O QUE NÃO SABEMOS NÃO EXISTE.
"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
"-TODOS OS QUE ME OUVEM OUSARIAM CONCORDAR COMIGO SE O MEDO NÃO LHES FECHASSE A BOCA."
Pensar sempre foi considerado conspiração. Este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante infinita faxina espiritual. Nosso mundo é o que supomos conhecer, bendita Internet. Perceber e compreender faxinando os programas de jogos de memórias escravagistas que estão milenarmente sabotando a sanidade de nossas existências é a nossa única saída... Nada, religião alguma, lei alguma substituirá a consciente responsabilidade (100%) dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós. Ninguém virá nos salvar da escravidão... Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao afeto incondicional. Onde há amor não há perdão. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal, urgente e intransferível. Nós somos os deuses amorosos pelos quais temos esperado. Somos almas. Mantenhamo-nos na vibração da fé no afeto incondicional, todos os espíritos corações e mentes estamos interconectados na Teia Cósmica.
"O SISTEMA" É PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, PEDÓFILO, ANTROPOFAGICAMENTE CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA. SÃO "DIABÓLICOS". TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
http://www.artmajeur.com/aldoluiz/
Em tempo; amanajé ré significa mensageiro amigo em tupi guarani.

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terça-feira, 25 de agosto de 2009

A PESTE É O MEDO OU O MEDO É A PESTE?


"A peste tomou conta da cidade, contaminou e matou mais de 50.000 pessoas na cidade.

O prefeito, muito indignado com o acontecido, voltou a procurar a Peste para cobrar a sua promessa.
" Dona peste, a senhora falou que mataria 10.000 pessoas, e quase acabou com a Cidade inteira".

Não, disse a peste. Eu matei exatemnete 10.000 pessoas, o resto morreu de medo..."

Vamos refletir sobre o que ainda permitimos em nossas vidas; vamos tomar as rédeas de nossos " cavalos", e sermos " cocheiros" habilidosos na condução de nossas " carruagens"!!!

texto completo aqui


Complemente suas novas reflexões assistindo esta entrevista


SINTO MUITO ME PERDOE TE AMO SOU GRATO!

2 comentários:

  1. De uma olhada no livro "Orfeu Estático na Metrópole", de Nicolau Sevcenko, obra que fala da cidade de São Paulo no início do século XX. Neste livro Sevcenko fala sobre a gripe espanhola, que atingiu a cidade em 1918, os mortos eram enterrados em valas comuns, a situação chegou a tal ponto, que os doentes começaram a ser enterrados ainda vivos. Milhares morreram, o ambiente era apocalíptico. Chega ser engraçado o pânico atual com a gripe suína, quando comparamos essa com a gripe espanhola, que matou milhões em todo o mundo.
    Abs!

    ResponderExcluir
  2. Aloha Cappacete, vou procurar pelo livro. Meu avô sobreviveu à gripe espanhola. Contou-me coisas impressionantes como as que você citou. Realmente esta "nossa pandemia atual" é mesmo do velho terrível "vírus" do mau caratismo.
    Sou grato!

    ResponderExcluir

Todos são bem vindos, estamos aqui para compartilhar experiências que nos iluminem, mas, por força de impertinentes baixas vibrações planetárias sou obrigado a moderar os comentários. Para bons comentadores este pingo é letra. Sintam-se em casa. E muito grato pela lúcida carinhosa presença. Venham sempre que lembrarem, se gostarem divulguem, compartilhemos nossas descobertas.Sinto muito, me perdoe, vos amo, sou grato. A faxina é infinita.

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