O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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sábado, 5 de setembro de 2009

URNA brasileira fracassa nos EUA

MAIS UMA DO BRIZOLA NETO

Confirmado: fábrica de urna brasileira fracassa nos EUA
setembro 5th, 2009 às 15:44

Quem conta os votos?
Americanos protestam contra o voto sem auditoria.


MAIS UMA DO BRIZOLA NETO

De forma muito discreta, saiu ontem no Valor Econômico, a confirmação notícia que havíamos dado aqui: A Diebold. fabricante das máquinas e de parte do software usado nas urnas eletrônicas brasileiras teve de vender sua empresa de produção de máquinas de votar nos Estados Unidos, por absoluta rejeição de seus produtos devido à insegurança do sistema.

Leia:

“Com uma operação bem-sucedida no Brasil, a Diebold acreditou que poderia repetir a fórmula nos Estados Unidos. Assim, em 2002, ela comprou a Global Election Systems. Mas ao contrário do Brasil, o sistema de voto eletrônico nos Estados Unidos não teve o mesmo êxito e a experiência adquirida aqui não pôde ser adaptada à realidade americana como planejava a Diebold. Os americanos acham as urnas inseguras e suscetíveis a fraude.”

Permitam-me a tradução para português claro: os americanos não são trouxas.

Tem mais, mais. Olhem só:

“Desde 1996, quando o governo iniciou o modelo eletrônico de voto, a Diebold só perdeu a disputa pela fabricação de urnas eletrônicas para a Unisys em duas ocasiões - 1996 e 2002. Nas eleições do ano passado, o contrato de fornecimento de 58 mil urnas eletrônicas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rendeu R$ 98 milhões à empresa.”

Nova tradução: reparem que só essa remessa de urnas rendeu à Diebold ano passado (quando o dólar estava pouco acima de R$ 1,50) quase tanto quanto ela ganhou nos EUA, US$ 88 milhões. Tanto que ela vendeu a fábrica americana, não a brasileira.

Agora não é o NY Times, este jornal “irrelevante” quem fala que as urnas da Diebold, sem impressão de voto, são inseguras. É o Valor, cujos sócios são O Globo e a Folha, quem revela que os americanos a rejeitam ao ponto de venderem a fábrica a um concorrente que escaneia votos em papel, a Election Systems & Software.

E então, senhores senadores, não temos nada a aprender com o que está acontecendo lá? Vamos fazer o povo brasileiro votar nas máquinas da Diebold garantidas apenas por Nélson Jobim e Eduardo Azeredo?


SINTO MUITO ME PERDOE TE AMO SOU GRATO

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