fascinada pelo Caveirão, ela pegou um táxi, no Centro, e aproveitou a tarde para tirar fotos ao lado dos blindados da Polícia Militar e do Exército, estacionados em pontos estratégicos nos acessos à comunidade.
"Isso é aqui é da hora, meu! Em São Paulo, não se fala em outra coisa que não seja a ocupação do Alemão! Estava louca para registrar esse momento", disse empolgada. Ela integra a comunidade 'Fãs do Caveirão', no Orkut. "Vou postar essas fotos (colocar na Internet). Com certeza, vão bombar entre nós, admiradores", festejou.
Gerente de agência bancária em São Paulo, Priscilla veio ao Rio participar do treinamento de pessoal. "É a segunda vez, esta semana, que venho aqui. Na primeira vez não deu para vir até a zona norte, mas aproveitei o tempo livre para guardar essa lembrança que ficará na cabeceira da minha cama", explica.
Empolgada com as imagens, a bancária pensou em subir no alto do morro, mas foi desencorajada pelo taxista. "Na próxima vez vou até o alto, onde fica o teleférico", garantiu ela, que esteve nas imediações do 16º BPM e em mais quatro acessos da favela.
Priscilla leva na bagagem exemplares de jornais cariocas para mostrar a seus colegas de trabalho. "É legal ver que o território que pertencia ao tráfico agora voltou para a comunidade", completou.
Violência no Rio
O Complexo do Alemão está ocupado pelas forças de segurança desde o dia 28 de novembro. A tomada do local aconteceu praticamente sem resistência numa ação conjunta da Polícia Militar, Civil, Federal e Forças Armadas. A polícia investiga uma possível fuga de traficantes pela tubulação de esgoto do Alemão antes dos policiais subirem o morro. Na quinta, 25 de novembro, a polícia assumiu o comando da Vila Cruzeiro, na Penha. Ambos dominados, até então, pela facção criminosa Comando Vermelho. As ações foram uma resposta do Estado a uma série de ataques, que começou na tarde do dia 21 de novembro. Em uma semana, pelo menos 39 pessoas morreram e mais de 180 veículos foram incendiados por criminosos nas ruas do Rio de Janeiro.
SINTO MUITO ME PERDOE TE AMO SOU GRATO
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
MAIS PONTOS (revisados) PARA CONECTAR / NASA / ADEN / LIXO & CAVEIRÕES
Conspiram como respiram... Não acredito nas boas intenções desse sistema escravista milenar, seria o paradoxo.
NASA é um dos braços midiocráticos "científicos" e "hollyoodianos" (entre outros tentáculos) das "forças" bélicas que dominam o planeta do alto da pirâmide da velhíssima e escravista NOVA ORDEM MUNDIAL.
Nada é por acaso, e, esteja certo de que existem (muito) mais coisas entre o céu e a Terra do que supõe nossa vã filosofia e o que a NASA publica. Avançam suas "patinhas de gato" enquanto a "casa grande", com seus INTOCÁVEIS banqueiros, ganhando sempre, MILENARMENTE, de ambas as partes, da própria casa grande e das suas abjetas senzalas. Estão acima da lei, de qualquer uma lei que não lhes favoreça.
Tudo muito bem arquitetado POR ELES e encoberto pela midiocracia de sua propriedade. Pesquise mais e conecte os pontos...
Nestes tempos de encobertos HAARPs, ULFs, ELFs, CHEMTRAILS, MONSANTOs e outras barbaridades dadas como "benfeitorias", muitos, certamente a grande maioria de nós, humanos, continua resistindo bravamente, ainda que, em grande parte, sem saber (AINDA) exatamente o que se lhes acontece e prefira se anestesiar de todas as formas possíveis. Isso, por ressonância, pereniza A FORÇA QUE ELES, OS DOMINADORES, NÃO TEM.
ELES SABEM ISSO, e você não sabe, e não sabendo aceita negar o que ELES chamam de conspiração... Quem conspira? Todos contra alguns ou ALGUNS contra todos?
Nós é que os sustentamos 100% com a ressonância (coletiva) de nossa pouca fé ao não pedirmos nossa permanente limpeza sem expectativas DE (programas impostos milenarmente pelos escravistas) TUDO O QUE NOS AFASTA DE NOSSA DESDE SEMPRE INFINITA DIVINA PERFEIÇÃO.
Psicopatas. O campo preferencial deles É A GUERRA, em todos os sentidos que você puder imaginar para a palavra GUERRA.
ELES NOS MANTÉM EM GUERRA CONTRA TUDO E CONTRA TODOS.
NÃO HÁ O QUE GUERREAR. NÃO HÁ O QUE COMBATER, NÃO HÁ O QUE COMBATER "LÁ FORA", fora de nós mesmos. Nós somos, cada um de nós que entrega a eles sua autonomia, por ressonância, os nossos verdadeiros carcereiros, TERRORISTAS e inimigos. E ELES SE DIVERTEM COM ISTO.
Esse é o nosso maior desafio.
Precisamo de uma severa faxina em nosso subconsciente. Deixar de vibrar a tudo o que os sustenta neste caótico programa "autorun" escravista de aceitação do que eles dizem ser mais verdadeiro (e melhor para o "nosso infantilismo") do que o que pensamos quando fora da MATRIX por eles doutrinada e imposta milenarmente.
Este é o, ainda, invisível grilhão que nos infelicita.
Não é muito fácil de VER e entender, mas... É simples assim. Somos espelhos ressonantes do que aceitamos como verdade...
E a verdade é que somos infinitas pacíficas energias criadoras presas na crença da "lisura e boas intenções" dessa belicosa matrix escravista refletindo o que eles querem que sejamos e não o que de fato somos.
Escolha libertar-se desses programas, a escolha é sempre individualmente... Assuma 100% dessa responsabilidade e ao final a CASA GRANDE ESCRAVISTA CAI SEM DISPARAMOS UM ÚNICO TIRO.
Está conectando os pontos?
domingo, 23 de agosto de 2009
A CIA E O FURTO DE INFORMAÇÕES DA PETROBRAS
Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato. E continue conectando os pontos.
NASA é um dos braços midiocráticos "científicos" e "hollyoodianos" (entre outros tentáculos) das "forças" bélicas que dominam o planeta do alto da pirâmide da velhíssima e escravista NOVA ORDEM MUNDIAL.
Nada é por acaso, e, esteja certo de que existem (muito) mais coisas entre o céu e a Terra do que supõe nossa vã filosofia e o que a NASA publica. Avançam suas "patinhas de gato" enquanto a "casa grande", com seus INTOCÁVEIS banqueiros, ganhando sempre, MILENARMENTE, de ambas as partes, da própria casa grande e das suas abjetas senzalas. Estão acima da lei, de qualquer uma lei que não lhes favoreça.
Tudo muito bem arquitetado POR ELES e encoberto pela midiocracia de sua propriedade. Pesquise mais e conecte os pontos...
Nestes tempos de encobertos HAARPs, ULFs, ELFs, CHEMTRAILS, MONSANTOs e outras barbaridades dadas como "benfeitorias", muitos, certamente a grande maioria de nós, humanos, continua resistindo bravamente, ainda que, em grande parte, sem saber (AINDA) exatamente o que se lhes acontece e prefira se anestesiar de todas as formas possíveis. Isso, por ressonância, pereniza A FORÇA QUE ELES, OS DOMINADORES, NÃO TEM.
ELES SABEM ISSO, e você não sabe, e não sabendo aceita negar o que ELES chamam de conspiração... Quem conspira? Todos contra alguns ou ALGUNS contra todos?
Nós é que os sustentamos 100% com a ressonância (coletiva) de nossa pouca fé ao não pedirmos nossa permanente limpeza sem expectativas DE (programas impostos milenarmente pelos escravistas) TUDO O QUE NOS AFASTA DE NOSSA DESDE SEMPRE INFINITA DIVINA PERFEIÇÃO.
Psicopatas. O campo preferencial deles É A GUERRA, em todos os sentidos que você puder imaginar para a palavra GUERRA.
ELES NOS MANTÉM EM GUERRA CONTRA TUDO E CONTRA TODOS.
NÃO HÁ O QUE GUERREAR. NÃO HÁ O QUE COMBATER, NÃO HÁ O QUE COMBATER "LÁ FORA", fora de nós mesmos. Nós somos, cada um de nós que entrega a eles sua autonomia, por ressonância, os nossos verdadeiros carcereiros, TERRORISTAS e inimigos. E ELES SE DIVERTEM COM ISTO.
Esse é o nosso maior desafio.
Precisamo de uma severa faxina em nosso subconsciente. Deixar de vibrar a tudo o que os sustenta neste caótico programa "autorun" escravista de aceitação do que eles dizem ser mais verdadeiro (e melhor para o "nosso infantilismo") do que o que pensamos quando fora da MATRIX por eles doutrinada e imposta milenarmente.
Este é o, ainda, invisível grilhão que nos infelicita.
Não é muito fácil de VER e entender, mas... É simples assim. Somos espelhos ressonantes do que aceitamos como verdade...
E a verdade é que somos infinitas pacíficas energias criadoras presas na crença da "lisura e boas intenções" dessa belicosa matrix escravista refletindo o que eles querem que sejamos e não o que de fato somos.
Escolha libertar-se desses programas, a escolha é sempre individualmente... Assuma 100% dessa responsabilidade e ao final a CASA GRANDE ESCRAVISTA CAI SEM DISPARAMOS UM ÚNICO TIRO.
Está conectando os pontos?
Nasa deixa mundo em suspense sobre descoberta de vida extraterrestre
A Nasa, a agência espacial americana, vem criando grande expectativa, principalmente na internet, ao anunciar para esta quinta-feira uma entrevista sobre uma descoberta científica ligada à vida extraterrestre.
“A Nasa realizará uma entrevista coletiva às 14h (17h, horário de Brasília), dia 2 de dezembro, para discutir uma descoberta em astrobiologia com consequências para a pesquisa de provas da existência de vida extraterrestre”, informou a agência em seu site na Internet. A coletiva acontecerá em Washington, EUA –acesse a versão em inglês.
Os apaixonados pelo espaço e pelos extraterrestres fizeram uma enxurrada de especulações na web sobre a importância deste anúncio, mas a Nasa não quis dar mais detalhes até o momento.
Entre as pessoas que falarão na quinta-feira estão Mary Voytek, que dirige o programa de astrobiologia da Nasa, Felisa Wolfe-Simon, pesquisadora em astrobiologia no USGS (Instituto de Geofísica Americano), bem como Pamela Conrad, astrobióloga do Centro Espacial Goddard da Nasa.
A astrobiologia é uma disciplina que estuda a vida no universo, incluindo sua origem e evolução, sua localização e as chances de ela se perpetuar.
OUTROS PONTOS PARA CONECTAR COM OS ANTERIORES
MÉXICO, O BRASIL, É VOCÊ AMANHÃ?
OUTROS PONTOS PARA CONECTAR COM OS ANTERIORES
Defesa já prevê que Exército atue dentro do Alemão
A participação do Exército será ampliada para o interior do Complexo do Alemão numa 2ª etapa da ocupação. Foi o que afirmou ontem o general Adriano Pereira, chefe do Comando Militar do Leste. Segundo ele, as tropas deixarão de atuar apenas no entorno e passarão a entrar na comunidade de 400 mil habitantes.
Para tanto, será preciso definir melhor a missão das Forças Armadas na área, o que cabe ao Ministério da Defesa. A diretriz ainda não está pronta, mas deve detalhar as especificações das missões e os locais de atuação, com base na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).
O órgão trabalha com a possibilidade de prorrogar as operações militares no Rio até 31 de outubro, conforme pedido do governador Sérgio Cabral. A data também consta na nota divulgada ontem pelo governo do Rio, que afirma que 'cada passo da operação articulada com as Forças Armadas precisa ser tratado de acordo com o andamento das ações' e 'todas as solicitações feitas pelo Governo do Estado são elaboradas tecnicamente pela Secretaria de Estado de Segurança e afinadas entre os governos estadual e federal'.
O 'Estado' revelou ontem, no entanto, que, em reunião na segunda-feira em Brasília com Cabral e o vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, a presidente eleita Dilma Rousseff se mostrou entusiasmada com os resultados da parceria firmada entre as Forças Armadas e as polícias no Complexo do Alemão. E, além de abrir a possibilidade de ampliar a ação no Rio a outras comunidades durante os quatro anos de seu mandato, ela já cogita levá-la a outros Estados. fonte
MÉXICO, O BRASIL, É VOCÊ AMANHÃ?
Conecte os pontos... Lembrai-vos das "ajudas humanitárias" ao intencionalmente arrasado Haití." ...duas vertentes, o interior, DONDE SE BUSCARIA QUE A PRÓPRIA SOCIEDADE DEMANDE MAIS "SEGURANÇA" SEM SE IMPORTAR A ORIGEM DA AJUDA; E AO EXTERIOR, ONDE OS PAÍSES CONSIDEREM QUE A INTERVENÇÃO SERIA "HUMANITÁRIA", DIANTE DOS BANDOS DE CRIMINOSOS QUE SUPERARAM O ESTADO"
domingo, 23 de agosto de 2009
A CIA E O FURTO DE INFORMAÇÕES DA PETROBRAS
Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato. E continue conectando os pontos.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
E A ARAPUCA VAI SE FECHANDO...
"Não é possível ser justo na cidade injusta."
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez: “Todos os que me ouvem ousariam concordar comigo, se o medo não lhes fechasse a boca”.
Não é possível ver a verdade se você está hipnotizado pela mentira e se deleita com ela. Quando a estupidificação para alienação e dominação é a meta, toda falsa premissa se torna "verdadeira".
Mundialmente a maior parte da sociedade está drogada até à alma pelos impostores. Ao tentar escapar da dor da irresponabilidade 100% pelo próprio destino, infantilmente delega a condução de sua vida como um dependente de drogas entrega a alma ao demônio que o droga. O cérebro, sabem muito bem os escravistas, se adapta rapidamente aos novos programas quando impostos sob o terror da dor da catástrofe e da ameaça de extinção iminente.
PROBLEMA / REAÇÃO / SOLUÇÃO.
Aos cegados pela midiocracia de propósitos genocídas da belicosa escravagista nova ordem mundial estas palavras soam delirantes, persecutórias. Pra não falar em paranóicos conspiracionismos.
Durante muitas décadas o brasileiro escravismo pseudo democrático alimentou esta lucrativa serpente da miséria na escassez controlada de tudo, inclusive das drogas e sempre com excessão das guerras, por ordens dos INTOCÁVEIS BANQUEIROS (anglo-americanos) que a tudo agrilhoam, para colher agora (e sempre) o fruto genocída com o qual vai enfim, aos submissos que restarem e com sua aquiescência, chipar e senzalar.
"Definitivamente" doutrinações terroristas e fratricidas substituem toda e qualquer proposta lúcida de entendimento e necessidade de mudança radical do estado de "pseudo-governança" que nos oprime e senzala a todos na ignorância dos verdadeiros facínoras que nos exploram, e, se enriquecem às custas do nosso infantilismo aterrorizado pelo desconhecimento do mal que verdadeiramente nos acontece.
Há uma eterna televisão ligada incapacitando o pensar com autonomia a verdade escondida pela midiocracia de propriedade desse "invisíbilizado" 4º Reich em ascensão. Ideologia e ação impostas pela (velhíssima escravagista) nova ordem mundial delineiam o genocídio ordenado pelo império do mal avançando morro acima antes de descer "futuramente" morro abaixo, aceito e "ingenuamente" pedido e endeusado pela boçalidade que avassala a sociedade dolosamente manipulada.
Quando e quem, vai contar e acusar os injustos inúmeros cadáveres dessa trágica farsa? Quem se responsabilizará pelo estado terrorista a que foi conduzida a cidade para fins inconfessos?
A doutrinação da juventude para aceitação canina da barbárie segue descarada e lucrativa.
Jogo com fuga de traficantes da Vila Cruzeiro tem 50 mil acessos em 24h.
Por que disso tudo?Porque não temos sido 100% responsáveis não pedindo nossa limpeza sem expectativas do que nos desalinha e desconecta do permanente divino estado.
Recuse-se ser um espelho do mal. Não há nada lá fora, então não há porque repercutirmos o desejo deles de nefasto colaboracionismo na permanência e ressonância de programas e memórias propositalmente terroristas e infelicitantes.
Os fatos belicosos no Rio de Janeiro ( e no mundo) neste fim de novembro, midiocrática e hollyoodianamente exaltados até à náusea, são a colheita do fruto do mal que "eles" plantaram e germinou desde há muitos 50 anos.
A sistemática deseducação e estupidificação das massas forjou este estado de desconstrução do afeto e da solidariedade impondo a competição fratricida pela sobrevivência do sistema escravista. Muitos, certamente a grande maioria, continua resistindo bravamente ainda que, em grande parte sem saber exatamente o que se lhes acontece e prefira se anestesiar de todas as formas possíveis. Ainda não conhecem "o portal", o banho de cores e a limpeza sem expectativas.
A "casa grande" com seus intocáveis banqueiros ganha sempre de ambas as partes, da própria casa grande e das suas abjetas senzalas. Estão acima da lei, de qualquer uma que não lhes favoreça. Tudo muito bem arquitetado POR ELES e encoberto pela midiocracia de sua propriedade.Por Bruno Paes Manso, estadao.com.br, Atualizado: 1/12/2010 1:01Dilma quer Exército no Rio até a Copa e planeja espalhar modelo pelo Brasil
Baía de Guanabara patrulhada pela Marinha. Envio de tropas e equipamentos militares para cercar e livrar outras comunidades fluminenses do tráfico e garantir investimentos sociais nesses lugares. Repetição da parceria entre polícias e Forças Armadas em outras capitais com problemas de segurança. O sucesso da invasão no Complexo do Alemão, no domingo, deixou a presidente eleita, Dilma Rousseff, entusiasmada e vai servir de modelo a novas ações em seu mandato, que acaba cinco meses depois da Copa de 2014.
Wilton Junior/AE"Troca. Parceria benéfica também para as Forças Armadas"
O Rio de Janeiro foi considerado um excelente 'laboratório', com resultados 'mais do que satisfatórios', para testar o uso de Exército, Marinha e Aeronáutica no combate ao crime. Por isso, deve ser repetido. O tema foi debatido na noite de anteontem em Brasília durante reunião entre o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), o vice-governador, Luiz Fernando Pezão, a presidente eleita e o futuro ministro da Casa Civil, Antonio Palocci.
O relato do encontro entre o grupo foi feito ao Estado por Pezão. Das três horas de reunião, duas foram ocupadas pela parceria. 'Nós não queremos cargos nem ministério. Queremos ajuda das Forças Armadas na segurança pública e para fazer obras dentro das favelas', disse Pezão.
Segundo o vice-governador, o modelo de parceria entre Exército e polícia deve nortear a política de segurança pública da presidente eleita, que vai suceder dois mandatos presidenciais duramente criticados pela omissão no setor. 'Dilma se mostrou entusiasmada em poder colocar tanto homens quanto equipamentos à disposição. Quando assumiu, o governador Sérgio Cabral disse que até o fim do mandato iria entregar todos os territórios livres de milícias e do tráfico. Esse objetivo se torna mais concreto com a parceria que nos foi oferecida', afirmou Pezão.
Na avaliação do vice-governador, a parceria será benéfica também para as Forças Armadas. 'Sempre se ouve aquela crítica: 'Estão (os militares) ajudando no Haiti, por que não ajudam o Rio de Janeiro e o Brasil?' Isso vai mudar depois da experiência que tivemos aqui', diz. O governador Sérgio Cabral ainda participa hoje de reunião com o comandante militar do Leste, general Adriano Pereira Júnior, para discutir os rumos da operação.
Lula. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou ontem que as Forças Armadas continuarão combatendo o tráfico de drogas no Rio por tempo indeterminado. Em entrevista após visita às obras da Usina Hidrelétrica de Estreito, no Estado do Maranhão, ele ressaltou que o governo federal está determinado a ajudar o Estado a resolver o problema da criminalidade. '(As tropas) vão ficar o tempo que for necessário para garantirmos a paz', disse.
Lula ressaltou a importância da parceria dos governos federal e estadual para as ações contra o tráfico. E observou que o governo federal só pode enviar tropas após pedido formal do governador, como prevê a Constituição. 'Eu fiquei feliz por o Sérgio Cabral ter pedido apoio. Nós não podemos interferir. Ele teve sensibilidade, humildade e competência de pedir o apoio e prontamente atendemos', disse.
Lula observou ainda que foi no seu governo que as Forças Armadas passaram a atuar com poder de polícia na vigilância das fronteiras. 'Agora, conseguimos que façam o controle das fronteiras.' O presidente também destacou que o governo estuda a compra de aviões de Israel para o patrulhamento e o combate ao crime organizado. 'Vamos controlar melhor nossas fronteiras', prometeu. / COLABOROU LEONÊNCIO NOSSA
Não ver a TV não é fugir da realidade, é proteger-se do VÌCIO da IRREALIDADE IMPOSTA PELOS QUE LUCRAM COM NOSSO DESALINHAMENTO EM MEDO E PERMANENTE ADOECIMENTO.
Na paz do zero DA TELEVISÃO DESLIGADA, EM NÓS, não há como repercutir o instabilizante programa desalinhador. Ho'oponopono O PORTAL é limpar e deixar ir repercutindo o estado de paz que transforma em luz este cenário caótico no labirinto desse nada imposto hipnóticamente em nosso subconsciente com fins inconfessos.
Desligue a TV, desligue principalmente a TV DENTRO DE VOCÊ e "a casa deles" cai, pois não há nada lá fora.
Nós é que os sustentamos 100% com nossa pouca fé ao não pedirmos nossa permanente limpeza sem expectativas DE TUDO O QUE NOS AFASTA DE NOSSA DESDE SEMPRE INFINITA DIVINA PERFEIÇÃO.
PARA O NOSSO BEM E O BEM DE TODOS.
A Paz do “Eu”
A Paz esteja convosco, Toda Minha Paz,
A Paz que é “Eu”, a Paz que é “Eu Sou”.
A Paz para todo tempo, agora e para sempre e eternamente.
Minha Paz “Eu” lhe dou, Minha Paz “Eu” deixo contigo,
Não a Paz do mundo, mas, somente Minha Paz,
A Paz do "Eu"
A Paz esteja convosco, Toda Minha Paz,
A Paz que é “Eu”, a Paz que é “Eu Sou”.
A Paz para todo tempo, agora e para sempre e eternamente.
Minha Paz “Eu” lhe dou, Minha Paz “Eu” deixo contigo,
Não a Paz do mundo, mas, somente Minha Paz,
A Paz do "Eu"
Sou grato
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