O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Tragédia no Chile vira espetáculo midiático


 

Tragédia no Chile vira espetáculo midiático

Por Altamiro Borges

Num forte apelo à emoção, visando algo bem mais concreto e palpável –, a audiência que gera lucros –, a mídia promoveu verdadeira overdose na cobertura do resgate dos 33 mineiros que, desde 5 de agosto, estavam enterrados nas profundezas do deserto de Atacama, do Chile. A tragédia humana foi convertida num verdadeiro espetáculo midiático. O show, porém, escondeu os reais motivos deste drama.


O presidente do Chile, Sebastián Piñera, um dos mais ricos empresários do país, apareceu como herói do resgate, fotografado e filmado por veículos do mundo inteiro. Nada se falou sobre o fato do seu irmão, José Piñera, ex-ministro do Trabalho do ditador Augusto Pinochet, ter imposto as leis de flexibilização trabalhista em vigor no país. A precarizaçao do trabalho é uma das causas principais do desastre dos mineiros, que operam em péssimas condições de segurança.


Uma história de heroísmo


Pouco se falou também sobre a cruel exploração dos mineiros. Como descreve o escritor chileno Ariel Dorfman, a história da mineração no Chile é também a história de mortes e tragédias. A vida dos trabalhadores é de eterno heroísmo. “A epopéia dos homens que descem às trevas da montanha, separam minerais em meio à escuridão e sofrem um acidente que os deixa a mercê daquela escuridão, é parte do DNA do Chile, uma parte integral da história do meu país”.


“O mundo maravilhou-se com a maneira pela qual os trinta e três mineiros confinados debaixo da terra de San José se organizaram em turnos, criaram uma hierarquia de mando e elaboraram um plano de sobrevivência usando os talentos e recursos acumulados ao longo de uma vida de trabalho tenaz. Eu confesso, em troca, não sentir surpresa alguma. É assim que os trabalhadores chilenos sempre resistiram e sobreviveram aos desafios mais formidáveis”, relata, orgulhoso.

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