O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Banqueiros - Holocausto - Auschwitz - Camara de Gas 1 / 6


"O primeiro banco central de um país a praticar o fractional reserve lending, ou FRL foi o Bank of England (Banco da Inglaterra), constituído em 1694 e de natureza privada. Era controlado por acionistas fraudulentos e mal-intencionados que utilizaram o mote "people’s bank" (banco do povo), para praticar toda sorte de fraudes visando unicamente o lucro. As dívidas com o Banco da Inglaterra de centenas de gerações posteriores, representadas ou pela própria monarquia inglesa ou pelo governo, foram asseguradas através da criação de taxas impostas à população, que viriam a se transformar no Imposto de Renda como hoje o conhecemos. O modelo do Banco da Inglaterra rapidamente se transformou no modelo para os bancos centrais de todos os países no mundo atual. Os agiotas descobriram que é muito mais lucrativo emprestar para monarcas e governos do que para cidadãos comuns. Através da dívida, tornavam-se literalmente credores e soberanos de nações inteiras.

"Em suma: os argentários colocavam um banco privado a cargo de todas as finanças e operações econômicas de um país, o que equivale a entregar a nação a uma organização mafiosa que controla a economia com a finalidade de lucro e assim mantém a população totalmente refém de suas políticas financeiras.

"Em carta dirigida ao secretário do Tesouro, Thomas Jefferson disse em 1802: "Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que exércitos armados. Se o povo americano autorizar bancos privados a controlar a emissão de sua moeda, primeiro através da inflação e depois pela deflação, os bancos e as grandes corporações que crescerão em volta deles gradualmente controlarão a vida econômica das pessoas, deprivando-as de todo o seu patrimônio até o dia em que seus filhos acordem sem-teto, no continente que seus pais e avós conquistaram."
Basta examinarmos o sistema de indicação política do presidente do Fed, (atualmente Paul Bernanke). O chefe do Fed é indicado pelo presidente da república mas tem mandato de 14 anos, separado da autoridade eleita pelo povo, muitas vezes perpetuando-se no cargo. Notórios presidentes do banco como Paul Volcker e Alan Greenspan constituem os verdadeiros "xerifes" da economia americana, e, por conseguinte, exercem influência planetária.
"Revendo a história do Vigésimo Século e a dos Estados Unidos em particular, podemos observar claramente como a sombra gananciosa e sinistra dos poderosos moneychangers manipula a agenda planetária até hoje. A prática de financiar os dois lados de um conflito, por exemplo, tornou-se uma de suas atividades regulares, opondo o capitalismo ao comunismo e este ao socialismo, religiões contra religiões e raças contra raças. Durante todo o século passado, os moneychangers, que não têm país, bandeira, hino ou deus, tiveram o controle em suas mãos.
"Eles financiavam um dos lados até que estivesse suficientemente forte e pronto para uma guerra, depois financiavam o lado oposto e deixavam ambos se destruírem até ficarem sem recursos. A solução para ambos os oponentes saírem do fundo do poço em que se haviam atirado era criar mais e mais impostos para satisfazer a ganância e a usura dos argentários.
(fonte)
"O mundo já está preparado para se submeter a um governo mundial. A soberania supranacional de uma elite de intelectuais e de banqueiros mundiais, seguramente é preferível à autodeterminação nacional."
David Rockfeller 1991.
 

Quem sou eu?
Quem somos nós?
Quem são eles?
Quem são "eles" que permanentemente querem-nos divididos, fracionados, mentalmente desagregados no todo e tudo sempre belicosa e fratricidamente? Esta é a meta milenar do escravismo para sua permanente manutenção. Embaralhar as consciências negras contra consciências brancas, as vermelhas contra azuis, contra amarelos, contra verdes e, todos os arco- iris contra todos os arco- iris. 

Mentem e conspiram como respiram. Guerras dão muito lucro. Guerras ao pensamento humano, guerras à qualquer percepção de humanidade pacífica e anti-escravagista. Guerras ao pensamento que eles desmontaram e remodelam sempre em reprogramas de aperfeiçoadas guerras ancestrais para nossa lucrativa estupidificada exploração. 

 Os banqueiros no topo da pirâmide do mundo administram a escassez planejada de tudo (os verdadeiros terroristas), protegidos por seus exércitos (sempre) mercenários, financiam (sempre) ambas as partes "guerreiras", é o seu bélico negócio. Auferem o lucro em empréstimos para "construções", suas novas futuras demolições.

"O pássaro manso no dedo do negociante cantava sem parecer se importar com o movimento da feira onde estava sendo exibido. Depois vim a saber que o pássaro não era manso, fora cegado pelo homem que o vendia."

Não nos conscientizamos dos programas embutidos para ficarmos permanentemente cegos de ego e ódio contra tudo e contra todos. Desorientados, apavorados com nossa implantada e nutrida pseudo incapacidade de assumirmos o controle sobre nossas próprias vidas, não vemos os cordões que nos atam às mãos dos manipuladores de nosso subconsciente administrando nossa inconsciência e infantilismo em religioso escravismo.

Querem-nos uniformizados, chipados, filmados, vigiados e separados uns dos outros dentro do conflitante carcereiro terror da desconfiança. Assim, ignorantes de nossas capacidades, vulneráveis delegamos a eles nossas almas para "proteção" e "salvação" em religioso sentimento de adestrada subserviência. Obediência total e submissão. Alienado colaborador .

Você conhece os campos de concentração do nordeste brasileiro?


O Brasil não é uma ilha de paz e prosperidade imune à ação dos predadores escravistas da N.O.M., é chegado o momento de despertar para a realidade humana e livre de manipulações de nossas consciências infinitas.











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