O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Aos meus mais de 200 recomendo esta escritora. Patrícia Reis.



A internet é uma benção, não cansarei de repetir. Foi dificílimo saber o que citar desta escritora de fazer inventar elogios... Vão lá bisbilhotar adispois me contem. 
Inté!



Não
O homem tinha as mãos na cabeça, estava recolhido, como se fosse uma tartaruga. Fazia lembrar uma tartaruga. O restaurante quase não se mexia. Pouca gente. À frente do homem estava um prato de carne com batatas fritas. A comida estava fria. O homem agarrava a cabeça com as mãos e o seu silêncio era angustiante. O empregado rondava por ali a ver se o desastre acontecia. Então o homem dissePára com isso, pára com isso.Desculpe? - pediu o empregado muito solícito.Estava a falar comigo. 
Pode trazer o ketchup? 
Com certeza. 
Obrigado. 
Era véspera de feriado e o homem comia agora carne fria, tentava compôr o seu boneco, a sua imagem: endireitava as costas, tossia ligeiramente para clarificar uma voz que não se ouvia, passava a mão pelo cabelo.Em segundos, deixou de estar derrotado e comeu com avidez.  
Fosse o que fosse tinha parado.  
Lá fora chovia.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/fictiongram=s25752#ixzz3IDLEArQZ

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