O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

A construção de uma nova ordem internacional, sempre escravagista.


DIRETO DO TIJOLAÇO
"A excelente reportagem de Marta Salomon, na Folha Online, é muito esclarecedora sobre as posições de cada pré-candidato à presidência, não apenas quanto a uma visão sobre as ações contra as mudanças climáticas como, sobretudo, sobre a posição que cada um dará a nosso país em matéria de relacionamento internacional e a tentativa de construção de uma nova ordem internacional.
Leiam só:
“Dividindo o mesmo teto em Copenhague, três dos pré-candidatos ao Planalto em 2010 transformaram o impasse nas negociações do clima numa prévia da disputa eleitoral. Em coro, o governador José Serra (PSDB-SP) e a senadora Marina Silva (PV-AC) defenderam que o Brasil contribuísse com US$ 1 bilhão para um fundo de combate à mudança climática.
A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) reagiu: “US$ 1 bilhão não faz nem cosquinha”. Para a chefe da delegação brasileira na conferência, uma eventual contribuição do Brasil a um fundo global não ajudaria a promover acordo em Copenhague. “O que acho complicado é que a gente faça só gesto”, disse. “Não vamos cair em propostas fáceis e pura e simplesmente mercadológicas, estamos tratando de coisa séria.” (…)
A senadora Marina Silva apareceu por acaso ao evento no qual Serra era convidado e voltou a defender que o país contribuísse com US$ 1 bilhão para uma “cesta” destinada a financiar ações de adaptação às mudanças climáticas. “Os países emergentes devem fazer aportes porque são grandes emissores também”, avaliou Marina.
José Serra propôs em seguida algo semelhante: a contribuição de US$ 1 bilhão em dez anos a um fundo global. “Para os países desenvolvidos, é uma quantia modesta; para o Brasil, é uma quantia significativa.” (…)
Dilma Rousseff entende que cabe aos países desenvolvidos, responsáveis pela maior parcela dos gases acumulados na atmosfera, definir primeiro com quanto contribuirão para o fundo global. “Quem puder dar sua contribuição voluntária dará. Agora, me desculpa, não é US$ 1 bilhão de dólares.”
Dá pra ficar claro que o Brasil não está interessado em “esmolinhas ecológicas”? Eu vou traduzir para que todos entendam o que é US$ 1 bilhão para os Estados Unidos. Sabe aqueles caças “invisíveis ao radar”, o F-22 Raptor? Não dá para comprar três.  Sabem quanto custa este ano o Orçamento da Defesa dos EUA ? Só US$ 664 bilhões no ano fiscal de 2010.
Se os Estados Unidos pusessem US$ 100 bilhões na tal “cestinha” que Serra e Marina defendem, ainda seria um nada, não apenas ante a capacidade econômica do país mas em razão do passivo ambiental que foi -e é – criado por aquela nação há  um século e meio.Idem para a Europa desenvolvida.
Nada mais claro que a comparação feita outro dia pelo representante da China: é como se alguém fosse a um restaurante, comesse, comesse, comesse. Aí, você chega na hora da sobremesa ou, para ficar mais brasileiro, do cafezinho. E o sujeito, então, vira para você e diz: vamos dividir a conta irmamente, não é?
Como eu disse outro dia, parece que tem gente que acha que diplomacia é aprender a dizer “sim, senhor” em vários idiomas.

É MEU CARO BRIZOLA COMO SEU AVÔ FAZ FALTA.

NÃO CREIO QUE ELE CAÍSSE NESSA ESPARRELA  MIDIÁTICA MUNDIAL DE AQUECIMENTO GLOBAL.
OU SERÁ QUE ME ENGANO? 
ELE CONHECIA COMO NINGUÉM ESSA MÍDIA GLOBAL DA (VELHA) NOVA ORDEM MUNDIAL E SEUS BANQUEIROS QUE AGRADECEM TANTA COLABORAÇÃO OBEDIENTE AOS SEUS PLANOS DE ESCRAVIZAÇÃO DOS SOBREVIVENTES À ESSA CONSPIRAÇÃO PARA EXTERMÍNIO DOS EXCEDENTES DA SENZALA QUE CULTIVAM  MILENARMENTE. 

E DO H.A.A.R.P NINGUÉM FALA?

SINTO MUITO, SOU GRATO.

2 comentários:

  1. Amigo, há algum tempo eu me sentia um "ET" dentro dessa máquina midiática de lavar cérebros, mas o tempo foi passando e a benfazeja maturidade veio nos salvar das ilusões. Grato por sua honrosa visita.

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Todos são bem vindos, estamos aqui para compartilhar experiências que nos iluminem, mas, por força de impertinentes baixas vibrações planetárias sou obrigado a moderar os comentários. Para bons comentadores este pingo é letra. Sintam-se em casa. E muito grato pela lúcida carinhosa presença. Venham sempre que lembrarem, se gostarem divulguem, compartilhemos nossas descobertas.Sinto muito, me perdoe, vos amo, sou grato. A faxina é infinita.

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