O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Para prestar solidariedade



Brigada impede entrada de alimentos no acampamento em São Gabriel (RS)

As famílias ainda estão assustadas e traumatizadas depois da morte do trabalhador rural Elton Brum, assassinado por um policial.Clique aqui para ouvir(1'44'' / 411 Kb) - Em São Gabriel, no Rio Grande do Sul, os sem-terra acampados nas fazendas da família Antoniazzi devem deixar a área para evitar confrontos com a Brigada Militar. A mando da governadora Yeda Crusius (PSDB), a Brigada continua dificultando a saída de pessoas doentes e impedindo a entrada de alimentos no acampamento. A alimentação das crianças está sendo priorizada pelos acampados.

Conforme conta a educadora da escola itinerante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Jane Fontoura, a situação está insustentável. Jane também explica a razão do recuo.

“Como sabemos que a Brigada Militar nos trata de forma muito truculenta, nós não queremos confronto, não queremos mais pessoas mortas nem feridas. Estamos saindo por ora, para nos reorganizarmos e retomar a luta pela terra. Acreditamos que essa área vai ser nossa.”

Para prestar solidariedade e levar alimentos, entidades de vários municípios do estado foram até a área nesta terça-feira (15), mas foram impedidas de entrar no acampamento pela Brigada Militar.

Jane explica que as famílias ainda estão assustadas e traumatizadas depois da morte do trabalhador rural Elton Brum, assassinado por um policial durante a desocupação da Fazenda Southall, em São Gabriel. A repressão aos movimentos sociais é uma prática comum no governo de Yeda.

“Qualquer mobilização de movimento social ou sindical que se levantar, a ordem é ‘descer o pau’. Não interessa se quebrou, machucou, cortou ou se matou.”

O MST realizará um ato nesta terça, no Instituto Nacional de Reforma Agrária (Incra), que continua ocupado. O MST exige a desapropriação da área.

De São Paulo, da Radioagência NP, Aline Scarso.

15/09/09

sinto muito me perdoe te amo sou grato!

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