O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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domingo, 20 de dezembro de 2009

OUTRO CARA?

Meirelles faz chantagem com economia para ser vice


dezembro 20th, 2009 às 12:20
Meirelles é "o cara". O cara do mercado e do dinheiro.
A entrevista do presidente do Banco Central, hoje, em O Globo, é uma das coisas mais indecorosas que tenho vistos nos últimos tempos. Henrique Meirelles, em sua ambição de ser vice de Dilma- que já o levou a plantar matérias neste sentido na Folha – passa de todos os limites ao fazer terrorismo econômico com a eleição presidencial.
O papel de um presidente de Banco Central, em qualquer país do mundo, é “apartidarizar” a política monetária, é afastar dela qualquer tipo de percepção de instabilidade política. Meirelles faz justamente o contrário, ao dizer que as eleições presidenciais serão o maior foco de tensão da economia em 2010. Por que? Temos uma candidatura de oposição que ameace as bases da política seguida pelo BC? Ao contrário, não é? Alguém tem dúvidas de que uma improvável eleição de José Serra iria baixar os juros, castigar os especuladores e fazer uma política cambial e monetária desfavorável aos banqueiros? Claro que não, ora.
Então – e aí vão as entrelinhas de chantagem política da entrevista – o perigo é… Dilma, que poderia ser “tentada” a seguir uma política “esquerdista” de juros baixos e incentivo à produção, não à especulação…
no Serra? LER MAIS
  Aldo Luiz — 20 de dezembro de 2009 @ 14:55
Meu caro Brizola.
“Claro que é, Dr. Meirelles. Político sem voto, mas político de arranjos, pressões, político a serviço do capital.”
Político vende pátria a serviço do capital da ideologia da nova ordem mundial escravagista para manutenção e governança da escassez planejada de tudo com sua velha ladainha de “low talck and a big stick” para a senzala mundial. O aviso foi dado aos bolivarianos e aos incrédulos latino americanos conforme a surrada encenação pela mídia golpista da trágica peça “by by Honduras” enquanto todas as bases para o cerco fatal vão sendo construídas e reconstruidas armandas até os dentes.
Ou Dilma assina a xerox da carta ao povo que lula usou para cozinhar o galo enquanto seu lobo não vem, ou vamos todos assistir aos requentados panfletos do fantoche obama “no comando” da maior força armada do planeta justificando a faixa de presidente no zumbi serra exterminador do presente e futuro II. Cumprindo as ordens explícitas da casa grande conforme o “manual atualizado para o século XXI”.
Seu Avô, o último Brasileiro, como um Michael Jackson entre tantos inconvenientes, foi “oportuna, devida e eficientemente” retirado do palco deixando o doloroso vazio para a tranqüila encenação dessa pantomima que vai para o terceiro, e talvez, derradeiro ato…
Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato.

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