O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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sábado, 12 de maio de 2012

O elo perdido da medicina

Sinopse

onde encontrar


Para o leigo, porque sofre da tendência de entregar ao médico toda a responsabilidade (e poder) pela cura de sua enfermidade ou mal-estar.  
Para o médico, porque tende a ceder à medicina oficializada pelo sistema, pelo estado, pelas engrenagens mais duras da sociedade globalizada e da indústria do "farma poder" dependentes do capital.
OS AUTORES
Dr. Eduardo Almeida – Graduado (1977) pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense – UFF. Professor Adjunto do Instituto Saúde da Comunidade da UFF. Mestre em Medicina Social (1988) e Doutor (Phd) em Saúde de Coletiva pela UERJ (1996). Criou e dirigiu por 15 anos Unidade Docente de Posto de Saúde, voltada para a formação em medicina geral e comunitária. Coordenador (1992-94) do convênio Brasil-China de intercâmbio em Medicina Tradicional Chinesa. Adepto da medicina biológica praticada na Alemanha e nos EUA. Autor do livro: As razões da Terapêutica - Racionalimo e Empirismo na Medicina. [Da mesma forma que o médico deveria maravilhar-se diante de cada paciente (indivíduo), uma maravilha da natureza, cada um de nós deveria ter noção da complexidade espetacular que somos enquanto seres vivos diferenciados. Um princípio de arte e obra divina.
Aqui são abordadas esta ligação íntima, indissociável, do ser humano com a natureza, e a importância dessa verdade, não só na terapêutica, mas em tudo que envolve a saúde das pessoas.
A história da medicina, sua forte herança ecológica, sua dependência das forças vitais naturais; a medicina oficial (da beira do leito ao consultório ao hospital) versus a medicina integral (as várias medicinas praticadas na nossa civilização e nas antigas); os mecanismos e avanços sociais e tecnológicos (bem ou mal) apropriados pelo establishment médico; eis os caminhos para O Elo Perdido da (arte médica) Medicina.
Luiz Peazê – Verbete na Enciclopédia Brasileira de literatura: Peazê, Luis, cronista, romancista, tradutor e jornalista. Foi analista de sistemas, empresário no Brasil, Estados Unidos e Austrália, e publicitário premiado com medalhas de ouro, prata e bronze pela Escola Superior de Propaganda e Marketing. Membro da Hemingway Society – USA, tradutor do romance Por Quem os Sinos Dobram, de Ernest Hemingway (Bertrand, 2004). Um dos títulos do autor pela Imago Editora: Crônico - Uma Aventura Diária - Nas Esquinas do Rio.
 Um excelente livro de cabeceira para grandes reflexões sobre o porque nos adoecem tanto e tão desnecessariamente.

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