O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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domingo, 18 de agosto de 2013

Às fadas que amarei por todas as minhas vidas...


Todos temos umas fadas. Fadas madrinhas, aquelas que transformam flores lindas em abóboras, abóboras em carruagens, e carruagens em abóboras. 

Todas, com ou sem as vermifugas sementes, cruas, assadas ou cozidas, são lindas e absolutamente e s p e c i a i s. São as benditas flores ao longo do caminho. As jovens e as antigas fadas. Com ou sem batom, as visíveis e as invisíveis, próximas ou distantes; amo-as com toda minh'alma ardente. Palavra de "old man river". Seria mesmo trágico se não fosse isto inesquecível verdade verdadeira em todas as vidas. Todas. Todas as infinitas vidas...

Mãos de fada. Ah! Estas mulheres maravilhosas... Acompanham-nos do berço ao túmulo. Salvadoras fadas. As das praias, das montanhas, dos desertos e as dos bosques... As que fazem rir e chorar de rir, muito, de mim mesmo, da minha feliz jovem saudável insanidade...

Isso é o que nos salva no "the path to heaven of my self" neste inacreditável tenebroso escravagista labirinto do nada.  São elas, as fadas, que nos abrem portas e janelas salvando-nos da escuridão do ego formatado pelas casas grandes, a mesma, de todas as escravizadas encarnações. Aqui e alhures...

Eu tenho é PLANO DE SAÚDE. Minhas novas crenças e escolhas saudáveis ao não comer nem beber, nem compactuar com os lixos que o sistema impõem com seus açúcar com tudo mac'abrosdonald's e sua televisão antropofágica. 

Eu não tenho é PLANO DE DOENÇAS, esses canibais que a farmáfia e sua merdicina vendem caro enquanto escravizam os médicos que formatam para vender os remédios dos remédios dos remédios na acelerada e planejada genocida "alimentação" enquanto a morte lenta da monsatânica  não nos sobrevém ao que nos impõem. 

Há cegos que não enxergam nada. Principalmente os que veem televisão. Imagina se enxergariam as maravilhosas visionárias fadas de suas parcas escravizadas vidas?  Maldizem as incondicionais preciosas boas e as condicionais "más" fadas do caminho. Afinal, todos os infinitos caminhos e todas as infinitas fadas acabam sendo uma coisa só? Olhos e mãos que amparam enquanto guiam? No eterno milagre do "quem sou eu"? Neste infinito fazendo o que, aqui, nesta 3D de milenar escravidão de almas, corações e mentes? Severas divinas escolas/escolhas...

Devo-lhes, às fadas, toda minha gratidão nessa minha infinita "solitária" inadiável auto libertação.


Parasitas da humanidade. Escravagistas desestabilizam o nosso divino e perfeito eletromagnético mar interior em que nos afogam aterrorizada/mente enquanto nos escravizam, chupam nosso preciosíssimo sangue e nos devoram. Alimentam-se do nosso terrorista medo de tudo e de mais alguma coisa. Principalmente do medo de nossas particulares ignoradas fadas guardiãs abandonadas e maltratadas por nós mesmos, na incompreensão das suas, e nossas, magníficas divinas e perfeitas amorosas almas.

Hipocritamente armados até os dentes, os das casas grandes fazem sacerdotais ritualísticos sacrifícios onde bebem o nosso sangue e comem o corpo. Não faça da sua vida uma missa, a hóstia pode ser você.

Amorosa incondicionalidade. Sabem o significado de HÓSTIA? [Do lat. hostia, 'vítima'.] S. f. 1. Vítima oferecida em sacrifício à divindade.  2. Partícula circular de massa de pão ázimo (obreia), que é consagrada na missa (1). 3. Pasta de obreia branca, usada para envolver medicamentos. 

Os deuses nos invejam. Oprimem as mulheres garantindo a escravização de sua prole for ever and ever. Homens são bichos vazios, inúteis, boçais escravizados pelas casas grandes de todas as eras. Salvam-nos desta masculina belicosa absurda louca inutilidade escravagista as abençoadas amorosas fadas. Estas divinas bem-vindas experiências, lúcidas maravilhosas mulheres em nossas infinitas existências.

FADA [Do lat. fata.] S. f. 1. Entidade fantástica, representada por mulher, ger. bela, dotada de poderes sobrenaturais. 2.  Desus.  Auspício, augúrio, agouro. 3. Fig. Mulher de extraordinário encanto e beleza. 

 Para vocês, esta garrafada, a melhor versão do antológico "Old man river", na minha desvairada modesta opinião libertária.



Here we all work 'long the Mississippi
Here we all work while the white folk play
Pullin' them boats from the dawn till sunset
Gettin' no rest till the judgment day
Don't look up and don't look down
Ya don't dast make the white boss frown
Bend your knees and bow your head
And pull that rope until you're dead
Let me go 'way from the Mississippi
Let me go 'way from the white man boss
Show me that stream called the River Jordan
That's the old stream that I long to cross
Ol' Man River, that Ol' Man River
He must know somepin', but he don't say nothin'
He just keeps rollin', he keeps on rollin' along
He don't plant taters, and he don't plant cotton
And them what plants 'em is soon forgotten
But Ol' Man River, jest keeps rollin' along
You and me, we sweat and strain
Bodies all achin' and wracked with pain
Tote that barge and lift that bale
Ya get a little drunk and ya lands in ja-ail
I gets weary and so sick of tryin'
I'm tired of livin', but I'm feared of dyin'
And Ol' Man River, he just keeps rollin' along

 Cuide bem de você, de suas fadas, e ajude alguém mais. 
Todos os infinitos mundos agradecem.

Assistam
CONSTRUINDO ORGONITES

3 comentários:

  1. Meu querido Infinito Guardião,

    Se quase todos os homens não fossem bichos vazios, inúteis, boçais escravizados, haveria muito mais fadas a salvar o mundo da maligna belicosa absurda louca inutilidade.

    Querido Aldo se todos fossem magos guardiões de fadas, este mundo seria não um inferno e sim um paraíso de poesia amorosa, ressonante e infinita.

    Um beijo carregado de braçadas de rosas brancas, enviado desta jangada de pedra que afunda da qual, aqui e acolá, nasce um bosque mágico pertencente a fadas e magos de outros tempos.

    Sinto muito, me perdoa, te amo, sou grata

    Obrigada meu querido Guardião, por ser como é... mágico! :)

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  2. Aldo,

    Adorei a sua conversa com a Ana Brito. Deu-me uma calma e uma descontracção impressionantes! :) Muito, mesmo muito bom!!

    Você transmite imensa paz e harmonia! :)

    Obrigada.
    Um beijo para ambos. :)

    ResponderExcluir
  3. Devo-lhes, fadas, toda minha gratidão nessa minha infinita "solitária" inadiável auto libertação. Sinto muito, me perdoem, vos amo, sou grato. Toda PAZ\o/ toda LUZ.

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Todos são bem vindos, estamos aqui para compartilhar experiências que nos iluminem, mas, por força de impertinentes baixas vibrações planetárias sou obrigado a moderar os comentários. Para bons comentadores este pingo é letra. Sintam-se em casa. E muito grato pela lúcida carinhosa presença. Venham sempre que lembrarem, se gostarem divulguem, compartilhemos nossas descobertas.Sinto muito, me perdoe, vos amo, sou grato. A faxina é infinita.

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