O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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sábado, 1 de setembro de 2012

QUACK QUACK



Neste primeiro de setembro, cheio de memórias e programas nem tão ancestrais, não poderia deixar ver e ouvir passar pela minha praia este patinho com seu estridente QUACK QUACK sem traze-lo para casa e mostrar à criançada o meu feliz resgate.


Setembro chegou. Borrascas e patinhos virão? Que venham em paz... Vamos ver o que nos reservam nossas criações coletivas neste "mare nostrum XXI" de infinitas possibilidades. Crenças e escolhas continuam na ponte de comando de nossos navios lotados de patinhos de borracha... Feliz setembro novo para todos nós.


Mais uma vez e sempre grato ao amoroso trabalho da amiga/irmã Ravena que, felizmente, me deixa sem razão para escrever histórias da Carochinha e bem feliz meio atrapalhado com minha lúcida maluquez.


Vos amo e sou grato. Feito o dever de casa, vamos à nossa aula...




(...) "Mas nem sempre. Seus caminhos podem ser alterados por uma mudança no clima, uma tempestade no mar ou com um encontro casual com um grupo de baleias.


Após 20 anos os patinhos de borracha estão perdidos no mar e ainda estão chegando em praias ao redor do mundo. E o número deles no giro (na vórtice de correntes) diminuiu, o que significa que é possível se libertar, mesmo após anos circulando as mesmas águas, é possível encontrar um caminho para a costa.

Enquanto esperamos um grupo de baleias ou a tempestade chegar é preciso que você Patinho(a) harmonize seu mundo para reencontrar o caminho de casa. Cada um de nós poderá criar uma realidade e não viver numa realidade criada e controlado por eles. O céu não tem limites! 

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