"Quando Creonte lhe diz “tu és a única, em Tebas, a defender tais opiniões”, Antígona responde com grande lucidez:
“Todos os que me ouvem ousariam concordar comigo, se o medo não lhes fechasse a boca”.


Caros amigos,
este blogue é parte do inadiável processo de novas escolhas na minha permanente ressonante faxina espiritual.
2012 continua no 2013, 14, 15, ...; acabando-se sem ter recomeçado...
Nosso mundo é o que supomos conhecer. O que você não sabe não existe.
Todo este debate ressoante (por enquanto) só é possível graças a esta Bendita Internet.
A terceira guerra mundial vai acelerada...
Retiremos os antolhos. Ninguém virá nos salvar... Estamos todos vigiados, não há segredos.
Pensar é, desde sempre, conspiração.

Perceber, compreender e faxinar o programa "jogos de memórias escravagistas" que está milenarmente sabotando nossas existências é a nossa única saída...
TODAS AS UTOPIAS HUMANITÁRIAS SÃO CONCESSÕES TÁTICAS DENTRO DA MILENAR ESTRATÉGIA ESCRAVAGISTA.
"O SISTEMA" É; PSICOPÁTICO, ALIENÍGENA, INUMANO, PEDÓFILO, ANTROPOFÁGICO, CORRUPTO E ESCRAVISTA POR NATUREZA.
SÃO DIABÓLICOS.
Nada, religião alguma, lei alguma, substituirá a responsabilidade 100% dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós.
Nunca desliguemos nossos detectores de mentiras. Mestre não é o que ensina, é o que não perde a capacidade de compreender...
Estão nos empurrando para a genocida aterradora Guantánamo planetária.
Preparemo-nos para o INIMAGINÁVEL...
O Divino em todos nós é o amor incondicional, não julga nem pune, é o perdão, não guarda mágoas, é a paz, ama incondicionalmente.
Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao amor incondicional.
Você não tem, você É, uma alma. A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal e intransferível.
Mantenhamo-nos na vibração do amor, todos os espíritos, corações e mentes estão interconectados.
"Você não pode ensinar a um homem qualquer coisa, você só pode ajudá-lo a descobri-la em si mesmo." - Galileo Galilei.

TODOS SÃO BEM-VINDOS.


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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Fabian tinha a resposta outra vez...

(...)"Mas não era sempre seguro carregar notas e moedas. Os cheques não eram aceitos fora da comunidade local, e portanto, procurou-se um sistema mais conveniente. Fabian tinha a resposta outra vez. Sua organização deu um pequeno cartão plástico a cada um onde mostrava-se o nome da pessoa, a foto e um número de identificação.
En qualquer lugar onde esse cartão fosse apresentado, o comerciante telefonaria para o computador central para controlar o crédito. Se tinha crédito, a pessoa poderia comprar o que desejasse; até certa quantidade.
No início, permitira-se que as pessoas gastassem uma quantidade pequena em crédito, e se ele era pago dentro do mesmo mês, não incidia juro nenhum. Isto estava bem para os assalariados, mas o quê aconteceria com os empresários?. Eles tinham que instalar máquinas, fabricar as mercadorias, pagar os salários etc. e vender todas suas mercadorias e logo depois pagar o crédito. Se excediam a um mês, eram taxados em 1,5% por cada mês que a dívida era acumulada. Isto chegava a 18% ao ano.

Os empresários não tinham nenhuma opção aliás de acrescentar 18% sobre o preço de venda. Mas todo esse dinheiro ou crédito adicional (18%) não tinha sido emprestado a ninguém. Em todo o pais os empresários tinham a impossível tarefa de pagar $118 por cada $100 que pediram emprestados -mas os $18 adicionais nunca tinham sido criados no sistema. Não existiam.
Fabian e seus amigos elevaram ainda mais sua posição social. Eram considerados pilares de respeitabilidade. Suas declarações em finanças e economia eram aceitas com convicção quase religiosa.
Sob a carga de impostos cada vez maiores, muitas pequenas empresas derrubaram-se. Licenças especiais eram necessárias para várias operações, de maneira tal que para as empresas restantes fosse muito difícil participar. Fabian possuía e controlava todas as grandes companhias que tinham centenas de subsidiárias. Estes pareciam competir entre si, no entanto Fabian controlava todas elas. Eventualmente, todos os outros competidores foram forçados a fechar suas portas. Os encanadores, os carpinteiros, os eletricistas e a maioria das indústrias pequenas sofreram igual destino -foram tragados pelas companhias gigantes de Fabian que tinham proteção do governo.

Fabian queria que os cartões plásticos substituíssem as notas e as moedas. Seu plano era que quando todas as notas fossem retiradas, somente os negócios que utilizassem o sistema de cartões ligados ao computador central poderiam funcionar.
Ele planejou que se alguém eventualmente perdesse seu cartão, estaria impossibilitado de comprar ou vender qualquer coisa até que se demonstrasse sua identidade. Ele queria impor uma lei, que lhe desse um controle total -uma lei que obrigasse a todas as pessoas a terem seu número de identificação tatuado na mão. O número seria visível somente sob uma luz especial, ligada a um computador. Cada um desses computadores estaria conectado ao computador central gigante e assim Fabian poderia saber tudo sobre todos.

A propósito, a terminologia usada no mundo financeiro para este sistema é "Reservas bancárias" (Fractional Reserve Banking). (NdoT: É um sistema onde os bancos privados e o banco central têm o monopólio do poder para gerar moeda corrente. O valor total dos depósitos em um banco, e portanto a quantia total de moeda que pode ser gerada por um banco, está limitado por um múltiplo das suas reservas. O banco central supervisiona os bancos privados para garantir que as reservas serão mantidas no nível requerido ou por cima dele.

A história que você acaba de ler, evidentemente, é ficção.

Mas, se você achar que é preocupantemente real e quer saber quem é Fabian na vida real, um bom começo seria um estudo das atividades dos ourives ingleses nos séculos XVI e XVII.
Por exemplo, o Banco da Inglaterra começou em 1694. O rei Guilherme de Orange estava em dificuldades financeiras como resultado de uma guerra com a França. Os ourives "emprestaram-lhe" 1,2 milhões de libras (uma quantidade impressionante naqueles dias) sob determinadas condições:
Os juros seriam 8%. Lembre-se que a Carta Magna indicava que cobrar juros era crime passível de morte. O Rei devia conceder aos ourives uma carta para o Banco que lhes dava o direito de emitir crédito.
Antes disso, suas operações de emitir recibos por mais dinheiro do que tinham depositado eram totalmente ilegais. A carta do rei tornou-as legais.

Em 1694 William Patterson obteve a carta para o Banco da Inglaterra."

© Larry Hannigan, Australia
Sinto muito,me perdoe, te amo, sou grato!

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