O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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quarta-feira, 15 de julho de 2015

Quem foi Luis Espinal, o jesuíta que o papa homenageou na Bolívia




Quem foi Luis Espinal, o jesuíta que o papa homenageou na Bolívia


Via DCM. Publicado na BBC Mundo.
Era quase meia-noite quando ele foi sequestrado em La Paz. Luis Espinal Camps voltava a pé do cinema e faltava uma quadra para chegar em casa, quando lhe mandaram subir num jipe. 
O padre jesuíta aguentou horas de tortura entre pontapés, socos e queimaduras antes de ser morto com mais de 12 tiros num matadouro de gado, conforme registrado na polícia e em relatos na mídia da época. 
Quis a história atribulada da América Latina que Espinal e o salvadorenho Dom Oscar Arnulfo Romero fossem mortos com uma diferença de dois dias: o primeiro dia 22 e o segundo em 24 de março de 1980. 
“A morte os irmanou”, disse à BBC Xavier Albó, padre jesuíta espanhol e amigo de Espinal.
“Quando voltávamos do cemitério, soubemos que a mais de 4 mil quilômetros de distância (em El Salvador) tinham assassinado Oscar Arnulfo Romero. As causas são as mesmas”. 
Na quarta-feira, um outro jesuíta, o Papa Francisco, na Bolívia honrará este religioso que chegou de Barcelona no início dos anos 70 para trabalhar em cinema, jornalismo e, no processo, expôs os abusos por parte dos governos militares que se alternavam no poder nesses anos. 
E enquanto Romero foi recentemente beatificado, seguidores de Espinal Papa usarão a parada em frente às colinas onde seu corpo foi encontrado para ativar o processo que permite que o jesuíta seja reconhecido como um mártir da igreja.
Paralelo com Romero 
“O salvadorenho morreu por defender os direitos dos pobres em seu país. Espinal foi abatido por dizer verdades e tomar partido pelos indefesos”, disse Albó à BBC.
Xavier Albó observa que a morte de seu colega foi devido a uma “opção preferencial pelos pobres” de Espinal, opção como a de Oscar Arnulfo Romero. 
Hoje, há escolas, ruas, organizações juvenis e brigadas de trabalho bolivianos em homenagem ao jesuíta, um ativista pelos direitos dos cidadãos. 
No dia de sua primeira posse presidencial, em 2006, Evo Morales mencionou Espinal quando ele pediu um minuto de silêncio por vários ativistas sociais bolivianos. 
Em 2007, o presidente decretou a data do seu rapto como o dia do cinema boliviano. 
Todos os anos, na manhã de 22 de março, crianças e jovens em escolas católicas fazem peregrinações ao local onde o cadáver de Espinal foi encontrado 
Albó aponta outro elemento comum entre os dois: Romero fazia sua homilia semanal de rádio, enquanto seu amigo usou a imprensa e o cinema como um meio favorito para “aplicar a sua experiência evangélica em favor das pessoas.”
Crime sem castigo 
Em 1979, Espinal fundou o semanário “Aqui”, um jornal que alertou sobre a iminência de um novo golpe de estado na Bolívia, que se tornaria realidade quatro meses após o assassinato do jesuíta. 
O cineasta e jornalista Alfonso Gumucio, que foi seu aluno e co-fundador do “Aqui”, lembra que conheceu Espinal em um dos cursos de cinema que o sacerdote organizava pouco depois de sua chegada na Bolívia em 1970. 
Ele se reencontrou com o padre quando participou da greve de fome maciça em 1978, encurralando o governo de Hugo Banzer (1971-1978), o que levou à convocação de eleições com um pedido de anistia irrestrita para prisioneiros e exilados. 
“O semanário” Aqui “mostrou que Lucho (como era popularmente conhecido) estava determinado a ir até o fim em seu compromisso com a Bolívia. Era muito claro que sua vida iria acabar na Bolívia e, portanto, decidiu consagrar tudo à luta pela democracia “, disse Gamucio à BBC. 
“Fiquei muito impressionado pela decisão de tornar-se boliviano e ficar aqui para sempre”, afirma Gumucio, que recentemente lançou uma reedição de seu livro “Luis Espinal e o cinema” 
Em 1986, no chamado “Julgamento da ditadura” (1986), sobre os abusos cometidos durante o governo do general Luis García Meza (1980-1981), paramilitares, policiais e militares foram condenados por violações dos direitos humanos. 
No entanto, o caso de Espinal não foi julgado porque a morte ocorreu antes do golpe e, portanto, não estava entre as razões invocadas. Até agora, o crime do padre jesuíta ficou impune.

O que mais nos escondem?
Deu para ligarem mais uns velhos pontos? O Brasil não está fora deste (i)mundo.
Se liguem aí... 
Comecem por vocês e ajudem alguém mais (espelhos)...
Caprichem nos deveres de casa.



ONDE HÁ AMOR NÃO HÁ PERDÃO!

Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.

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