O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Retrocesso no acesso livre à internet na Europa

Por Redação [Segunda-Feira, 26 de Outubro de 2009 às 09:09hs]
O Parlamento Europeu deixou cair a emenda 138 no debate sobre as medidas reguladoras das telecomunicações, que considerava o acesso livre à internet um direito e estabelecia que qualquer medida que restrinja direitos fundamentais ou liberdades deve ser tomada somente em circunstâncias excepcionais e por meio de uma intervenção judicial.

 Agora o Parlamento aceita que seja diretamente cortado o acesso à internet pelas autoridades de qualquer país a quem faz, por exemplo descargas de ficheiros P2P (peer to peer) e permite que qualquer país limite, sem provas nem processos judiciais, o acesso à internet pelos utilizadores.

 Associações de internautas (como a francesa La quadrature du net que defende os direitos e liberdades dos cidadãos na internet e o princípio da livre circulação do conhecimento) manifestaram-se contra o fim desta emenda que protegia os utilizadores da internet. No site de “La quadrature du net” pode ler-se que “a emenda 138 morreu por falta de coragem do Parlamento” e que assim o Parlamento tomou uma posição “errônea ao considerar que não tem uma palavra a dizer na defesa dos direitos dos cidadãos”.

 A emenda 138 garantia que “nenhuma restrição pode ser imposta a direitos fundamentais e liberdade dos utilizadores, sem uma prévia intervenção das autoridades judiciais, em acordo com o artigo 11 da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia sobre a liberdade de expressão e de informação, salvo quando a segurança pública for ameaçada e a intervenção judicial decorrente for justificada”.
 Por Esquerda.net. Releia entrevista de Sergio Amadeu sobre liberdade na internet.

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